120 dias de fora para Jack Maher depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Nashville SC à espera com uma camisola. No Orlando City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando City, e não vai ser retirado.
O New York City não queria vender e o número é a razão por que o fez. $110.0K por Cooper Flax, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
$420.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Atlanta United FC pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Zakaria Taifi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Siyanda Ndlovu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Interim Coach a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Orlando City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel03/03/2036
141 dias de fora para Jack Maher depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Interim Coach recitou-a na perfeição.
Logan Farrington lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Justin Ellis não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 148 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Siyanda Ndlovu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Jack Maher e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Direção25/02/2036
O Orlando City arrecada $276.7K de um negócio antigo
A genialidade sem glamour de um contrato bem escrito. Matthew Dos Santos já é de outros, e chegaram $276.7K porque quem o vendeu pensou para lá do mercado.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Orlando City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 155 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Siyanda Ndlovu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando City as despedidas começaram em silêncio.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Orlando City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Siyanda Ndlovu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Jack Maher e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dylan Zamora
Logan Farrington lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Orlando City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando City, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Adam Aaronson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando City as despedidas começaram em silêncio.
Zakaria Taifi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Siyanda Ndlovu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Orlando City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Orlando City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Siyanda Ndlovu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Orlando City sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cameron McKennie, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Yannick Etilé tem a sua resposta do Orlando City; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Peyton Miller assinar alguma coisa — um contrato no Orlando City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
50 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Orlando City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel28/01/2036
36 dias de fora para Dante Polvara depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Zakaria Taifi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Siyanda Ndlovu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Orlando City, mais uma semana sem a assinatura de Siyanda Ndlovu.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Jack Maher e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Siyanda Ndlovu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Orlando City sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Orlando City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Siyanda Ndlovu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando City as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Siyanda Ndlovu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Jack Maher e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Siyanda Ndlovu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Logan Farrington lesiona os ligamentos do joelho — 64 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 64 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Siyanda Ndlovu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/01/2036
Palavras no treino do Orlando City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabio Di Michele Sánchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Jack Maher e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gabriel Słonina assinar alguma coisa — um contrato no Orlando City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
71 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Orlando City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Jack Maher e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Logan Farrington tem a sua resposta do Orlando City; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
MercadoA história de Peyton Miller recusa-se a morrer
78 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Orlando City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel31/12/2035
64 dias de fora para Dante Polvara depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Zakaria Taifi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Siyanda Ndlovu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Jack Maher e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Orlando City sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
MercadoTrey Muse colocado na lista de transferências
Logan Farrington lesiona os ligamentos do joelho — 92 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 92 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Tomás Villagra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/12/2035
Palavras no treino do Inter Miami CF sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Soufiane El-Faouzi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Gilberto Flores acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Inter Miami CF substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Inter Miami CF sabem-no.
Ninguém no Inter Miami CF dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
99 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Inter Miami CF perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Inter Miami CF pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alan Carleton será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Inter Miami CF as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Soufiane El-Faouzi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Drew Baiera, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
106 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Inter Miami CF perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rafik el Arguioui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Inter Miami CF as despedidas começaram em silêncio.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Inter Miami CF está a esgotar-se.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Soufiane El-Faouzi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
113 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Inter Miami CF perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Drew Baiera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Inter Miami CF as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Inter Miami CF pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Rafik el Arguioui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Soufiane El-Faouzi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Inter Miami CF, mais uma semana sem a assinatura de Drew Baiera.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Inter Miami CF, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
142 dias de fora para Trey Muse depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo21/07/2035
Não se vê o fim da espera do Orlando City por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Orlando City tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Philadelphia Union não queria vender e o número é a razão por que o fez. $1.3M por Cameron Brooks, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $71.8K — um clube que quer Taylor Calheira ao ponto de perguntar duas vezes.
Zakaria Taifi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/07/2035
Siyanda Ndlovu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Orlando City ofereceu $67.0K; o DC United disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Orlando City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O negócio com o Philadelphia Union está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
A proposta do San Diego Football Club por Trey Muse foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.9M — um clube que quer Stuart Hawkins ao ponto de perguntar duas vezes.
O Orlando City perguntou e o Toronto FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 33 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Plantel16/07/2035
Haitam Abaida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $99.8K do que o Orlando City pagou por Emiliano Casanova é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O negócio que levaria Logan Farrington para o San Jose Earthquakes caiu na fase final e ele reapresenta-se no Orlando City com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Direção30/04/2035
Fecha o mercado: 18 entradas, 11 saídas no Orlando City
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 18, saíram 11, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Zakaria Taifi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 1‑0 sobre o New York Red Bulls, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel30/04/2035
Haitam Abaida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Maher, e o treinador deixou.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Orlando City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando City, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Toronto FC à espera com uma camisola. No Orlando City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.38 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Zakaria Taifi lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Orlando City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Zakaria Taifi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Orlando City ofereceu $390.0K; o Vancouver Whitecaps disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Liam MacKenzie e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Haitam Abaida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Zakaria Taifi lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando City, e não vai ser retirado.
A verba é $77.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Houston Dynamo negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Liam MacKenzie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O San Diego Football Club queria mais do que $270.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Liam MacKenzie e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Orlando City
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $2.1M porque Connor Dempsey é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando City podem fingir não ter ouvido.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $159.2K — um clube que quer Kalani Kossa-Rienzi ao ponto de perguntar duas vezes.
Zakaria Taifi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Haitam Abaida volta a ser jogador do Orlando City, e a cidade tem a sua história do verão.
O Orlando City ofereceu $130.0K; o Houston Dynamo disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando City podem fingir não ter ouvido.
$1.1M em cima da mesa do San Jose Earthquakes. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Orlando City perguntou e o New York Red Bulls disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta seguiu esta semana para o Houston Dynamo, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Liam MacKenzie e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Plantel26/02/2035
Uma lesão muscular afasta David Robinson durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Orlando City vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Matt Dempsey tem 18 anos, e o Orlando City contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Orlando City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Adam Aaronson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando City as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/02/2035
David Ruiz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Liam MacKenzie e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Orlando City é como lidar com um homem a quem deve muito.
O banco05/02/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de David Ruiz
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Orlando City sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Liam MacKenzie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Liam MacKenzie e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cameron McKennie, e o treinador deixou.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Orlando City vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
A proposta ficou muito aquém e em Orlando City não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel22/01/2035
Palavras no treino do Orlando City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Ruiz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Zakaria Taifi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Liam MacKenzie e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gabriel Słonina assinar alguma coisa — um contrato no Orlando City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Orlando City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Yannick Etilé apontou a data.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Orlando City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Liam MacKenzie e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Keaton Parks treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Griffin Dillon está nela.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Orlando City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Orlando City beneficiou disso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Liam MacKenzie esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O novo treinador do Orlando City já trabalhou com Liam MacKenzie e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
3‑2 resolve, e um clube que passou uma época a ganhar o direito de jogar estes jogos ganhou um deles. Esta noite acabou a época de outro, que é a parte que ninguém menciona nos festejos.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Orlando City marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lucas Dias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando City as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Orlando City a ouviu como outra coisa.
Toda a gente no Orlando City viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Ruiz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Yannick Etilé apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Orlando City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Justin Haak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Logan Farrington, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Will Richmond estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e David Ruiz apontou a data.