58 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O ES Mostaganem perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Mostaganem, e não vai ser retirado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do ES Mostaganem está a esgotar-se.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no ES Mostaganem sabe dizer em que semana.
Direção01/02/2027
O ES Mostaganem fecha o mercado com um plantel feito por si
3 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
73 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O ES Mostaganem perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no ES Mostaganem sabe dizer em que semana.
O ES Mostaganem perguntou e o USM Alger disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Ousmane Coulibaly e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ali Haroun lesiona os ligamentos do joelho — 109 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 109 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no ES Mostaganem sabe dizer em que semana.
Idir Mokeddem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdelhafid Benamara, e o treinador deixou.
116 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O ES Mostaganem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no ES Mostaganem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
9 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
As bancadas07/12/2026
A raiva no ES Mostaganem transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O ES Mostaganem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ousmane Coulibaly e o ES Mostaganem acertam mais 1 anos.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no ES Mostaganem sabe dizer em que semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
123 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O ES Mostaganem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 12 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no ES Mostaganem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ousmane Coulibaly e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Seif Benrabah tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Mourad Bellahcene depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Palavras no treino do JS Kabylie sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aly Abeid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mohamed Réda Hamidi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mostapha Rezkallah Bott treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o JS Kabylie terá de responder com minutos ou com uma transferência.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O ES Mostaganem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Seif Benrabah, e o treinador deixou.
Minuto 88, frente ao USM Khenchela, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mourad Bellahcene depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do ES Mostaganem do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Idir Mokeddem: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o ES Mostaganem a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O ES Mostaganem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no ES Mostaganem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo24/10/2026
Não se vê o fim da espera do ES Mostaganem por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no ES Mostaganem tem de arrancar um resultado de algum lado.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no ES Mostaganem sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Mostaganem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do ES Mostaganem sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Djamel Benlamri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Mourad Bellahcene a uma sala que já as tinha ouvido.
76 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O ES Mostaganem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no ES Mostaganem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
0‑1 frente ao CS Constantine, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Houve 8 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Jogo17/10/2026
Não se vê o fim da espera do ES Mostaganem por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no ES Mostaganem tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que ES Mostaganem podem fingir não ter ouvido.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
91 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O ES Mostaganem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no ES Mostaganem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ali Haroun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco05/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Mourad Bellahcene a uma sala que já as tinha ouvido.
98 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O ES Mostaganem perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O ES Mostaganem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Brahim Benzaza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Mourad Bellahcene a uma sala que já as tinha ouvido.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o JS Kabylie.
Idir Mokeddem lesiona os ligamentos do joelho — 134 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 134 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Olympique Akbou por Abdelhafid Benamara foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Idir Mokeddem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/08/2026
Djamel Benlamri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ahmed Benayada e o ES Mostaganem acertam mais 3 anos.
Uma época a olhar para o jogador de outro: Abdelmoumen Benchabane chega do JS Kabylie com algo a provar e um bilhete de volta na gaveta. Os bons empréstimos enriquecem toda a gente; este começa no sábado.
Em resumo
MercadoYacine Brahimi colocado na lista de transferências
$19.0K era o máximo que o clube pagaria, e o ASO Chlef pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Yanis Hamache e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jaredi Teixeira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel24/08/2026
Os relatórios de treino sobre Oussama Haroun não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
A proposta do MB Rouissat por Oualid Malki foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O ES Mostaganem queria mais do que $57.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O telefone voltou a tocar por causa de Seif Benrabah, e desta vez do outro lado está o ES Ben Aknoun. No JS Kabylie ouvem com educação e não prometem nada.
O JS Kabylie já telefonou ao Olympique Lyonnais. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O JS Kabylie não o segura a fingir o contrário.
Plantel17/08/2026
Palavras no treino do JS Kabylie sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koceila Ait Idir está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
MercadoLyes Aoucheta colocado na lista de transferências
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Dhafra fica com o seu homem, e o JS Kabylie volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do MB Rouissat por Seif Benrabah foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $20.0K — um clube que quer Zakaria Haddouche ao ponto de perguntar duas vezes.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o SuperSport United fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Mohamed Réda Hamidi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.