Kazuki Fukushima lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Avispa Fukuoka falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Avispa Fukuoka marcou aos 93, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
1 para Takumi Kamijima, avaliado com 7.99, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kohei Okuno e o Avispa Fukuoka acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/08/2026
Yota Maejima desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Takumi Kamijima. 2‑1 sobre o Albirex Niigata, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.