Faik Sakar

Meio-campista - Vaduz
27 Mar 2033
Domingo
Processo

Marcado para Faik Sakar

333 Edição

A Gazeta de Vaduz

13/12/2032
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Plantel

50 dias de fora para Íñigo Arguibide depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vaduz vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Jogo

Fim de época: 6.º lugar para o Vaduz

O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 26 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.

Mercado

Caio Valle põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vaduz, e não vai ser retirado.

O banco

Endri Dema guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Vaduz pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Troca de palavras no Vaduz

Tim Goller e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Elias Pihlström desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Alessandro Torri faz a diferença pelo Vaduz contra o Étoile Carouge

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alessandro Torri. 1‑0 sobre o Étoile Carouge, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

O banco

O treinador faz de Faik Sakar um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Vaduz e Kristian Mandić

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Vaduz, mais uma semana sem a assinatura de Kristian Mandić.

Em resumo

  • Plantel 7 caras novas e o Vaduz ainda se está a conhecer
  • Notas dos jogadores Elias Pihlström acima de tudo
  • O banco A vista do banco
Edições anteriores
326 Edição

A Gazeta de Vaduz

25/10/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

100 dias de fora para Íñigo Arguibide depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vaduz vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Elias Pihlström

Dribles concretizados: 24. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Um desentendimento no Vaduz

Frederik Carstensen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Lucas Pioli consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Lucas Pioli acabou de assinar pelo Vaduz e, por uma vez, a resposta importava.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Vaduz

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Elias Pihlström estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Vaduz despacha o Stade Nyonnais

Três pontos para o Vaduz: um 2‑0 diante do Stade Nyonnais num duelo decidido por pormenores.

O banco

O treinador faz de Nathan Fraser um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Frederik Carstensen no seu melhor

Avaliado com 8.32. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Vaduz.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Faik Sakar

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.17, e nem uma objeção no estádio.

Em resumo

323 Edição

A Gazeta de Vaduz

04/10/2032
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

121 dias de fora para Íñigo Arguibide depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vaduz vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

O banco

Ramon Pascal Lundqvist guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Vaduz pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Endri Dema está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vaduz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Frederik Carstensen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vaduz coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Elias Pihlström desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Em Vaduz, 195% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Jogo

Vaduz fica aquém diante do St. Gallen

O St. Gallen levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

O treinador faz de Vincent Nvendo um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Vaduz e Wille Jakobsson

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Vaduz, mais uma semana sem a assinatura de Wille Jakobsson.

Em resumo

319 Edição

A Gazeta de Vaduz

06/09/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Caio Valle entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vaduz podem fingir não ter ouvido.

Direção

O prazo passa com 20 contratações e 30 saídas

Está feito o negócio no Vaduz até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Mercado

Endri Dema tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Vaduz já falam dele no passado.

Plantel

Silas Ostrzinski assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Silas Ostrzinski e o Vaduz acertam mais 4 anos.

Plantel

Os ânimos aquecem no Vaduz

Orges Bunjaku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Vaduz

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Frederik Carstensen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

O Basel avisa o Vaduz: Carlos Forbs não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Direção

Os salários engolem 166% das receitas do Vaduz

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Não há esconderijo para Faik Sakar

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Faik Sakar, e o treinador deixou.

Em resumo

303 Edição

A Gazeta de Vaduz

17/05/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Vincent Nvendo lesiona os ligamentos do joelho — 62 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 62 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Mahamadou Kanouté está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vaduz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Os ânimos aquecem no Vaduz

Mika Haas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

Os salários engolem 140% das receitas do Vaduz

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

Plantel

Faik Sakar desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Conversas entre Vaduz e Silas Ostrzinski empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Plantel

Jerson Ortiz quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Vaduz ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

O banco

Elias Pihlström é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Elias Pihlström está nela.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Leon-Oumar Wechsel

Faltam 1 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Vaduz poderiam receber por ele.

Em resumo

300 Edição

A Gazeta de Vaduz

26/04/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Vincent Nvendo

84 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vaduz perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Um desentendimento no Vaduz

Damián e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Vaduz sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Faik Sakar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Mamadou Koné quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Vaduz sabem-no.

O banco

Frederik Carstensen bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Vaduz, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

O treinador faz de Ramon Pascal Lundqvist um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

294 Edição

A Gazeta de Vaduz

15/03/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Vincent Nvendo

126 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vaduz perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Yegor Balitskiy entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vaduz podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Um desentendimento no Vaduz

Orges Bunjaku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Faik Sakar desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Vaduz e Wille Jakobsson falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Plantel

Jerson Ortiz quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Vaduz ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

O banco

Wille Jakobsson bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Vaduz, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Elias Pasche é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Elias Pasche está nela.

O banco

Tomás Aguirre ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

291 Edição

A Gazeta de Vaduz

23/02/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Os ânimos aquecem no Vaduz

Frederik Carstensen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Vaduz sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Faik Sakar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Mamadou Koné quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Vaduz sabem-no.

Direção

Os salários levam 111% do que Vaduz recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Quando importa, Elias Pihlström joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Zack Stritch ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Elias Pasche pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

Leon-Oumar Wechsel deixa correr o contrato

Faltam 3 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Vaduz.

O banco

Prometeram minutos a Alessandro Torri

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Alessandro Torri apontou a data.

Em resumo

284 Edição

A Gazeta de Vaduz

05/01/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Mamadou Koné põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vaduz, e não vai ser retirado.

Plantel

Elias Pihlström distinguido pela época

O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Vaduz aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.

Alvos de mercado

Jérôme Bertrand está a uns exames médicos do Vaduz

O negócio com o Servette está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Plantel

Frederik Carstensen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vaduz coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Vaduz sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felix Bacher está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador faz de Elias Pasche um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Vaduz e Mahamadou Kanouté falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Plantel

Martín Espinoza quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Vaduz ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Alvos de mercado

O Vaduz tenta Elias Filet por empréstimo

Perguntou-se ao Zurich se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Em resumo

  • Direção Vaduz assinam um acordo de $340.0K por ano
  • O banco Faik Sakar bate à porta do treinador
  • O banco Yegor Balitskiy tornou-se um homem de confiança do treinador
278 Edição

A Gazeta de Vaduz

24/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Kayky Almeida põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vaduz, e não vai ser retirado.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Vaduz

13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

O banco

Mats Seiler diz que o Vaduz não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Os ânimos aquecem no Vaduz

Felix Bacher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Notas dos jogadores

Leonardo Piran encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Mika Haas desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Kayky Almeida quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Vaduz ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Notas dos jogadores

Os dois trabalhos feitos por Faik Sakar — 6.57

Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 11 ações, 6.57, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.

O banco

Não há esconderijo para Kayky Almeida

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kayky Almeida, e o treinador deixou.

Em resumo

277 Edição

A Gazeta de Vaduz

17/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

O Vaduz recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 30 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

O banco

Elias Pasche diz que o Vaduz não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

Yegor Balitskiy entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vaduz podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Troca de palavras no Vaduz

Mika Haas e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Palavras no treino do Vaduz sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahamadou Kanouté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

O tempo está a apanhar Ramon Pascal Lundqvist

Toda a gente no Vaduz viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.

O banco

Faik Sakar ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Jerson Ortiz quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Vaduz sabem-no.

O banco

O Vaduz cumpre a palavra dada a Faik Sakar

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

Em resumo

271 Edição

A Gazeta de Vaduz

06/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Mamor Niang tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Vaduz já falam dele no passado.

O banco

Mats Seiler: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Vaduz nada responderam, o que também é uma resposta.

Jogo

O Vaduz torna a sua casa um sítio difícil de visitar

11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.

Plantel

Troca de palavras no Vaduz

Faik Sakar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

Os salários engolem 164% das receitas do Vaduz

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Não há esconderijo para Elias Pasche

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Elias Pasche, e o treinador deixou.

Mercado

Conversas entre Vaduz e Mahamadou Kanouté empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Plantel

Jogador do mês: Elias Pihlström

Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Vaduz prefere.

Notas dos jogadores

Elias Pihlström foi a diferença para o Vaduz

Avaliado com 7.51. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.

Em resumo

270 Edição

A Gazeta de Vaduz

29/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Sem piedade do Vaduz

O Neuchâtel Xamax vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Vaduz foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Jogo

Ninguém acima do Vaduz

Primeiro, com 21 pontos. A tabela é um facto, e um facto pode ser apreciado, que é até onde alguém no clube está disposto a ir em público.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Vaduz

10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Plantel

Elias Pasche em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vaduz coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Elias Pihlström jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.42. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Leonardo Piran

Nota 8.19 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

Palavras no treino do Vaduz sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Faik Sakar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Não há esconderijo para Mamor Niang

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mamor Niang, e o treinador deixou.

O banco

O veredicto do treinador

“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Kevin Kobel foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.

Em resumo

269 Edição

A Gazeta de Vaduz

22/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

O Vaduz recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 18 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Mercado

Mamor Niang põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vaduz, e não vai ser retirado.

O banco

Mamadou Koné diz que o Vaduz não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Os ânimos aquecem no Vaduz

Elias Pasche esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Tarde má para o Vaduz diante do Étoile Carouge

1‑3 para o Étoile Carouge, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Antevisão

Duelo no topo para o Vaduz

Segue-se o Neuchâtel Xamax, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.

Plantel

Faik Sakar desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Sem tempo para o Étoile Carouge assentar

O golo que pôs o Étoile Carouge na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Vaduz empatou, 4 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.

Jogo

O Étoile Carouge trava a série do Vaduz nos 4 jogos

Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.

Em resumo

258 Edição

A Gazeta de Vaduz

07/07/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Abdoulaye Diaby parte um osso — 45 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Jogo

Vaduz estão lá em cima

2.º lugar e 30 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Mercado

Bruno López põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vaduz, e não vai ser retirado.

Plantel

Um desentendimento no Vaduz

Elias Pasche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Thomas van den Belt desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Alvos de mercado

O Vaduz leva uma nega por Elias Filet

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zurich fica com o seu homem, e o Vaduz volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Faik Sakar já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Faik Sakar saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

Alvos de mercado

O Vaduz pergunta por Francisco Domingues

Uma sondagem ao Young Boys para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Alvos de mercado

O Vaduz tenta Matthieu Epolo por empréstimo

Perguntou-se ao Basel se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Em resumo

250 Edição

A Gazeta de Vaduz

12/05/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Abdoulaye Diaby de fora 102 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vaduz falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Jogo

O Vaduz recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 30 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Mercado

Alvin Petit Dol põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vaduz, e não vai ser retirado.

Plantel

Troca de palavras no Vaduz

Faik Sakar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Bruno López desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Andrés Correa de fora 18 dias

A enfermaria confirma 18 dias de paragem para Andrés Correa, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

O banco

Quando importa, Elias Pasche joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

O treinador faz de Moritz Troindl um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Conversas entre Vaduz e Yegor Balitskiy empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Em resumo