113 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O União de Santarém perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel14/03/2033
43 dias de fora para Ivanildo Siga depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O União de Santarém vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do União de Santarém, e não vai ser retirado.
Leonardo Lopes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marquinhos Brazion está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Samuel Correia passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ricardo Fonseca está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Carlos Silva passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Em resumo
O bancoHugo Almeida tornou-se um homem de confiança do treinador
Ahmed Said lesiona os ligamentos do joelho — 120 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 120 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A supervisão acaba, a proibição levanta-se, e um presidente pode assinar um cheque sem pedir autorização a ninguém. Levou um ano e custou um plantel, e ainda assim é a melhor manhã que a direção do clube teve nesse ano.
Plantel07/03/2033
50 dias de fora para Ivanildo Siga depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O União de Santarém vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que União de Santarém podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Amadu Camará será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no União de Santarém as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no União de Santarém coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o União de Santarém lida com um homem que quer outro país.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Portimonense perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O Portimonense ofereceu $1.2M; o Sporting CP disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jotavê estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nuno Santos lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Felgueiras, e não vai ser retirado.
Pedro Sanca e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/01/2033
Momo Mbaye desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Portimonense fica com o seu homem, e o Felgueiras volta a uma lista com um nome riscado.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Felgueiras nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Direção17/01/2033
Em Felgueiras não entra ninguém enquanto não sair alguém
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Felgueiras neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no União de Santarém falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Leonardo Ponte esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marquinhos Brazion estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O União de Santarém já telefonou ao Braga. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O União de Santarém já telefonou ao Portimonense. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Perguntou-se ao Gil Vicente se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Disseram uma coisa a Sergio Mendes e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Portimonense fez a parte difícil com o Porto, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Jogo15/01/2033
Não se vê o fim da espera do Portimonense por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Portimonense tem de arrancar um resultado de algum lado.
Notas dos jogadores17/01/2033
Um golo de defesa dá a vitória ao Portimonense — 7.80
1 para Fran Škalamera, avaliado com 7.80, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Fran Škalamera e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Felgueiras podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Lozić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Felgueiras as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Braga fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Momo Mbaye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/01/2033
Palavras no treino do Felgueiras sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maritimo fica com o seu homem, e o Felgueiras volta a uma lista com um nome riscado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Portimonense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Sporting CP aceitou o dinheiro. O que o Portimonense ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Portimonense, e não vai ser retirado.
Fran Škalamera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Tyrese Teuwsen agiu, no Portimonense, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Jogo08/01/2033
Aconteça o que acontecer, o Portimonense não perde
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel10/01/2033
Palavras no treino do Portimonense sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Joel Sánchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A raiva no Portimonense transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Verba acordada, salário acordado, e o Marco 09 à espera com uma camisola. No Portimonense ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Jogo11/09/2032
Não se vê o fim da espera do Portimonense por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Portimonense tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Diogo Grima será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Portimonense as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Diogo Grima acertou condições com o Tondela para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Mercado13/09/2032
Tão perto: a transferência de Leonardo Lopes morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Santa Clara seguiu em frente, Leonardo Lopes apresenta-se de volta no Portimonense, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Hugo Andersson Mella e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Joel Sánchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Portimonense já se começa a dizer o nome dele no passado.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $177.5K do que o Portimonense pagou por Ethon Archer é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Direção06/09/2032
Fecha o mercado: 18 entradas, 26 saídas no Portimonense
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 18, saíram 26, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Portimonense ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Emin Spahić acertou condições com o Belenenses para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Hugo Andersson Mella e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/09/2032
Palavras no treino do Portimonense sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Joel Sánchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Porto fica com o seu homem, e o Portimonense volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Portimonense já se começa a dizer o nome dele no passado.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Portimonense sabe dizer em que semana.
$1.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Porto pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Solan Murel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Portimonense as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Portimonense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Portimonense
Alvos de mercadoPorta fechada: Nuno Félix fica onde está
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Tondela à espera com uma camisola. No Portimonense ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Portimonense ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Portimonense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Portimonense ofereceu $270.0K; o Alverca disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Joel Sánchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Josh Wynder fica onde está
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Portimonense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Portimonense, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o São João de Ver à espera com uma camisola. No Portimonense ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Benfica ninguém diz, e no Portimonense ninguém gosta de estar a adivinhar.
Ander e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Joel Sánchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gabríel Snær Gunnarsson e o Portimonense acertam mais 4 anos.
50 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Portimonense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Leonardo Lopes não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Portimonense nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel28/06/2032
Palavras no treino do Portimonense sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Joel Sánchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Niklas Determann e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Vitoria Guimaraes para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 58 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas21/06/2032
A raiva no Portimonense transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Portimonense podem fingir não ter ouvido.
$310.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Estoril Praia pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Joel Sánchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Porto fica com o seu homem, e o Portimonense volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Braga para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
73 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Portimonense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Tiago Costa treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Portimonense está a esgotar-se.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Portimonense perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Portimonense ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Portimonense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
80 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Portimonense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Portimonense, e não vai ser retirado.
Ander esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Portimonense sabem-no.
O Portimonense fez saber ao mercado que Leonardo Lopes está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oliveirense ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mateus Santos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Oliveirense vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel12/04/2032
Leonardo Lopes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Oliveirense daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no São João de Ver segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
0‑3 para o Gil Vicente, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Portimonense, e não vai ser retirado.
Ángel López e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/03/2032
Palavras no treino do Portimonense sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Joel Sánchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Vitoria Guimaraes vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Martim Pereira pré-acordou a mudança para o Portimonense, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jotavê, e o treinador deixou.
105 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Oliveirense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oliveirense podem fingir não ter ouvido.
Lucas Cornejo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
Plantel01/03/2032
Palavras no treino do Oliveirense sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Santos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rodrigo Soares será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no União de Santarém as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no União de Santarém coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
O União de Santarém já telefonou ao Benfica. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Vitoria Guimaraes para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Rodrigo Vasconcelos
Para o Felgueiras, cada ponto é agora uma discussão
Posição 9 e 16 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Verba acordada, salário acordado, e o Belenenses à espera com uma camisola. No Felgueiras ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O negócio que levaria Paulo Barbosa para o São João de Ver caiu na fase final e ele reapresenta-se no Felgueiras com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
T.J. Tahid e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/01/2032
Momo Mbaye desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Braga para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Sporting CP se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Leonardo Lopes está em marcha
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 13 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Mafra à espera com uma camisola. No Portimonense ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Hugo Andersson Mella acabou de assinar pelo Portimonense e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Portimonense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Houve 10 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Plantel05/01/2032
44 dias de fora para Alexandre Abel depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Portimonense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Portimonense, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oskar Boesen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Portimonense as despedidas começaram em silêncio.
Ander e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/01/2032
Palavras no treino do Portimonense sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Joel Sánchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Já são 11 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel22/12/2031
59 dias de fora para Alexandre Abel depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Portimonense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Portimonense ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ander esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores22/12/2031
Tomás Salteño fez o trabalho que ninguém conta — 6.69
13 ações combinadas e 6.69. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.70 na ficha, e os adeptos do Portimonense saíram a repetir um nome.
Plantel22/12/2031
No Portimonense ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Portimonense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo06/12/2031
Não se vê o fim da espera do Portimonense por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Portimonense tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Portimonense podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oskar Boesen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Portimonense as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Aldi Gjumsi pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Ander e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Portimonense e do Famalicao por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Portimonense sobre quem trabalha
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nota de 7.90. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Alesandro Comita esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/09/2031
Mateus Santos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 7.81. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Oliveirense sabem-no, e também todos os que o veem.
A raiva no Felgueiras transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $226.2K do que o Felgueiras pagou por Nicolas Dâmaso é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Felgueiras, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Portimonense fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Fábio Martins e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Momo Mbaye estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gonçalo Teixeira e o Felgueiras acertam mais 4 anos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Portimonense, e não vai ser retirado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Leonardo Lopes não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $272.4K do que o Portimonense pagou por Juninho é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Douglas Correia acabou de assinar pelo Portimonense e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel08/09/2031
Palavras no treino do Portimonense sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Joel Sánchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Portimonense joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kelvin Pires será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oliveirense as despedidas começaram em silêncio.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Direção01/09/2031
Fecha o mercado: 32 entradas, 14 saídas no Oliveirense
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 32, saíram 14, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
Plantel01/09/2031
Palavras no treino do Oliveirense sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ed McJannet está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Portimonense já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Leixões por Juninho foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lucas De Bolle e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém no Portimonense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kelvin Pires será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oliveirense as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Portimonense fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Lucas Cornejo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/08/2031
Mateus Santos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Oliveirense, mais uma semana sem a assinatura de José Julián Martínez.
O Oliveirense já telefonou ao Trofense. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Portimonense para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Marios Peratikos
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Felgueiras perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Felgueiras, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Portimonense fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Fábio Martins esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/07/2031
Momo Mbaye desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Felgueiras perguntou e o Benfica disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao Vitoria Guimaraes se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Felgueiras já telefonou ao Amora. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Posição 2, 37 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Alesandro Comita e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Santos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Oliveirense perguntou e o Nacional disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Braga para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Portimonense para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
$260.0K era o máximo que o clube pagaria, e o AVS pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel28/07/2031
Palavras no treino do Portimonense sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Joel Sánchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Benfica fica com o seu homem, e o Portimonense volta a uma lista com um nome riscado.
Leonardo Lopes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Portimonense já telefonou ao Trofense. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Portimonense foi explícito quanto à situação de Juninho, o que é mais do que muitos recebem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Portimonense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoGabriel Rocha tornou-se um homem de confiança do treinador
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Felgueiras perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Felgueiras, e não vai ser retirado.
O telefone voltou a tocar por causa de Bernardo Machado, e desta vez do outro lado está o Belenenses. No Felgueiras ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Momo Mbaye estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Casa Pia fica com o seu homem, e o Felgueiras volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Vitoria Guimaraes para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Portimonense para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Portimonense já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel21/07/2031
21 dias de fora para Wellington depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Portimonense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Portimonense e o Santa Clara acertaram em $420.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Portimonense, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Benfica fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Joel Sánchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Portimonense perguntou e o Rio Ave disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Lucas De Bolle e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Portimonense foi explícito quanto à situação de Lucas De Bolle, o que é mais do que muitos recebem.
28 dias de fora para Wellington depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Portimonense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Leonardo Lopes não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chaves fica com o seu homem, e o Portimonense volta a uma lista com um nome riscado.
Tomás Salteño e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas De Bolle estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Portimonense já telefonou ao Rio Ave. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Portimonense já telefonou ao Braga. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Portimonense, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Portimonense já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel30/06/2031
42 dias de fora para Wellington depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Portimonense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Portimonense foi ao Leixões com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Porto fica com o seu homem, e o Portimonense volta a uma lista com um nome riscado.
Lucas De Bolle e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Felgueiras, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Felgueiras falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mais um nome na lista: o Oliveirense fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Bernardo Machado. A resposta do Felgueiras não mudou — para já.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Felgueiras fez a parte difícil com o Porto, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Fábio Martins esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/06/2031
Palavras no treino do Felgueiras sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Felgueiras perguntou e o Portimonense disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel23/06/2031
Ádám Nyers sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Portimonense já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Portimonense podem fingir não ter ouvido.
O negócio com o Lusitânia Lourosa está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
O Portimonense foi ao Académica com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Sanjoanense queria mais do que $46.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Portimonense podem fingir não ter ouvido.
Plantel02/06/2031
74 dias de fora para Wellington depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Portimonense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Direção02/06/2031
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Portimonense
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
O Oliveirense queria mais do que $46.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Lucas De Bolle e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/06/2031
Jotavê desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Portimonense ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
81 dias de fora para Wellington depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Portimonense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel26/05/2031
Werton desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Portimonense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Notas dos jogadores28/04/2031
Um golo de defesa dá a vitória ao Felgueiras — 7.47
1 para Guillaume Beghin, avaliado com 7.47, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Antonio Espigares e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Momo Mbaye estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 110 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel28/04/2031
Werton desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Portimonense coisas que levam mais de uma semana a retirar.