«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hertha BSC já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Widzew Łódź por Eryk Grzywacz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel13/08/2035
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Konstantin Schopp está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Bayer Leverkusen se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Korona à espera com uma camisola. No Hertha BSC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O RB Leipzig pagou $1.1M e o Hertha BSC aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Hertha BSC ofereceu $340.0K; o Karlsruher SC disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Karlsruher SC fica com o seu homem, e o Hertha BSC volta a uma lista com um nome riscado.
Richard Hartmann lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hertha BSC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
$1.1M era o máximo que o clube pagaria, e o VfL Wolfsburg pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.2M — um clube que quer Kojo Peprah Oppong ao ponto de perguntar duas vezes.
William Bøving esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Abdelaziz El Zoghbi acabou de assinar pelo Hertha BSC e, por uma vez, a resposta importava.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hertha BSC lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Umut Tohumcu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e William Bøving estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Rosier, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jeremiah Debrah assinar alguma coisa — um contrato no Hertha BSC ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Hertha BSC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 25 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel14/05/2035
William Bøving desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arnaut Klaassen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
Mattia Zanotti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leo Östman, e o treinador deixou.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Gorka Carrera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Hertha BSC sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Hertha BSC fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Rosier, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hertha BSC, mais uma semana sem a assinatura de Jorge Cestero.
Plantel05/03/2035
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Mokwa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
10 jogos sem sofrer em 22 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Christian Zawieschitzky tem tido muitas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Jorge Cestero e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/02/2035
William Bøving desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Helmut Krause e o Hertha BSC acertam mais 4 anos.
Plantel26/02/2035
Demasiada mudança demasiado depressa no Hertha BSC
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Não se vê o fim da espera do Hertha BSC por uma vitória
Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hertha BSC tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Hertha BSC e o Köln acertaram em $2.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
O Hertha BSC foi ao Köln com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Lars Remmem quer futebol continental; se o Hertha BSC o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Hertha BSC sabe dizer em que semana.
Plantel04/12/2034
Mattia Zanotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Hertha BSC disse a Jeremiah Debrah que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hertha BSC ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Jorge Cestero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/11/2034
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mattia Zanotti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
4 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
O Kaiserslautern está fora e o Hertha BSC segue em frente, com um 0‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
William Bøving e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/11/2034
Mattia Zanotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hertha BSC ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel23/10/2034
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mattia Zanotti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Hjalte Boe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Kaique sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
As regras permitem-no e dói na mesma. Eryk Grzywacz acertou condições com o Mainz 05 para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Jorge Cestero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mattia Zanotti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Leo Östman acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Hertha BSC substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O banco09/10/2034
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Frank Mayer saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
73 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hertha BSC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lamini Fati será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jeremiah Debrah quer futebol continental; se o Hertha BSC o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hertha BSC sabem-no.
Jorge Cestero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/07/2034
Mattia Zanotti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
90 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Lechia à espera com uma camisola. No Hertha BSC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Moritz Reimers será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Jorge Cestero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Borussia Dortmund fica com o seu homem, e o Hertha BSC volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Hertha BSC
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Lechia por Dariusz Stalmach foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Haverá conversa esta semana. Hertha BSC vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
Plantel05/06/2034
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mattia Zanotti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.