A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hajduk Split perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Marko Bulat não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
William Clem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/07/2033
Álvaro Carrillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mateo Lisica está nela.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O ŁKS Łódź tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hajduk Split já se começa a dizer o nome dele no passado.
Isto não é rotação. German Ignatov está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Hajduk Split finge o contrário.
Plantel27/06/2033
Palavras no treino do Hajduk Split sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Cvijanović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adam Huram esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco27/06/2033
Šimun Hrgović tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hajduk Split dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fran Čuljak, e o treinador deixou.
Verba acordada, salário acordado, e o Orijent 1919 à espera com uma camisola. No Hajduk Split ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Lokomotiva Zagreb por Antonio Fiori foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Rudar Velenje tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hajduk Split, e não vai ser retirado.
Marko Soldo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/06/2033
Álvaro Carrillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco13/06/2033
Matija Frigan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hajduk Split dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e William Clem treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Hajduk Split ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Verba acordada, salário acordado, e o Istra 1961 à espera com uma camisola. No Hajduk Split ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hajduk Split ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
William Clem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ivan Cvijanović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Hajduk Split aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Abu Kamara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/05/2033
Marko Bulat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
24 jogos longe daqui e 10 deles sem sofrer. O Hajduk Split emprestou um guarda-redes para que jogasse e recebeu de volta um problema de escolha: quem tem a camisola passa a ter atrás de si alguém que jogou uma época inteira.
Mercado30/05/2033
Marko Bulat regressa de um empréstimo que resultou
16 jogos e 2 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Šimun Hrgović está nela.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Karlo Sentić pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Em resumo
O bancoMarkus Wæhler pede uma conversa com o treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Álvaro Carrillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ethan Erhahon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Hajduk Split pode pedir e sobe o salário que Antonio Fiori pode exigir.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o NK Osijek; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Niko Farkaš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santiago Silva, e o treinador deixou.
Plantel04/04/2033
Ivan Cvijanović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hajduk Split falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hajduk Split, e não vai ser retirado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Álvaro Carrillo está a viver essa versão no Hajduk Split, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hajduk Split pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Álvaro Carrillo compromete-se com o Hajduk Split por mais 4 anos.
O banco07/03/2033
Šimun Hrgović tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hajduk Split dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoAnte Majer regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
As bancadasToda a gente tem uma opinião sobre Álvaro Carrillo
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hajduk Split falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hajduk Split já falam dele no passado.
Plantel21/02/2033
Ivan Cvijanović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Stavros Pilios esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco21/02/2033
Matija Frigan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hajduk Split dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Emprestados21/02/2033
7 balizas a zeros por empréstimo para Karlo Sentić
21 jogos no Kustosija e os golos deixaram de entrar. O Hajduk Split emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e German Ignatov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
42 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Ivan Barić agarrou este contra o Cibalia. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Hajduk Split.
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ivan Barić produziu-o, e o 8.82 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hajduk Split perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Niko Farkaš regressa a Hajduk Split com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Em resumo
DireçãoO prazo passa com 4 contratações e 6 saídas
Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Hajduk Split beneficiou disso.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hajduk Split ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Croatia Zmijavci fica com o seu homem, e o Hajduk Split volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel03/01/2033
Palavras no treino do Hajduk Split sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. German Ignatov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Quadri Adediran
O NK Osijek vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Timon Kikec pré-acordou a mudança para o Hajduk Split, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
David Kalem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ivan Cvijanović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
14 jogos no Jadran Luka Ploce e os golos deixaram de entrar. O Hajduk Split emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Hajduk Split pode pedir e sobe o salário que Anton Matković pode exigir.
39 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Matija Frigan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.23 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Plantel29/11/2032
Palavras no treino do Hajduk Split sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Cvijanović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hajduk Split ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Isto não é rotação. Anton Matković está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Hajduk Split finge o contrário.
Plantel15/11/2032
Palavras no treino do Hajduk Split sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Cvijanović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Hajduk Split daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Jadran Luka Ploce segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Antonio Fiori está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Julius Beck, e o treinador deixou.
8 golos em 14 jogos no Dubrava — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Hajduk Split alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Šimun Hrgović não desaparece
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Cvetko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hajduk Split as despedidas começaram em silêncio.
Abu Kamara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Orijent 1919 vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Marios Praxitelous Al-Herek pré-acordou a mudança para o Hajduk Split, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Hajduk Split, e 3 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
Plantel11/10/2032
Ognjen Bakić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco11/10/2032
Antonio Fiori tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hajduk Split dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hajduk Split, mais uma semana sem a assinatura de German Ignatov.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Luka Stojković produziu-o, e o 8.19 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel04/10/2032
Ognjen Bakić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Minuto 90, frente ao Orijent 1919, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hajduk Split foi explícito quanto à situação de German Ignatov, o que é mais do que muitos recebem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hajduk Split já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Abu Kamara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/08/2032
Marko Bulat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hajduk Split já se começa a dizer o nome dele no passado.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hajduk Split perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O NK Osijek tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Hajduk Split marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
A proposta do NK Osijek por Anton Matković foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hajduk Split pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hajduk Split, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Toni Fruk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marko Bulat estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hajduk Split ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Antonio Fiori está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hajduk Split ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Toni Fruk e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/05/2032
Viktor Kun consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Viktor Kun acabou de assinar pelo Hajduk Split e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel03/05/2032
Marko Bulat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Scott McKenna e o Hajduk Split acertam mais 2 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jan Hlapčić, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hajduk Split, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hajduk Split ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hajduk Split a ouviu como outra coisa.
Marko Soldo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/02/2032
Marko Bulat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Toni Fruk está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jan Hlapčić, e o treinador deixou.
O Hajduk Split torna a sua casa um sítio difícil de visitar
29 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Vitória por 1‑0 sobre o Orijent 1919, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hajduk Split perdeu-o em tudo menos nos papéis.
24 golos em 23 jogos no Basaksehir — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Hajduk Split alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hajduk Split pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dimitrije Kamenović será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hajduk Split as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do BSK Bijelo Brdo por Mathieu Acapandié foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel09/02/2032
Marko Bulat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. German Ignatov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no HNK Rijeka as despedidas começaram em silêncio.
Leonel Picco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Brown estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luka Stojković está nela.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Luka Stojković ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jordan Brown treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no HNK Rijeka, mais uma semana sem a assinatura de Bendegúz Farkas.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Tosin Olawale
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do HNK Rijeka, e não vai ser retirado.
Leonel Picco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Brown estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Khariton Ayvazyan e o HNK Rijeka acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Darijo Petkov depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matija Frigan está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Max O'Leary, e o treinador deixou.
1‑0 frente ao Iberia 1999, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 86, e o Iberia 1999 passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No HNK Rijeka ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Leonel Picco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O HNK Rijeka não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Em resumo
PlantelJordan Brown desentende-se com um colega por causa das exigências
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que HNK Rijeka podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Cheikh Mbacke Diop e o HNK Rijeka acertam mais 4 anos.
Leonel Picco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o HNK Rijeka beneficiou disso.
Plantel17/11/2031
Palavras no treino do HNK Rijeka sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Brown está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. German Ignatov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no HNK Rijeka as despedidas começaram em silêncio.
Leonel Picco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e German Ignatov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Tom Lacoux está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Darijo Petkov podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
1‑2 frente ao Austria Wien. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 85, e o NK Osijek passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: German Ignatov. 1‑0 sobre o NK Osijek, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Simon La Mantia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que HNK Rijeka podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no HNK Rijeka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/10/2031
German Ignatov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O banco13/10/2031
Matija Frigan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no HNK Rijeka dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no HNK Rijeka, mais uma semana sem a assinatura de Feliciano de Ruijter.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o HNK Rijeka pode pedir e sobe o salário que German Ignatov pode exigir.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O HNK Rijeka perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Lokomotiva Zagreb vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O HNK Rijeka foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
0‑2 frente ao Zurich. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Leonel Picco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 58 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel22/09/2031
Géza Dávid Turi lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
0‑0 frente ao Iberia 1999, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 10 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Leonel Picco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Simon La Mantia tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e German Ignatov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresŠimun Butić passa por eles um de cada vez
65 dias de fora para Jordan Brown depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O HNK Rijeka vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do HNK Rijeka, e não vai ser retirado.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
As regras permitem-no e dói na mesma. German Ignatov acertou condições com o Hajduk Split para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no HNK Rijeka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fran Topić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O HNK Rijeka não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Josip Posavec lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Kustosija tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hajduk Split ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel15/09/2031
Palavras no treino do Hajduk Split sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marko Bulat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Kristijan Jakić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 6 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que HNK Rijeka podem fingir não ter ouvido.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O NK Domzale tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $71.2K do que o HNK Rijeka pagou por Ivica Ivušić é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no HNK Rijeka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel08/09/2031
Leonel Picco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O HNK Rijeka não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.