Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vitebsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alexander Prass será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitebsk as despedidas começaram em silêncio.
Artem Isik esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marius Dragusin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.36 na ficha, e os adeptos do Vitebsk saíram a repetir um nome.
Plantel24/03/2042
Evgeniy Novykh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Vitebsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Arsenal Dzerzhinsk defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vitebsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Vitebsk já falam dele no passado.
Notas dos jogadores17/03/2042
Uwe Voigt, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.67
Um 7.67 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 25 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergio Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Uwe Voigt tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vitebsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Akram Bendada produziu-o, e o 7.85 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Artem Isik esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/03/2042
Sergio Rodríguez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vitebsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitebsk, e não vai ser retirado.
O negócio que levaria Marko Mady para o Volna Pinsk caiu na fase final e ele reapresenta-se no Vitebsk com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vitebsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitebsk, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marius Dragusin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitebsk as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noa Bilić, e o treinador deixou.
Plantel17/02/2042
Elmir Avdić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos, média de 7.16, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sergio Rodríguez está a viver essa versão no Vitebsk, e costuma notar-se no primeiro mês.
Posição 12 e 19 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vitebsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Akram Bendada esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marius Dragusin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Vitebsk está a esgotar-se.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Kirill Chalavach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Vitebsk estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Os balanços não querem saber de forma nem de à volta de quem o treinador tencionava construir. A direção decidiu que é precisa uma venda, e só falta saber que nome acaba por carregá-la.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vitebsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.16 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Vitebsk têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Evgeniy Novykh e o Vitebsk acertam mais 2 anos.
Akram Bendada esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Posição 12 e 19 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/12/2041
Marius Dragusin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitebsk, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Walid Hamdi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitebsk as despedidas começaram em silêncio.
Tem 21 anos, média de 7.16, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Valentín Leguizamón esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marius Dragusin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É a manhã em que uma cidade descobre o que andaram a fazer as contas enquanto ela olhava para o futebol. A dívida é reduzida a algo pagável e é o futebol que paga a fatura, em pontos.
12.º lugar, 19 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.
Plantel02/12/2041
O veredicto de uma época sobre Uwe Voigt: o melhor da sua idade
O Vitebsk tem um jogador de 21 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marko Mady será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitebsk as despedidas começaram em silêncio.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Vitebsk beneficiou disso.
As regras permitem-no e dói na mesma. Marko Mady acertou condições com o Naftan para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Em resumo
PlantelMarius Dragusin desentende-se com um colega por causa das exigências
DireçãoOs salários levam 291% do que Vitebsk recebem
A supervisão levanta-se, a proibição de contratar vai com ela, e o clube pode voltar a assinar por um jogador. Ninguém quer descrever o ano que custou, e ninguém o vai esquecer.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 119 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitebsk, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vitebsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel04/11/2041
Akram Bendada desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Vitebsk toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/10/2041
Marius Dragusin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 423% do que Vitebsk recebem
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alexander Prass será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitebsk as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marius Dragusin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Giulio Simi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marko Mady, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitebsk, e não vai ser retirado.
A proposta do Volna Pinsk por Kibou Saïdi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Liam Cunningham será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitebsk as despedidas começaram em silêncio.
Alberto Lunghi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A raiva no Vitebsk transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitebsk, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Uwe Voigt não precisou: 7.75, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A proposta do Smorgon por Alexander Prass foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alexandr Svirskiy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/08/2041
Alberto Lunghi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Uwe Voigt tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Uwe Voigt, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.04
Um 8.04 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitebsk, e não vai ser retirado.
A proposta do Lida por Walid Hamdi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marko Mady está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Posição 11 e 22 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Uwe Voigt produziu-o, e o 8.86 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A proposta do Slavia Mozyr por Uwe Voigt foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Dnepr Mogilev vai fazer a chamada por Alberto Lunghi esta semana. O Vitebsk tem um número em mente, e o número não é tímido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alberto Lunghi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Marko Mady tem a sua resposta do Vitebsk; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vitebsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Dnepr Mogilev por Alberto Lunghi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Notas dos jogadores22/07/2041
Uwe Voigt, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.09
Um 8.09 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Mercado22/07/2041
Tão perto: a transferência de Kibou Saïdi morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Volna Pinsk seguiu em frente, Kibou Saïdi apresenta-se de volta no Vitebsk, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.87 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Uma média de 7.11 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Vitebsk sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Alberto Lunghi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Slutsk por Uwe Voigt foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Vitebsk merecia melhor, e ele também.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Liam Cunningham será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitebsk as despedidas começaram em silêncio.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Vitebsk e do Bumprom Gomel por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
PlantelAlberto Lunghi desentende-se com um colega por causa das exigências
DireçãoOs salários levam 367% do que Vitebsk recebem
A raiva no Vitebsk transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vitebsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marko Mady está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Vitebsk, mais uma semana sem a assinatura de Noa Bilić.
Marko Mady lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alberto Lunghi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
A raiva no Vitebsk transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vitebsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2‑4 frente ao Naftan, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vitebsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alexandr Svirskiy e o Vitebsk acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vitebsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 94 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitebsk, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores27/05/2041
Uwe Voigt, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.62
Um 7.62 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rodion Medvedev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitebsk as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alberto Lunghi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vitebsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 101 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Houve 7 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Notas dos jogadores20/05/2041
Uwe Voigt, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.76
Um 7.76 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Vitebsk sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vitebsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 108 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Uwe Voigt não precisou: 8.24, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alberto Lunghi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vitebsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas06/05/2041
A raiva no Vitebsk transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitebsk, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Walid Hamdi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitebsk as despedidas começaram em silêncio.
Plantel06/05/2041
Alberto Lunghi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 10 ações, 6.63, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Marko Mady lesiona os ligamentos do joelho — 61 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
11.º lugar, 7 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.
Notas dos jogadores29/04/2041
Uwe Voigt, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.85
Um 7.85 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/04/2041
Kibou Saïdi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Marko Mady lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Federico Terlizzi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitebsk as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alberto Lunghi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexandr Svirskiy. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
76 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vitebsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitebsk, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Evgeniy Novykh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitebsk as despedidas começaram em silêncio.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.42 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Plantel15/04/2041
Alberto Lunghi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitebsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.