Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Umraniyespor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Umraniyespor ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Notas dos jogadores10/03/2036
John Córdoba fez o trabalho que ninguém conta — 7.00
12 ações combinadas e 7.00. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Não pode pagar-se um valor por ninguém, precise o plantel do que precisar. Todos os rumores sobre este clube até o embargo ser levantado são rumores sobre um negócio que não se pode fazer.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Umraniyespor vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O banco10/03/2036
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Umraniyespor pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jean Mendy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Umraniyespor lida com um homem que quer outro país.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dennis Jastrzembski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Abdullah Sahin lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
George Brown esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco12/11/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Umraniyespor, mais uma semana sem a assinatura de Kelechi Onwe.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Umraniyespor sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresUma tarde que Yusuf Kocatürk vai querer de volta
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Umraniyespor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Umraniyespor, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Umraniyespor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoGeorge Brown pede uma conversa com o treinador
PlantelMehmet Kahveci desentende-se com um colega por causa das exigências
58 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Umraniyespor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jean Mendy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Plantel15/10/2035
Palavras no treino do Umraniyespor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dennis Jastrzembski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yusuf Kocatürk assinar alguma coisa — um contrato no Umraniyespor ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Umraniyespor fez saber ao mercado que Jean Mendy está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Umraniyespor
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
65 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Umraniyespor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dennis Jastrzembski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção08/10/2035
Os salários levam 116% do que Umraniyespor recebem
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Auckland City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Auckland City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Rowan Human. 2‑0 sobre o Southern United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Grant Leveille esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção16/10/2034
11 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Auckland City
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A formação existe exatamente para esta manhã. Tim Van Hattum passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ben Boxall é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Tommy Just é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
O banco16/10/2034
Michael Fosu volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Michael Fosu e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Deu-se uma data, e a data veio e passou. Lá em cima ninguém lhe chamará promessa quebrada, e cá em baixo ninguém lhe chamará outra coisa durante muito tempo.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Auckland City
PlantelMatt Dibley-Dias desentende-se com um colega por causa das exigências
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kelechi Onwe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Auckland City as despedidas começaram em silêncio.
A camisola ainda lhe serve. Jariyah Shah está de volta ao Auckland City, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Grant Leveille esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel18/09/2034
Palavras no treino do Auckland City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jayden Smith está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Auckland City ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco18/09/2034
Michael Fosu volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Michael Fosu e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Plantel18/09/2034
14 caras novas e o Auckland City ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
O bancoAdam Bell tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Auckland City já se começa a dizer o nome dele no passado.
Direção04/09/2034
O prazo passa com 10 contratações e 22 saídas
Está feito o negócio no Auckland City até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Grant Leveille e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Asante Kotoko fica com o seu homem, e o Auckland City volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel04/09/2034
Jayden Necovski desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco04/09/2034
Michael Fosu volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Michael Fosu e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Verba acordada, salário acordado, e o Hawke's Bay United à espera com uma camisola. No Auckland City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel28/08/2034
Akol Akon consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Akol Akon acabou de assinar pelo Auckland City e, por uma vez, a resposta importava.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e James Stamatelopoulos regressa a Auckland City com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
A camisola ainda lhe serve. Akol Akon está de volta ao Auckland City, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Quinn MacNicol e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lebogang Mswane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Michael Fosu volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Michael Fosu e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Em resumo
PlantelAkol Akon já ficou grande para esta divisão
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Auckland City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Auckland City já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kelechi Onwe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Auckland City as despedidas começaram em silêncio.
O negócio com o Melbourne Victory está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Quinn MacNicol e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jayden Necovski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco31/07/2034
Michael Fosu volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Michael Fosu e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Auckland City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Auckland City já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Auckland City podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Auckland City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Quinn MacNicol e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Melbourne Victory fica com o seu homem, e o Auckland City volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel24/07/2034
Palavras no treino do Auckland City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lebogang Mswane está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco24/07/2034
Michael Fosu volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Michael Fosu e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Matt Dibley-Dias lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o WaiBOP United à espera com uma camisola. No Auckland City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Auckland City, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tom Wilson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Auckland City as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Auckland City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Auckland City perguntou e o Melbourne Victory disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel10/07/2034
Jayden Necovski desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Matt Dibley-Dias lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel03/07/2034
16 dias de fora para Matt Colvey depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Auckland City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Canterbury United à espera com uma camisola. No Auckland City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Kofi Shaw e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lebogang Mswane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco03/07/2034
Michael Fosu volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Michael Fosu e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Auckland City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Auckland City, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Auckland City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Southern United à espera com uma camisola. No Auckland City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lebogang Mswane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lebogang Mswane, e o treinador deixou.
O banco26/06/2034
Michael Fosu volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Michael Fosu e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Uma sondagem ao Melbourne Victory para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
MercadoWaiBOP United estão prestes a pegar no telefone
73 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Auckland City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Quinn MacNicol e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/05/2034
Jayden Necovski desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
53 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
O banco29/05/2034
Michael Fosu volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Michael Fosu e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kofi Shaw treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matt Ellis está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Xavier Stella, e o treinador deixou.