«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Notas dos jogadores05/10/2026
Tomás Aranda, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.83
Um 7.83 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Boca Juniors lida com um homem que quer outro país.
Vitória por 3‑0 sobre o Banfield, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Notas dos jogadores14/09/2026
Tomás Aranda, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.84
Um 7.84 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.83 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não há pior forma de perder um futebolista. Agustín Heredia pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Leandro Paredes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Tomás Aranda tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
PlantelMalcom Braida desentende-se com um colega por causa das exigências
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Jhon Aponza agarrou este contra o Almirante Brown. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Boca Juniors.
Jogo05/09/2026
Aconteça o que acontecer, o Boca Juniors não perde
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Vitória por 3‑0 sobre o Gimnasia y Esgrima, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Tomás Aranda não precisou: 7.76, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.12 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Javier García será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Rodrigo Bacidalupe tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Plantel24/08/2026
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Malcom Braida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Tomás Aranda não precisou: 7.89, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Leandro Paredes e o Boca Juniors acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Leandro Paredes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Toda a gente deixou de fingir: o Köln vai fazer a chamada por Miguel Merentiel esta semana. O Boca Juniors tem um número em mente, e o número não é tímido.
O telefone voltou a tocar por causa de Lautaro Di Lollo, e desta vez do outro lado está o AS Nancy. No Boca Juniors ouvem com educação e não prometem nada.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Tomás Aranda tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tomás Aranda. 1‑0 sobre o Deportivo Riestra, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
PlantelLautaro Blanco desentende-se com um colega por causa das exigências