Gaoussou Diarra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Adana Demirspor fica com o seu homem, e o Trabzonspor volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel09/07/2035
Noah Allen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sidny Lopes Cabral está nela.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kasimpasa já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kasimpasa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kasimpasa podem fingir não ter ouvido.
O Istanbulspor aceitou o dinheiro. O que o Kasimpasa ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kasimpasa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sivasspor fica com o seu homem, e o Kasimpasa volta a uma lista com um nome riscado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $154.4K — um clube que quer Kahuan Vinícius ao ponto de perguntar duas vezes.
Plantel11/06/2035
Finley Hooper consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Finley Hooper acabou de assinar pelo Kasimpasa e, por uma vez, a resposta importava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kasimpasa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
58 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kasimpasa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Adem Arous esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alberto Basso Ricci treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ercüment Sancaklı assinar alguma coisa — um contrato no Kasimpasa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Kasimpasa pode pedir e sobe o salário que Felipe Ordoñez pode exigir.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kasimpasa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
72 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kasimpasa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kasimpasa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Adem Arous e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Franck Rivollier lesiona os ligamentos do joelho — 107 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kasimpasa, e não vai ser retirado.
7.34, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Julián Alfonso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kasimpasa as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kasimpasa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
2 golos em vinte minutos com Ercüment Sancaklı no meio de tudo, e o Bodrum FK sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Em resumo
O bancoA ficha de jogo disse tudo sobre Denis Drăguş
Franck Rivollier lesiona os ligamentos do joelho — 128 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 128 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lukáš Dvorský será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kasimpasa as despedidas começaram em silêncio.
Adem Arous e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ercüment Sancaklı, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kasimpasa, e não vai ser retirado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.57 para o resto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Julián Alfonso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kasimpasa as despedidas começaram em silêncio.
Alberto Basso Ricci e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adem Arous estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Kasimpasa
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Direção29/01/2035
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Kasimpasa
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kasimpasa, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kasimpasa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yusuf Can Calayır e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente no Kasimpasa viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Plantel29/01/2035
Palavras no treino do Kasimpasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adem Arous está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Trabzonspor podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Trabzonspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Başar Önal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Trabzonspor foi ao Besiktas com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel15/01/2035
Franco Tongya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Trabzonspor tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
0‑3 para o Galatasaray, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kasimpasa já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Julián Alfonso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kasimpasa as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kasimpasa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Lucas De Bolle acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Kasimpasa substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Trabzonspor, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Trabzonspor perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.46 para o resto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mateus Xavier será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Trabzonspor as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mateus Xavier acertou condições com o Basaksehir para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Başar Önal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelFranco Tongya desentende-se com um colega por causa das exigências
As regras permitem-no e dói na mesma. Ercüment Sancaklı acertou condições com o Trabzonspor para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O nome de Burak Gültekin apareceu em conversas de que o Kasimpasa não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel08/01/2035
Palavras no treino do Kasimpasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adem Arous está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Dağhan Kahraman acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Kasimpasa substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O Kasimpasa perguntou e o Genclerbirligi disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kasimpasa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yusuf Can Calayır esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adem Arous estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Kasimpasa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kasimpasa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yusuf Can Calayır e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/11/2034
Adem Arous desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ercüment Sancaklı, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Avaliado com 7.56. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adem Arous estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Selahattin Sevim, e o treinador deixou.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kasimpasa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Segue-se o Erzurumspor, e há um homem no balneário do Kasimpasa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kasimpasa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Selahattin Sevim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
23 dias de fora para Denis Drăguş depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kasimpasa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kasimpasa, e não vai ser retirado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kasimpasa sabem-no.
Plantel16/10/2034
Palavras no treino do Kasimpasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adem Arous está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Goztepe, e há um homem no balneário do Kasimpasa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mustafa Fettahoğlu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kasimpasa as despedidas começaram em silêncio.
Yusuf Can Calayır e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sergio Ortíz e o Kasimpasa acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Sinan Dervisoglu acabou de assinar pelo Kasimpasa e, por uma vez, a resposta importava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Kasimpasa, mais uma semana sem a assinatura de Ercüment Sancaklı.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kasimpasa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Emre Can Duran será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kasimpasa as despedidas começaram em silêncio.
Jogo23/09/2034
Não se vê o fim da espera do Kasimpasa por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kasimpasa tem de arrancar um resultado de algum lado.
Ercüment Sancaklı e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/09/2034
Palavras no treino do Kasimpasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adem Arous está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kasimpasa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo16/09/2034
Não se vê o fim da espera do Kasimpasa por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kasimpasa tem de arrancar um resultado de algum lado.
Yusuf Can Calayır esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/09/2034
Palavras no treino do Kasimpasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adem Arous está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Igdir FK vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Joaquín Plaza pré-acordou a mudança para o Kasimpasa, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
65 dias de fora para Denis Drăguş depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kasimpasa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $138.2K do que o Kasimpasa pagou por Berkay Arı é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Manisa FK ninguém diz, e no Kasimpasa ninguém gosta de estar a adivinhar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kasimpasa podem fingir não ter ouvido.
Direção04/09/2034
O Kasimpasa fecha o mercado com um plantel feito por si
31 entradas e 39 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Yusuf Can Calayır e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Kasimpasa sobre quem trabalha
79 dias de fora para Denis Drăguş depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kasimpasa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Ercüment Sancaklı marcou, foi avaliado com 7.71 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kasimpasa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel21/08/2034
Palavras no treino do Kasimpasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jesper Ceesay está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelNo Kasimpasa ainda são estranhos uns para os outros
A série sem derrotas chega aos 19 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 86 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kasimpasa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kasimpasa podem fingir não ter ouvido.
Yusuf Can Calayır e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção14/08/2034
10 jogadores da formação sobem à equipa principal do Kasimpasa
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Galatasaray fica com o seu homem, e o Kasimpasa volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 93 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kasimpasa, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Adem Arous e o Kasimpasa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Kasimpasa nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel07/08/2034
Jesper Ceesay desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Kasimpasa, mais uma semana sem a assinatura de Emre Can Duran.
107 dias de fora para Denis Drăguş depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kasimpasa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Hatayspor por Ercüment Sancaklı foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kasimpasa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kasimpasa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tunahan Basak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Kasimpasa pode pedir e sobe o salário que Emre Can Duran pode exigir.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kasimpasa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kasimpasa podem fingir não ter ouvido.
Adem Arous e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Galatasaray fica com o seu homem, e o Kasimpasa volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesper Ceesay estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Kasimpasa não o segura a fingir o contrário.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Kasimpasa, mais uma semana sem a assinatura de Halim Yükseloğlu.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kasimpasa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Samsunspor queria mais do que $1.0M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel10/07/2034
Palavras no treino do Kasimpasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jesper Ceesay está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Kasimpasa vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
131 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Fenerbahce perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Fenerbahce já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta seguiu esta semana para o Rizespor, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Fenerbahce ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A proposta do Kasimpasa por Batuhan Çelik foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.0M — um clube que quer Ekrem Terzi ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fenerbahce coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Fenerbahce sobre quem trabalha
O bancoGiuliano Simeone tornou-se um homem de confiança do treinador
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Fenerbahce
Verba acordada, salário acordado, e o Fenerbahce à espera com uma camisola. No Kasimpasa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kasimpasa, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Emre Can Duran será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kasimpasa as despedidas começaram em silêncio.
Alvos de mercado26/06/2034
$650.0K põem os clubes de acordo sobre Ravil Tagir
O Adana Demirspor aceitou o dinheiro. O que o Kasimpasa ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Goztepe fica com o seu homem, e o Kasimpasa volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Hatayspor por Ercüment Sancaklı foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kasimpasa, e não vai ser retirado.
$1.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Rizespor pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.0M — um clube que quer Yasir Boz ao ponto de perguntar duas vezes.
Adem Arous e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesper Ceesay estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kasimpasa já se começa a dizer o nome dele no passado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $711.6K — um clube que quer Seyfi Kıskanç ao ponto de perguntar duas vezes.
O Kasimpasa perguntou e o Rizespor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Fenerbahce para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kasimpasa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Plantel29/05/2034
Palavras no treino do Kasimpasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Denis Drăguş está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kasimpasa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Javi Castro tem 33 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.