Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ittihad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ittihad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bryan Song estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Al-Ittihad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al-Ittihad, mais uma semana sem a assinatura de Mohammed Abdulrahman.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thando Buthelezi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ittihad as despedidas começaram em silêncio.
Toda a gente no Al-Ittihad viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bryan Song estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Disseram uma coisa a Turki Al-Madani e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohammed Al-Qahtani está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abdullah Al-Bishi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marwan Al-Sahafi e o Al-Ittihad acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Dion Lopy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/03/2036
Bryan Song desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Hussain Al-Zarie sai dessa comparação dentro da equipa, e o Al-Ittihad beneficiou de cada uma dessas tardes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Mohammed Al-Qahtani regressa a Al-Ittihad com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jean Charles Ahoua será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ittihad as despedidas começaram em silêncio.
Mohammed Abdulrahman e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/02/2036
Bryan Song desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco11/02/2036
Dion Lopy tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ittihad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Al-Ittihad foi ao Hajer com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rakan Kaabi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ittihad as despedidas começaram em silêncio.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $495.0K — um clube que quer Bassam Hazazi ao ponto de perguntar duas vezes.
Liam Thompson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O Al-Fateh queria mais do que $400.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Ittihad ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thando Buthelezi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ittihad as despedidas começaram em silêncio.
Dion Lopy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Al-Ittihad vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Al-Ittihad já sabem disso.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco31/12/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Sami Al-Ahmadi escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
A primeira derrota em 23 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Al-Qadisiyah; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ittihad, e não vai ser retirado.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 7.01, e nenhuma delas entrará num resumo.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Em resumo
PlantelBryan Song desentende-se com um colega por causa das exigências
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jean Charles Ahoua será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ittihad as despedidas começaram em silêncio.
Dion Lopy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Plantel19/11/2035
Bryan Song desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco19/11/2035
Dion Lopy tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ittihad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dion Lopy assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ittihad ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A série sem derrotas chega aos 18 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ittihad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Liam Thompson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamed Al-Shanqeeti, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al-Ittihad sobre quem trabalha
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.88 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ittihad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Dion Lopy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al-Ahli obrigou o Al-Ittihad a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel17/09/2035
Bryan Song desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel17/09/2035
No Al-Ittihad ainda são estranhos uns para os outros
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco17/09/2035
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sami Al-Ahmadi, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
O novo treinador do Al-Ittihad já trabalhou com Abdulrahman Al-Sanbi e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Ittihad já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ittihad, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jean Charles Ahoua será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ittihad as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ittihad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamed Al-Shanqeeti, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelBryan Song desentende-se com um colega por causa das exigências
O bancoDion Lopy tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Ittihad já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Ittihad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ittihad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ittihad podem fingir não ter ouvido.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Qadisiyah ninguém diz, e no Al-Ittihad ninguém gosta de estar a adivinhar.
A verba é $1.7M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Al-Qadisiyah negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Dion Lopy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/06/2035
Chris-Kévin Nadje desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Al-Ittihad joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Paul Magit não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Mojzel à espera com uma camisola. No Al-Qadisiyah ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Qadisiyah está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Qadisiyah ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Turki Al-Madani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O novo treinador do Al-Qadisiyah já trabalhou com Abdullah Al-Zaid e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ittihad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Ittihad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Al-Ittihad e o Al-Qadisiyah acertaram em $1.7M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $41.1K do que o Al-Ittihad pagou por Felix Boateng é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
A proposta seguiu esta semana para o Al-Qadisiyah, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Qadisiyah perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Qadisiyah, e não vai ser retirado.
Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al-Qadisiyah ofereceu $230.0K; o Hajer disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Toda a gente deixou de fingir: o Al-Ittihad vai fazer a chamada por Bryan Song esta semana. O Al-Qadisiyah tem um número em mente, e o número não é tímido.
O Al-Qadisiyah perguntou e o Al-Khaleej disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel18/06/2035
Paul Magit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Qadisiyah perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Al-Qadisiyah foi ao Hajer com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Turki Al-Madani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Wehda fica com o seu homem, e o Al-Qadisiyah volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel11/06/2035
Palavras no treino do Al-Qadisiyah sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bryan Song está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Al-Qadisiyah já trabalhou com Abdullah Al-Zaid e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Qadisiyah, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al-Qadisiyah toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
A proposta do Al-Diriyah por Ibrahim Azzam foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al-Qadisiyah perguntou e o Al-Fateh disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thamer Al-Shahrani, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al-Qadisiyah, mais uma semana sem a assinatura de Bryan Song.
O Al-Qadisiyah já telefonou ao Al-Ittihad. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Al-Qadisiyah já telefonou ao Al-Wehda. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Bryan Song foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Sanele Sikhosana acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Al-Qadisiyah substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Paul Magit estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco26/03/2035
Mohau Nkota tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Qadisiyah dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mohau Nkota assinar alguma coisa — um contrato no Al-Qadisiyah ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Al-Qadisiyah que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Turki Al-Madani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Plantel26/02/2035
Paul Magit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Avaliado com 7.74. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Al-Qadisiyah fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
O banco26/02/2035
Mohau Nkota tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Qadisiyah dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A desvantagem de 2 golos foi real e a recuperação também. Mohau Nkota esteve no centro, o Hajer no fim, e quem saiu cedo vai ouvir falar desta tarde durante anos.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ali Al-Mahdawi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Qadisiyah ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Qadisiyah, e 1 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Qadisiyah perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel25/09/2034
9 caras novas e o Al-Qadisiyah ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Plantel25/09/2034
Ali Al-Mahdawi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Al-Taawoun? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
135 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Qadisiyah perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Najran à espera com uma camisola. No Al-Qadisiyah ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Al-Qadisiyah ofereceu $410.0K; o Al-Wehda disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Al-Qadisiyah perguntou e o Al-Khaleej disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Paul Magit estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Ittihad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ittihad, e não vai ser retirado.
O Al-Ittihad foi ao Al-Hilal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Dion Lopy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/06/2034
Palavras no treino do Al-Ittihad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hammam Al-Hammami está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jean Charles Ahoua e o Al-Ittihad acertam mais 3 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.