Palavras no treino do Belenenses sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oskar Pietuszewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belenenses coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Renato Santos está nela.
Segue-se o Leixões, e há um homem no balneário do Belenenses que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Belenenses ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Belenenses terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Porto ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Borja Sainz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Porto, e 3 jogos em 16 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco11/10/2027
Jakub Kiwior tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Porto dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Porto sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Porto. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de André Silva
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Belenenses podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oskar Pietuszewski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tiago Parente e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Tiago Parente sai dessa comparação dentro da equipa, e o Belenenses beneficiou de cada uma dessas tardes.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Oskar Pietuszewski produziu-o, e o 8.32 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores27/09/2027
Um golo de defesa dá a vitória ao Belenenses — 7.94
1 para Rafael Brito, avaliado com 7.94, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do Belenenses sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oskar Pietuszewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luís Ribeiro, e o treinador deixou.
2 golos em vinte minutos com Oskar Pietuszewski no meio de tudo, e o Atlético CP sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
O São João de Ver está fora e o Belenenses segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Luís Ribeiro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Belenenses sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oskar Pietuszewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Belenenses perguntou e o Tijuana disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Luís Ribeiro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oskar Pietuszewski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vasco da Gama fica com o seu homem, e o Belenenses volta a uma lista com um nome riscado.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
PlantelMarcelo Miño já ficou grande para esta divisão
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Belenenses podem fingir não ter ouvido.
Direção06/09/2027
O prazo passa com 17 contratações e 4 saídas
Está feito o negócio no Belenenses até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belenenses coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O América Mineiro fica com o seu homem, e o Belenenses volta a uma lista com um nome riscado.
O treinador reorganizou as ideias e Douglas Oliveira saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Plantel06/09/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Belenenses
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
O bancoJoão Muniz pede uma conversa com o treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Belenenses, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Belenenses fez a parte difícil com o Ferro Carril Oeste, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Luís Ribeiro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/08/2027
Palavras no treino do Belenenses sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oskar Pietuszewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Goiás fica com o seu homem, e o Belenenses volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juninho, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Afonso Neves depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Belenenses podem fingir não ter ouvido.
Um 7.82 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oskar Pietuszewski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Belenenses perguntou e o Huracán disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Tiago Parente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Belenenses foi explícito quanto à situação de Pipo Ferreira, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de João Paulo está em marcha
Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Corinthians ninguém diz, e no Belenenses ninguém gosta de estar a adivinhar.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ferro Carril Oeste fica com o seu homem, e o Belenenses volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belenenses coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Rafael Fonseca é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
O Porto torna a sua casa um sítio difícil de visitar
21 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Porto, e não vai ser retirado.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Eduardo Herrera era uma das razões por que as pessoas vinham, e $100.9M não substitui isso sozinho.
Victor Froholdt e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
7 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
A formação existe exatamente para esta manhã. Jose Pinto passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. David Araujo passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Borja Sainz. 1‑0 sobre o Arouca, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Borja Sainz no seu melhor
Oskar Pietuszewski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
27 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel09/08/2027
Palavras no treino do Belenenses sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Clau Mendes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Belenenses perguntou e o Bragantino disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Ferro Carril Oeste para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel09/08/2027
No Belenenses ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Evandro Barros: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Belenenses a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
O bancoRenato Santos pede uma conversa com o treinador
MercadoA história de Clau Mendes recusa-se a morrer
Luís Ribeiro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Perguntou-se ao Corinthians se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Bruninho está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belenenses coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Belenenses perguntou e o Goiás disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Belenenses já telefonou ao Nacional. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O banco26/07/2027
Evandro Barros tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Belenenses dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Luís Ribeiro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oskar Pietuszewski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Belenenses perguntou e o Chapecoense disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Carabobo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Belenenses, mais uma semana sem a assinatura de João Vasco.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Porto coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Porto, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Borja Sainz está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Victor Froholdt. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Hwang In-Beom apontou a data.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Porto essa pergunta é mais difícil de responder.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Porto e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Belenenses pagou $470.0K por João Vasco, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Benfica fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belenenses coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O América Mineiro fica com o seu homem, e o Belenenses volta a uma lista com um nome riscado.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Belenenses, mais uma semana sem a assinatura de Rafael Brito.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Belenenses ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Perguntou-se ao Chapecoense se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Plantel12/07/2027
No Belenenses ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O aperto de mão com o Lusitânia Lourosa está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Portimonense fica com o seu homem, e o Belenenses volta a uma lista com um nome riscado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Belenenses sabem-no, e também todos os que o veem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Belenenses perguntou e o Vitoria Guimaraes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Belenenses ofereceu $520.0K; o AVS disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel28/06/2027
Palavras no treino do Belenenses sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oskar Pietuszewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tiago Parente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juninho, e o treinador deixou.
Perguntou-se ao Vitória se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O banco28/06/2027
Evandro Barros tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Belenenses dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
O bancoJoão Couto pede uma conversa com o treinador
Posição 2, 32 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Braga fica com o seu homem, e o Belenenses volta a uma lista com um nome riscado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Sporting CP fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Belenenses foi ao AVS com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Oskar Pietuszewski e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Belenenses é como lidar com um homem a quem deve muito.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel21/06/2027
Renato Santos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proposta seguiu esta semana para o Vitoria Guimaraes, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Belenenses, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belenenses coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Belenenses sabe em que fase está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pipo Ferreira, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Belenenses, mais uma semana sem a assinatura de Frederico Namora.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Belenenses podem fingir não ter ouvido.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Braga ninguém diz, e no Belenenses ninguém gosta de estar a adivinhar.
Uma média de 7.10 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Belenenses têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Wanya Marçal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rubén Ramos e o Belenenses acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do Belenenses sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Clau Mendes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Estoril Praia fica com o seu homem, e o Belenenses volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Porto B já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Trento tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Porto B a ouviu como outra coisa.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Porto B terá de responder com minutos ou com uma transferência.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Tiago Ferreira tem a sua resposta do Porto B; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco07/06/2027
Vasco Sousa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Porto B dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Oskar Pietuszewski e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
29 jogos e 0 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Veron, e o treinador deixou.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que João Teixeira está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Oskar Pietuszewski treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mercado31/05/2027
Anhá Candé regressa de um empréstimo que não lhe deu nada
0 jogos e 0 golos não são uma época: são um ano que alguém perdeu. Se a culpa é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do assunto é a discussão das próximas semanas.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Gonçalo Ribeiro pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Borja Sainz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jean-Baptiste Gorby está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Porto e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 13 no Paredes dizem o resto.
O banco10/05/2027
Borja Sainz tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Porto dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco10/05/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jan Bednarek
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Eduardo Herrera. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zaglebie, e não vai ser retirado.
Oskar Repka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aleks Ławniczak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Diego García assinar alguma coisa — um contrato no Zaglebie ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Começou-se a ver a tabela antes de os jogos acabarem, e esse é sempre o sinal. No Zaglebie ninguém diz a palavra em voz alta, e todos no edifício estão a pensá-la.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Zaglebie. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Um 7.66 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Cheick Keita esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Levente Szabó chama-lhe outra coisa em privado.
O banco12/04/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Sebastian Buksa foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Sebastian Buksa treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roman Yakuba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Zaglebie as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Diego García. 1‑0 sobre o Lechia, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Sidney Lima quer futebol continental; se o Porto o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jean-Baptiste Gorby estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Porto daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Vitebsk segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Porto disse a Séko Fofana que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Eduardo Herrera assinar alguma coisa — um contrato no Porto ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Vitoria Guimaraes com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Porto. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oskar Pietuszewski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Zaglebie sabe dizer em que semana.
Oskar Repka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Damian Dąbrowski, e o treinador deixou.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Damian Michalski chama-lhe outra coisa em privado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Filip Kocaba e o Zaglebie acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
0‑3 para o Gornik Zabrze, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zaglebie coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oskar Pietuszewski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Rafał Gikiewicz.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Dominik Hładun sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roman Yakuba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Zaglebie as despedidas começaram em silêncio.
O Legia levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do Zaglebie sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleks Ławniczak está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Rafał Gikiewicz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do Zaglebie sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oskar Pietuszewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Oskar Repka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oskar Pietuszewski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Zaglebie foi explícito quanto à situação de Jakub Sypek, o que é mais do que muitos recebem.
O banco22/02/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Sebastian Buksa a uma sala que já as tinha ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zaglebie coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aleks Ławniczak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 7.40. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Jakub Sypek e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco15/02/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Sebastian Buksa escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Marcel Reguła produziu-o, e o 7.84 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zaglebie ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Oskar Repka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do Zaglebie sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oskar Pietuszewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Polonia Warszawa fica com o seu homem, e o Zaglebie volta a uma lista com um nome riscado.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Zaglebie joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Zaglebie já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nota 8.13 aos 18 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.
Direção01/02/2027
O Zaglebie fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Verba acordada, salário acordado, e o Torres à espera com uma camisola. No Zaglebie ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Krasnodar fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Rafał Gikiewicz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O negócio com o Raków Częstochowa está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gornik Zabrze fica com o seu homem, e o Zaglebie volta a uma lista com um nome riscado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Marcel Reguła não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do Vojvodina por Patryk Makuch foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zaglebie, e não vai ser retirado.
Rafał Gikiewicz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Zaglebie sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oskar Pietuszewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Zaglebie perguntou e o Dinamo Zagreb disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A série chega a 9 e as perguntas em torno do Zaglebie já não são delicadas.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Zaglebie sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oskar Pietuszewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 20. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco21/12/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Sebastian Buksa escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Disseram uma coisa a Adam Radwański e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Korona? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Segue-se o Widzew Łódź, e há um homem no balneário do Zaglebie que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
1‑4 para o Cracovia, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O Piast segue em frente e o Zaglebie vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Jogo12/12/2026
Não se vê o fim da espera do Zaglebie por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Zaglebie tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel14/12/2026
Palavras no treino do Zaglebie sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oskar Pietuszewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Levente Szabó, e o treinador deixou.
Metade do calendário jogado, 13.º lugar, 17 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Rafał Gikiewicz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Patryk Makuch, e o treinador deixou.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Oskar Pietuszewski está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Oskar Pietuszewski tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Sebastian Buksa depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Aos 18 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Lechia defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Zaglebie sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zaglebie coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco23/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Tomasz Makowski
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Eduardo Herrera e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cláudio Ramos, e o treinador deixou.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Porto sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco16/11/2026
André Silva tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Porto dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Rafał Gikiewicz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Zaglebie sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oskar Pietuszewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Raków Częstochowa.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Zaglebie foi explícito quanto à situação de Jakub Kolan, o que é mais do que muitos recebem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Filip Szymczak treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Raków Częstochowa com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Rafał Gikiewicz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 12 ações, 6.91, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Michał Nalepa tem a sua resposta do Zaglebie; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.39 na ficha, e os adeptos do Zaglebie saíram a repetir um nome.
Plantel09/11/2026
No Zaglebie ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco09/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Sebastian Buksa escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Damian Dąbrowski, e o treinador deixou.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Oskar Pietuszewski está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Uma nota de 7.13, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco02/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Sebastian Buksa escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Legia? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Segue-se o Gornik Zabrze, e há um homem no balneário do Zaglebie que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oskar Pietuszewski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zaglebie coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rafał Gikiewicz, e o treinador deixou.
O banco26/10/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Sebastian Buksa saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Zaglebie foi explícito quanto à situação de Adam Radwański, o que é mais do que muitos recebem.
O banco26/10/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Tomasz Makowski
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dominik Hładun está nela.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Vitória por 1‑0 sobre o Stal Mielec, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Pablo Santana marcou, foi avaliado com 7.59 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Jogo17/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Zaglebie neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Rafał Gikiewicz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aleks Ławniczak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Porto ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gabri Veiga assinar alguma coisa — um contrato no Porto ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Segue-se o Famalicao, e há um homem no balneário do Porto que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Rafał Gikiewicz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Michał Nalepa, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Josip Ćorluka pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Sebastian Buksa não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Zaglebie também ninguém o escondia.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zaglebie, e não vai ser retirado.
Mercado14/09/2026
Tão perto: a transferência de Filip Kocaba morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Gornik Leczna seguiu em frente, Filip Kocaba apresenta-se de volta no Zaglebie, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
O relógio fez o que o Wieczysta Kraków não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rafał Gikiewicz, e o treinador deixou.
O telefone voltou a tocar por causa de Marcel Reguła, e desta vez do outro lado está o Radomiak Radom. No Zaglebie ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel14/09/2026
No Zaglebie ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Oskar Pietuszewski e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O relógio fez o que o Miedź Legnica não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Juventus fica com o seu homem, e o Zaglebie volta a uma lista com um nome riscado.
O treinador reorganizou as ideias e Mihael Mlinarić saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Oskar Pietuszewski sai dessa comparação dentro da equipa, e o Zaglebie beneficiou de cada uma dessas tardes.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Filip Kocaba está a chegar