23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Racing Santander perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Íñigo Vicente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/12/2031
Josen Escobar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edgar Páez, e o treinador deixou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Racing Santander, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Racing Santander coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.
A forma vai e vem; esta não foi. Petar Đoković tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel18/08/2031
Pablo García desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção18/08/2031
11 jogadores da formação sobem à equipa principal do Racing Santander
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zaid Romero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rayo Vallecano fica com o seu homem, e o Racing Santander volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 4 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Iván Martín. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Iván Martín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zaid Romero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lumezzane fica com o seu homem, e o Racing Santander volta a uma lista com um nome riscado.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O banco14/07/2031
Pablo García tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Racing Santander dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Racing Santander foi explícito quanto à situação de Tobías Armas, o que é mais do que muitos recebem.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Racing Santander perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Racing Santander ofereceu $1.6M; o Real Madrid disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Iván Martín e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zaid Romero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Mickaël Salamone lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Racing Santander, e não vai ser retirado.
O Racing Santander perguntou e o Albacete disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Iván Martín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pablo García está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Edgar Páez e o Racing Santander acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma sondagem ao Parma para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Racing Santander sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Iván Martín e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/05/2031
Pablo García desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marco Nichetti e o Racing Santander acertam mais 1 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Racing Santander, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Sergio Canales lesiona os ligamentos do joelho — 102 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 102 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Iván Martín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zaid Romero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Racing Santander sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Josen Escobar quer futebol continental; se o Racing Santander o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pablo García estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
14 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.
A carreira de um guarda-redes conta-se pelos jogos em que ninguém lhe marcou, e Julen Agirrezabala tem agora 101 deles em 304 partidas. Nada naquele número foi sorte.
Nota 8.27 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco24/02/2031
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Sergio Caballero foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Álvaro Mantilla
Notas dos jogadoresPablo García encarou-os todo o jogo
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Zaid Romero quer futebol continental; se o Racing Santander o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Racing Santander coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Racing Santander vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Albacete pode já não estar a vender.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Íñigo Vicente estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
O banco10/02/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Sergio Caballero a uma sala que já as tinha ouvido.
Ninguém no Racing Santander dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
Notas dos jogadoresÍñigo Vicente encarou-os todo o jogo
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kader Bamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Racing Santander as despedidas começaram em silêncio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Racing Santander falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Racing Santander pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel30/12/2030
Íñigo Vicente desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Racing Santander coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Josen Escobar. 2‑0 sobre o Mallorca, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Racing Santander falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Iván Martín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zaid Romero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Racing Santander vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Iván Martín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/10/2030
Íñigo Vicente desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Racing Santander sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Racing Santander terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 121 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zaid Romero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco14/10/2030
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Simón Pérez
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O aperto de mão com o Espanyol está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Racing Santander ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Racing Santander, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ipswich Town fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel22/07/2030
Iván Martín desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pablo García esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Simón Pérez tem de reconquistar o que julgava seu. O Racing Santander não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Edgar Páez chega ao Racing Santander com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.