60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade de Reims perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade de Reims podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade de Reims ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jordan Teze e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/03/2033
Palavras no treino do Stade de Reims sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Ihattaren está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
11 golos em 31 jogos no Clermont Foot — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Stade de Reims alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Stade de Reims disse a Paris Brunner que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
77 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade de Reims perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Stade de Reims toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Não há pior forma de perder um futebolista. Clément Vidal pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Sergio Akieme e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Dembo Sylla quer futebol continental; se o Stade de Reims o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Stade de Reims sobre quem trabalha
91 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade de Reims perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade de Reims, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Khalil Ayari será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade de Reims as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do SM Caen por David Tebili foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Mercado21/02/2033
Tão perto: a transferência de Jason Gnakpa morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Pau FC seguiu em frente, Jason Gnakpa apresenta-se de volta no Stade de Reims, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Mohamed Ihattaren e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Max-Edgar Chabot e o Stade de Reims acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
106 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade de Reims perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade de Reims falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Pau FC à espera com uma camisola. No Stade de Reims ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Mercado07/02/2033
Tão perto: a transferência de Alexei Savinov morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Sochaux seguiu em frente, Alexei Savinov apresenta-se de volta no Stade de Reims, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Direção07/02/2033
O Stade de Reims fecha o mercado com um plantel feito por si
6 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Josh Keeley e o Stade de Reims acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade de Reims coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade de Reims falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Tebili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade de Reims as despedidas começaram em silêncio.
Jogo18/12/2032
Não se vê o fim da espera do Stade de Reims por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Stade de Reims tem de arrancar um resultado de algum lado.
Mohamed Ihattaren esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/12/2032
Jordan Teze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade de Reims, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
112 dias de fora para Clément Vidal depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Stade de Reims vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Mohamed Ihattaren e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/11/2032
Palavras no treino do Stade de Reims sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Teze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $396.3K do que o Stade de Reims pagou por Filippo Faggi é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel06/09/2032
Jordan Teze sofre uma lesão muscular — 19 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 19 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Direção06/09/2032
O Stade de Reims fecha o mercado com um plantel feito por si
28 entradas e 18 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohamed Ihattaren e o Stade de Reims acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Sergio Akieme e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel06/09/2032
Jordan Teze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade de Reims perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade de Reims podem fingir não ter ouvido.
O Monaco aceitou o dinheiro. O que o Stade de Reims ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Stade de Reims a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade de Reims ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.0M — um clube que quer Mory Gbané ao ponto de perguntar duas vezes.
Não há pior forma de perder um futebolista. Andrija Bulatović pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Sergio Akieme esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade de Reims perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A perseguição a Clément Vidal terminou com $870.0K a mudar de mãos e o LOSC Lille sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade de Reims coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/07/2032
Jordan Teze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Stade de Reims lida com um homem que quer outro país.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade de Reims perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade de Reims perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do LOSC Lille por Andrija Bulatović foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade de Reims, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o LOSC Lille, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $990.0K — um clube que quer Clément Vidal ao ponto de perguntar duas vezes.
O Stade de Reims ofereceu $810.0K; o AJ Auxerre disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade de Reims coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais um nome na lista: o AS Nancy fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Andrea Papetti. A resposta do Stade de Reims não mudou — para já.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stade de Reims já se começa a dizer o nome dele no passado.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
O Stade de Reims foi ao Dijon com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade de Reims, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stade Brestois fica com o seu homem, e o Stade de Reims volta a uma lista com um nome riscado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Otávio quer futebol continental; se o Stade de Reims o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sergio Akieme e o Stade de Reims acertam mais 2 anos.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade de Reims, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade de Reims coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Ihattaren estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel31/05/2032
Uma transferência que Calvin Obin teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Calvin Obin está a viver essa versão no Stade de Reims, e costuma notar-se no primeiro mês.
16 jogos e 0 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Stade de Reims sabem-no.
O banco31/05/2032
Khalil Ayari tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Stade de Reims dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoKhalil Ayari pede uma conversa com o treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade de Reims podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade de Reims ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Otávio esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Teze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Stade de Reims lida com um homem que quer outro país.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexandr Golovin está nela.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Stade de Reims não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Loris Mouyokolo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade de Reims as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Teze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco17/05/2032
Rafael Luís tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Stade de Reims dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Stade de Reims sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Stade de Reims ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AJ Auxerre perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Giuseppe Pezzella e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mattheo Guendez, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AJ Auxerre perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AJ Auxerre podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AJ Auxerre ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. José De Almeida Reis acabou de assinar pelo AJ Auxerre e, por uma vez, a resposta importava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amine Salama, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelGiuseppe Pezzella desentende-se com um colega por causa das exigências
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AJ Auxerre perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AJ Auxerre ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Amine Salama e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no AJ Auxerre sabe dizer em que semana.
Plantel15/03/2032
Giuseppe Pezzella desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joaquín Ibáñez, e o treinador deixou.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade de Reims perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade de Reims perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Oumar Diakité produziu-o, e o 8.59 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade de Reims podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o AJ Auxerre, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As regras permitem-no e dói na mesma. Khalil Ayari acertou condições com o Stade Rennais para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Modibo Keita lesiona os ligamentos do joelho — 113 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 113 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AJ Auxerre podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AJ Auxerre ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. František Matys acertou condições com o FC Metz para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Amine Salama esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Orlando Gill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
67 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade de Reims perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade de Reims perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do US Concarneau por Santiago Hidalgo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Stade de Reims ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matthis Abline e o Stade de Reims acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Plantel05/01/2032
Mohamed Ihattaren desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
99 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade de Reims perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade de Reims ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lucas Digne e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Teze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade de Reims coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Teze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Stade de Reims lida com um homem que quer outro país.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade de Reims, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Tebili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade de Reims as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Stade de Reims a ouviu como outra coisa.
Plantel13/10/2031
Mohamed Ihattaren desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alexandr Golovin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrija Bulatović está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrea Papetti treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stade de Reims já se começa a dizer o nome dele no passado.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $901.0K do que o Stade de Reims pagou por Noah Fatar é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Mercado08/09/2031
Tão perto: a transferência de Khalil Ayari morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O SC Aubagne Air Bel seguiu em frente, Khalil Ayari apresenta-se de volta no Stade de Reims, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Lucas Digne e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/09/2031
Palavras no treino do Stade de Reims sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Teze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Stade de Reims perguntou e o Paris FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stade de Reims já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade de Reims, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Stade de Reims fez a parte difícil com o Stade Rennais, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade de Reims coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Otávio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Amiens SC fica com o seu homem, e o Stade de Reims volta a uma lista com um nome riscado.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stade de Reims já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Stade de Reims a ouviu como outra coisa.
Lucas Digne esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Teze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O telefone voltou a tocar por causa de Khalil Ayari, e desta vez do outro lado está o Sochaux. No Stade de Reims ouvem com educação e não prometem nada.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monaco fica com o seu homem, e o Stade de Reims volta a uma lista com um nome riscado.
Verba acordada, salário acordado, e o Angers SCO à espera com uma camisola. No Stade de Reims ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Lucas Digne e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/07/2031
Jordan Teze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monaco fica com o seu homem, e o Stade de Reims volta a uma lista com um nome riscado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexandr Golovin e o Stade de Reims acertam mais 2 anos.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Stade de Reims sabem-no.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade de Reims podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Olympique de Marseille, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Stade de Reims lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel23/06/2031
Palavras no treino do Stade de Reims sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Teze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Paris Saint-Germain fica com o seu homem, e o Stade de Reims volta a uma lista com um nome riscado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade de Reims, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade de Reims coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/05/2031
Jordan Teze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nuno Lima treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sinaly Diomandé apontou a data.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Stipe Vulikić pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.