Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/12/2028
Kévin Danois desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jarleysom quer futebol continental; se o AS Saint-Etienne o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O AS Saint-Etienne disse a Himad Abdelli que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AS Saint-Etienne pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Samson Baidoo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AS Saint-Etienne foi explícito quanto à situação de Marius Noubissi, o que é mais do que muitos recebem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Saint-Etienne, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mahmoud Jaber assinar alguma coisa — um contrato no AS Saint-Etienne ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o RC Strasbourg com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Em resumo
Emprestados6 balizas a zeros por empréstimo para Mamadou Diop
Verba acordada, salário acordado, e o RWDM à espera com uma camisola. No AS Saint-Etienne ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O AS Saint-Etienne foi ao RC Lens com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Iliya Gruev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Samson Baidoo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monaco fica com o seu homem, e o AS Saint-Etienne volta a uma lista com um nome riscado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Robert Marty passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do RC Strasbourg já se começa a dizer o nome dele no passado.
A verba é $4.7M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Stade Briochin negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O RC Strasbourg foi ao USL Dunkerque com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.1M — um clube que quer Moussa Niakhaté ao ponto de perguntar duas vezes.
Joaquín Panichelli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O RC Strasbourg perguntou e o LOSC Lille disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o RC Strasbourg vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Orkun Kökçü e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Omari Kellyman, e o treinador deixou.
Plantel27/03/2028
Palavras no treino do RC Strasbourg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pierre-Yves Hamel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Orkun Kökçü assinar alguma coisa — um contrato no RC Strasbourg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no RC Strasbourg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no RC Strasbourg, mais uma semana sem a assinatura de Amor Layouni.