Berto Cayarga lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
$670.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Deportivo La Coruña pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Real Avilés perguntou e o Elche disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel25/08/2031
Daniel Vîrtej desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Real Avilés já telefonou ao Lugo. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
$780.0K em cima da mesa do Deportivo La Coruña. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Elche ninguém diz, e no Real Avilés ninguém gosta de estar a adivinhar.
Plantel21/07/2031
Palavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Vîrtej está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Real Avilés perguntou e o Celta disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Faltam 2 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Real Avilés poderiam receber por ele.
O banco21/07/2031
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Noah Mapolin
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Real Avilés perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Plantel16/06/2031
Palavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pablo Moyá está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Christian Rivera pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Real Avilés, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Tomás Orqueida. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Real Avilés, e não vai ser retirado.
Lucio Falasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/05/2031
Uma lesão muscular afasta Iván Reyes durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Real Avilés vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pablo Moyá estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Real Avilés terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Real Avilés, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Real Avilés podem fingir não ter ouvido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Cristian Lozano produziu-o, e o 9.59 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Federico Proia produziu-o, e o 8.20 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Real Avilés e o Celta Fortuna, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel07/04/2031
Daniel Vîrtej desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Real Avilés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Real Avilés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/02/2031
Palavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Vîrtej está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Disseram uma coisa a Amir Etien e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Real Avilés vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Arenas Club vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Real Avilés foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.81 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
O Real Avilés foi ao Tenerife com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Alcalde estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores20/01/2031
Tomás Orqueida jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Real Avilés vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Real Avilés podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luis Alcalde será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Real Avilés as despedidas começaram em silêncio.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Santino Chavero marcou, foi avaliado com 7.70 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 78 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Real Avilés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/12/2030
Daniel Vîrtej desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Alcalde, e o treinador deixou.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
O golo que pôs o Unionistas na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Real Avilés empatou, 2 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Aldo Cosentino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/11/2030
Palavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luis Alcalde está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Real Avilés foi explícito quanto à situação de Aldo Cosentino, o que é mais do que muitos recebem.
Oportunidades criadas: 13. Fora da ficha de jogo e nada discreto: um passe a passe que desmontou uma defesa sem deixar rasto na coluna que se lê.
O banco25/11/2030
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 4‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Berto Cayarga e o Real Avilés acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Berto Cayarga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Alcalde estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 15 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tomás Orqueida. 2‑0 sobre o Ourense CF, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Avaliado com 7.72. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco04/11/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Real Avilés e o Barakaldo, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Aldo Cosentino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o Real Avilés não tinha no outono.
Plantel07/10/2030
Luis Alcalde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tomás Orqueida produziu-o, e o 8.81 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luis Alcalde será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Real Avilés as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Luis Alcalde acertou condições com o Mirandés para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Berto Cayarga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente no Real Avilés viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tomás Orqueida. 3‑2 sobre o Real Sociedad B, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Amir Etien e o Real Avilés acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Real Avilés perguntou e o Zaragoza disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresOs dois trabalhos feitos por Berto Cayarga — 6.98
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Lucio Falasco
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Real Avilés, e não vai ser retirado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Real Avilés perguntou e o Deportivo La Coruña disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 38 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Real Avilés é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tomás Orqueida, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Javier Elías treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Notas dos jogadores02/09/2030
Luis Alcalde, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.95
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Real Avilés, e não vai ser retirado.
Direção02/09/2030
O Real Avilés fecha o mercado com um plantel feito por si
13 entradas e 9 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
$57.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Alcorcón pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel02/09/2030
Luis Alcalde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
16.º lugar com 34 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Real Avilés vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo11/05/2030
Não se vê o fim da espera do Real Avilés por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Real Avilés tem de arrancar um resultado de algum lado.
500 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.
Plantel13/05/2030
Palavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luis Alcalde está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ángel Gómez, e o treinador deixou.
O banco13/05/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Fernando Molina a uma sala que já as tinha ouvido.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Berto Cayarga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel15/04/2030
Palavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edu Campabadal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 15. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco15/04/2030
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Fernando Molina foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Em resumo
O bancoJavier Elías pede uma conversa com o treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Real Avilés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Willian León esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Real Avilés é como lidar com um homem a quem deve muito.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Real Avilés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Berto Cayarga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores18/03/2030
Luis Alcalde fez o trabalho que ninguém conta — 6.98
13 ações combinadas e 6.98. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 10 ações, 6.92, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel18/03/2030
Palavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edu Campabadal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Real Avilés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo09/03/2030
Não se vê o fim da espera do Real Avilés por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Real Avilés tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel11/03/2030
Daniel Vîrtej desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tomás Gauchat e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco11/03/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Fernando Molina a uma sala que já as tinha ouvido.
Ninguém no Real Avilés sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Berto Cayarga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel04/03/2030
Palavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Vîrtej está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 14 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Em resumo
Notas dos jogadoresLucio Falasco passa por eles um de cada vez
46 dias de fora para Tomás Orqueida depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Real Avilés vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
0‑1 para o Ourense CF, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel25/02/2030
Palavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edu Campabadal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco25/02/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Fernando Molina saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Javier Elías treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Willian León: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Real Avilés a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Real Avilés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Villarreal fica com o seu homem, e o Real Avilés volta a uma lista com um nome riscado.
Nota de 6.84 em 10 ações nas duas áreas. Médios assim são descritos como pouco vistosos por quem nunca tentou jogar contra um.
O banco18/02/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Fernando Molina saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel18/02/2030
Palavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdurehman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Real Avilés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Faltavam 87 minutos e o Barakaldo tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Real Avilés não parou para dar explicações.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Berto Cayarga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sevilla fica com o seu homem, e o Real Avilés volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O relógio fez o que o Racing Ferrol não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tomás Gauchat. 1‑0 sobre o Barakaldo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Real Avilés perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 68 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Direção04/02/2030
O Real Avilés fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
A proposta seguiu esta semana para o Racing Ferrol, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Willian León e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Real Avilés perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Real Avilés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Marc-Aurel Koffi foi-se, as contas têm $1.0M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Berto Cayarga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Real Avilés perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 82 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Mérida à espera com uma camisola. No Real Avilés ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Real Avilés podem fingir não ter ouvido.
Ángel Gómez lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel14/01/2030
89 dias de fora para Tomás Orqueida depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Real Avilés vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Mérida por Marc-Aurel Koffi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Castellón aceitou o dinheiro. O que o Real Avilés ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Real Avilés, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Real Madrid fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Berto Cayarga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ángel Gómez lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Real Avilés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Real Avilés podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Real Avilés fez a parte difícil com o Sevilla, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Real Avilés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 17 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Real Avilés perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Real Avilés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
7.54, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Berto Cayarga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tomás Orqueida. 1‑0 sobre o Arenteiro, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Felipe Fredes, e o treinador deixou.
70 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Real Avilés perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Real Avilés, e não vai ser retirado.
39 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel17/12/2029
Palavras no treino do Real Avilés sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luis Alcalde está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aldo Cosentino e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Disseram uma coisa a Tomás Orqueida e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Ninguém no Real Avilés dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
Notas dos jogadoresBerto Cayarga encarou-os todo o jogo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Real Avilés?
Ángel Gómez lesiona os ligamentos do joelho — 84 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Real Avilés, e não vai ser retirado.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Tobías Moriceau compromete-se com o Real Avilés por mais 2 anos.
Plantel03/12/2029
Luis Alcalde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Real Avilés foi explícito quanto à situação de Edu Campabadal, o que é mais do que muitos recebem.
Berto Cayarga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» David Castro compromete-se com o Real Avilés por mais 2 anos.
Plantel05/11/2029
Luis Alcalde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Ourense CF segurou a vantagem 1 minutos, que não chega para a desfrutar. O Real Avilés respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Ceuta continuou a vir porque nada o travou, e ao Real Avilés vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Real Avilés podem fingir não ter ouvido.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Christian Rivera marcou, foi avaliado com 7.88 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Lucio Falasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Edu Campabadal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Real Avilés já falam dele no passado.
Plantel15/10/2029
Luis Alcalde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente no Real Avilés viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Tomás Gauchat e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Álvaro Fernández. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Tomás Orqueida apontou a data.