Jean Mineiro

Lateral Esquerdo - Humaitá
18 Dez 2028
Segunda-feira
Processo

Marcado para Jean Mineiro

121 Edição

O Correio de Humaitá

20/11/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Lucas Hulk entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Humaitá podem fingir não ter ouvido.

O banco

Wander afastado no Humaitá

Isto não é rotação. Wander está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Humaitá finge o contrário.

Plantel

Um desentendimento no Humaitá

Edílson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Humaitá

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manuel Bouvet estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Wander ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Antevisão

Tudo se joga contra o Imperatriz

Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Humaitá sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.

Direção

A dívida de Humaitá chega aos $4.6M

Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.

O banco

Connor Acosta bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Humaitá, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Jean Mineiro apontado a uma saída

O nome de Jean Mineiro não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Humaitá nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

Edições anteriores
116 Edição

O Correio de Humaitá

16/10/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Connor Acosta põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Humaitá, e não vai ser retirado.

Plantel

Edílson em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Humaitá coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Manuel Bouvet desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Roni afastado no Humaitá

Isto não é rotação. Roni está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Humaitá finge o contrário.

O banco

O treinador faz de Douglas Borges um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Cleiton Thiesen bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Cleiton Thiesen treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A história de Jean Mineiro recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jean Mineiro assinar alguma coisa — um contrato no Humaitá ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Mercado

Humaitá colocam Paulo Araujo no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Paulo Araujo pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

Antevisão

Conforto de casa à vista para o Humaitá

O Iguatu, 8.º classificado, vem à cidade no sábado. Ninguém lhe vai chamar jogo grande, e ninguém no clube o vai tratar como outra coisa.

Em resumo

113 Edição

O Correio de Humaitá

25/09/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Não se vê o fim da espera do Humaitá por uma vitória

Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Humaitá tem de arrancar um resultado de algum lado.

Mercado

Tomas Valdecantos põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Humaitá, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Mateus Fernandes encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Os ânimos aquecem no Humaitá

Manuel Bouvet esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Tarde má para o Humaitá diante do Tuna Luso

0‑1 para o Tuna Luso, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Palavras no treino do Humaitá sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Connor Acosta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Direção

Humaitá devem $4.4M

O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.

O banco

Wesley Araujo: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

Luca Moore fica de fora no jogo grande

Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Luca Moore chama-lhe outra coisa em privado.

Em resumo

112 Edição

O Correio de Humaitá

18/09/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Não se vê o fim da espera do Humaitá por uma vitória

Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Humaitá tem de arrancar um resultado de algum lado.

Mercado

Rivaldo entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Humaitá podem fingir não ter ouvido.

Notas dos jogadores

Subiu ao canto e Jean Santos resolveu — 7.35

Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Jean Santos marcou, foi avaliado com 7.35 e voltou antes de alguém dar pela falta.

Plantel

Manuel Bouvet desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Roni afastado no Humaitá

Isto não é rotação. Roni está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Humaitá finge o contrário.

O banco

Não há esconderijo para Connor Acosta

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Connor Acosta, e o treinador deixou.

Jogo

Jean Santos salva um ponto para o Humaitá

Foi preciso Jean Santos marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Maranhão, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

O banco

Wesley Araujo: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

O banco

Tomas Valdecantos bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tomas Valdecantos treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

108 Edição

O Correio de Humaitá

21/08/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Mateus Fernandes entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Humaitá podem fingir não ter ouvido.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Humaitá por uma vitória

Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Humaitá tem de arrancar um resultado de algum lado.

Jogo

Os golos abandonaram o Humaitá

3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Humaitá sabe dizer em que semana.

Plantel

Manuel Bouvet desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Roni afastado no Humaitá

Isto não é rotação. Roni está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Humaitá finge o contrário.

Plantel

Edílson chega aos 25 jogos sem sofrer

25 jogos em 67 em que ninguém marcou. A carreira de um guarda-redes conta-se em coisas que não acontecem, e nada disto aconteceu por acaso.

O banco

Não há esconderijo para Luca Moore

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Moore, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Rivaldo foi a diferença para o Humaitá

Avaliado com 7.36. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.

O banco

Wesley Araujo sobre o ponto

“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Wesley Araujo depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.

Em resumo

107 Edição

O Correio de Humaitá

14/08/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Tomas Valdecantos entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Humaitá podem fingir não ter ouvido.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Humaitá por uma vitória

Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Humaitá tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Troca de palavras no Humaitá

Edílson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Manuel Bouvet desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Manuel Bouvet

Uma nota de 7.44, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Direção

Em Humaitá não entra ninguém enquanto não sair alguém

O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Humaitá neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.

O banco

Meio satisfeito: Wesley Araujo sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

Notas dos jogadores

Nada passou por Jean Mineiro

14 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.

Jogo

Sem golos entre Humaitá e Manaus

Noventa minutos, dois guarda-redes de luvas limpas e nem um remate digno de arquivo. O Manaus será quem sai mais contente com o ponto.

Em resumo

101 Edição

O Correio de Humaitá

03/07/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Ykaro põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Humaitá, e não vai ser retirado.

Alvos de mercado

Daniel Fernandes está a uns exames médicos do Humaitá

O negócio com o São Luiz está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Alvos de mercado

Felipe Rangel não vem para o Humaitá

As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Lagarto ninguém diz, e no Humaitá ninguém gosta de estar a adivinhar.

Plantel

Um desentendimento no Humaitá

Jean Mineiro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

O dono mete $20.8K em Humaitá

É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.

Alvos de mercado

O Athletico Paranaense avisa o Humaitá: Lucas Marezi não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

Humaitá fica aquém diante do Trem

O Trem levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Direção

Humaitá não podem contratar ninguém

A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.

Plantel

Manuel Bouvet desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Em resumo

94 Edição

O Correio de Humaitá

15/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Victtor Chaves entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Humaitá podem fingir não ter ouvido.

Jogo

O Humaitá acaba com a espera diante do Parnahyba

Já ia em 10 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Plantel

Troca de palavras no Humaitá

Jean Mineiro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

As bancadas

Um dos seus: Ykaro

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Jogo

Ykaro faz a diferença pelo Humaitá contra o Parnahyba

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ykaro. 2‑0 sobre o Parnahyba, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

O banco

Não há esconderijo para Edílson

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edílson, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Ykaro no seu melhor

Avaliado com 8.39. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Humaitá.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Rivaldo no seu melhor

Avaliado com 8.19. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Humaitá.

Plantel

Manuel Bouvet desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Em resumo

88 Edição

O Correio de Humaitá

03/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Lucas Hulk parte um osso — 29 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Ykaro entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Humaitá podem fingir não ter ouvido.

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Humaitá

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Plantel

Edílson assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Edílson compromete-se com o Humaitá por mais 4 anos.

Plantel

Um desentendimento no Humaitá

Victtor Chaves e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Roni afastado no Humaitá

Isto não é rotação. Roni está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Humaitá finge o contrário.

Plantel

Manuel Bouvet desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Em Humaitá não entra ninguém enquanto não sair alguém

O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Humaitá neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.

O banco

Tomas Valdecantos bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tomas Valdecantos treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

84 Edição

O Correio de Humaitá

06/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma fratura deixa Lucas Hulk de fora 57 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Humaitá falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Ykaro pede para sair do Humaitá

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Direção

Cresce a pressão na direção do Humaitá

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Plantel

Um desentendimento no Humaitá

Victtor Chaves e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Roni afastado no Humaitá

Isto não é rotação. Roni está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Humaitá finge o contrário.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Humaitá

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manuel Bouvet estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

Em Humaitá não entra ninguém enquanto não sair alguém

O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Humaitá neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.

O banco

Caio Guimarães ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Jean Mineiro apontado a uma saída

O nome de Jean Mineiro não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Humaitá nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

80 Edição

O Correio de Humaitá

07/02/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Manuel Bouvet fora por 27 dias

27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Humaitá perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Uma fratura deixa Lucas Hulk de fora 87 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Humaitá falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Ykaro põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Humaitá, e não vai ser retirado.

Direção

Cresce a pressão na direção do Humaitá

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Plantel

Os ânimos aquecem no Humaitá

Manuel Bouvet esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Roni afastado no Humaitá

Isto não é rotação. Roni está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Humaitá finge o contrário.

Mercado

Humaitá e Wander falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

O treinador faz de Zinho um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Jean Mineiro apontado a uma saída

O nome de Jean Mineiro não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Humaitá nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

76 Edição

O Correio de Humaitá

10/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Manuel Bouvet fora por 55 dias

55 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Humaitá perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

69 dias de fora para Victtor Chaves depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Humaitá vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Ykaro entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Humaitá podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Um desentendimento no Humaitá

Victtor Chaves e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Humaitá leva uma nega por Fábio Machado

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chapecoense fica com o seu homem, e o Humaitá volta a uma lista com um nome riscado.

O banco

Não há esconderijo para Mateus Fernandes

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateus Fernandes, e o treinador deixou.

O banco

Roni afastado no Humaitá

Isto não é rotação. Roni está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Humaitá finge o contrário.

Mercado

Jean Mineiro apontado a uma saída

O nome de Jean Mineiro não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Humaitá nada diz, o que já diz muito.

O banco

Carlos Fernandes pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

70 Edição

O Correio de Humaitá

29/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Manuel Bouvet lesiona os ligamentos do joelho — 97 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Uma fratura deixa Cleiton Thiesen de fora 18 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Humaitá falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Jogo

Apito final na época do Humaitá

11.º lugar com 32 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Humaitá por uma vitória

Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Humaitá tem de arrancar um resultado de algum lado.

Notas dos jogadores

Nem sinal de nervos em Thiago Neves aos 16 — 7.64

O mais difícil de ter 16 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Thiago Neves não precisou: 7.64, e parecia o homem mais à vontade no relvado.

Plantel

Victtor Chaves em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Humaitá coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Imperatriz leva os pontos ao Humaitá

Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

Não há esconderijo para Lucas Hulk

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Hulk, e o treinador deixou.

Direção

Os salários levam 133% do que Humaitá recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Em resumo

69 Edição

O Correio de Humaitá

22/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Manuel Bouvet

104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Humaitá perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Cleiton Thiesen parte um osso — 25 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Victtor Chaves pede para sair do Humaitá

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

A espera do Humaitá continua

Já são 5 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

Os ânimos aquecem no Humaitá

Victtor Chaves esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

As contas não estão boas em Humaitá

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

O banco

Rivaldo ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Jean Mineiro

Uma nota de 7.60, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Wesley Araujo não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Humaitá também ninguém o escondia.

Em resumo

65 Edição

O Correio de Humaitá

25/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Cleiton Thiesen parte um osso — 53 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Victtor Chaves pede para sair do Humaitá

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Os ânimos aquecem no Humaitá

Victtor Chaves esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

As contas não estão boas em Humaitá

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Plantel

Palavras no treino do Humaitá sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Manuel Bouvet está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Iguatu leva os pontos ao Humaitá

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

Wesley Araujo responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

O banco

Edílson bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Edílson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

Roberto Lima ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

58 Edição

O Correio de Humaitá

06/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma fratura deixa Cleiton Thiesen de fora 104 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Humaitá falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Ykaro pede para sair do Humaitá

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Victtor Chaves em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Humaitá coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Manuel Bouvet desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Os salários engolem 138% das receitas do Humaitá

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Edílson ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Antevisão

Victtor Chaves regressa para defrontar o Águia de Marabá

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Victtor Chaves: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Humaitá a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Mercado

A história de Jean Mineiro recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jean Mineiro assinar alguma coisa — um contrato no Humaitá ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Caio Guimarães bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Caio Guimarães treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

54 Edição

O Correio de Humaitá

09/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Não se vê o fim da espera do Humaitá por uma vitória

Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Humaitá tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Troca de palavras no Humaitá

Manuel Bouvet e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

Os salários levam 147% do que Humaitá recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Tomas Valdecantos ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Cleiton Thiesen estava imparável

Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Jogo

Dois pontos saem do estádio pelo próprio pé

Empate aos 93 minutos, depois de uma tarde que o Humaitá tinha praticamente arrumada. O Independência vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.

Plantel

Humaitá perde Sérgio Carvalho

16 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.

Notas dos jogadores

Ykaro foi a diferença para o Humaitá

Avaliado com 7.80. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.

Jogo

Igualdade entre Humaitá e Independência

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

Em resumo

  • O banco Meio satisfeito: Wesley Araujo sobre o empate
  • Plantel Primeira camisola de sénior para Zinho
  • Mercado A história de Jean Mineiro recusa-se a morrer
42 Edição

O Correio de Humaitá

17/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

A espera do Humaitá continua

Já são 7 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Jogo

Os golos abandonaram o Humaitá

7 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Humaitá sabe dizer em que semana.

Plantel

Victtor Chaves em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Humaitá coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Humaitá

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manuel Bouvet estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

O treinador faz de Cleiton Thiesen um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Em Humaitá, 94% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Notas dos jogadores

Manuel Bouvet encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 15. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

Wesley Araujo: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

O banco

Jean Santos bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jean Santos treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo