«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Rennais podem fingir não ter ouvido.
Jogo12/04/2036
Não se vê o fim da espera do Stade Rennais por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Stade Rennais tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Rennais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/04/2036
Quentin Merlin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Stade Rennais fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoOmar Janneh pede uma conversa com o treinador
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Rennais ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Rennais podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Quentin Merlin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Abdoul Kader Ouattara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ewen Jaouen, e o treinador deixou.
Emprestados17/03/2036
Os golos continuam a chegar do exílio de David Tebili
13 golos em 31 jogos no Clermont Foot — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Stade Rennais alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tom Raiani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Rennais as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Omar Janneh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$470.0K era o máximo que o clube pagaria, e o AS Saint-Etienne pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Mercado18/02/2036
Tão perto: a transferência de Thomas Marchal morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O AJ Auxerre seguiu em frente, Thomas Marchal apresenta-se de volta no Stade Rennais, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Michal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o SC Aubagne Air Bel à espera com uma camisola. No Stade Rennais ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Rennais ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mercado10/09/2035
Tão perto: a transferência de Guillaume Henry morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Le Puy Foot 43 seguiu em frente, Guillaume Henry apresenta-se de volta no Stade Rennais, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Ewen Jaouen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/09/2035
Palavras no treino do Stade Rennais sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Quentin Merlin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Stade Rennais, mais uma semana sem a assinatura de Marko Ristić.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Plantel10/09/2035
No Stade Rennais ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Stade Rennais, e 3 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
56 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Rennais perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Stade Rennais perguntou e o FC Lorient disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.0M — um clube que quer Ekene Chukwuani ao ponto de perguntar duas vezes.
Ewen Jaouen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/07/2035
Sam Amo-Ameyaw desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Stade Rennais daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no FC Versailles segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
63 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Rennais perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Bourg-Peronnas à espera com uma camisola. No Stade Rennais ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Rennais, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Rennais ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Stade Rennais perguntou e o ESTAC Troyes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Lucas Michal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sam Amo-Ameyaw estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel16/07/2035
17 caras novas e o Stade Rennais ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Vejo todos os jogos do Stade Rennais daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Stade Briochin segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
112 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Rennais perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Rennais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hermann Diandaga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Rennais as despedidas começaram em silêncio.
21 jogos sem sofrer ao longo da época e o único prémio a que mais ninguém em campo pode aspirar. A maioria dos guarda-redes nunca vive um ano assim.
Plantel28/05/2035
Palavras no treino do Stade Rennais sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Michal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Rennais ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sam Amo-Ameyaw estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dell esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Stade Rennais, mais uma semana sem a assinatura de Axel Camblan.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sam Amo-Ameyaw assinar alguma coisa — um contrato no Stade Rennais ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Florian Mekue está nela.
Em resumo
JogoO futebol europeu está ao alcance do Stade Rennais
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Stade Rennais pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hermann Diandaga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Rennais as despedidas começaram em silêncio.
Lucas Michal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/04/2035
Palavras no treino do Stade Rennais sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sam Amo-Ameyaw está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Royer Caicedo agiu, no Stade Rennais, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Rennais ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yacine Titraoui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel16/04/2035
Sam Amo-Ameyaw desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 6 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Stade Rennais fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Boet Mulders, e o treinador deixou.
Uma média de 7.28 na época, com 3 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
29 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nick Mokabakila será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Rennais as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Rennais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sam Amo-Ameyaw estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Stade Rennais sabem-no.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Araphat Mohammed acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Stade Rennais substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O Stade Rennais torna a sua casa um sítio difícil de visitar
28 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oualid Agougil será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Rennais as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Rennais, e não vai ser retirado.
7.79, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
As regras permitem-no e dói na mesma. Daniel Legrand acertou condições com o FC Annecy para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Lucas Michal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sam Amo-Ameyaw estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o SC Aubagne Air Bel à espera com uma camisola. No SM Caen ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $492.9K do que o SM Caen pagou por Dell é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O SM Caen fez a parte difícil com o FC Lorient, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
25 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel08/01/2035
Arnaud Barbier lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Stade Rennais e o SM Caen acertaram em $4.6M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade Rennais perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Rennais podem fingir não ter ouvido.
0‑2 frente ao FC Metz, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SM Caen, e não vai ser retirado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o SM Caen beneficiou disso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andréa Vennettilli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no SM Caen as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SM Caen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 86 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SM Caen, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Manuel Kissanga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no SM Caen as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Omari Kellyman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SM Caen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no SM Caen falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
7.77, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
As regras permitem-no e dói na mesma. Serxho Vogli acertou condições com o Toulouse FC para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Victor Ehibe agiu, no SM Caen, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Omari Kellyman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 121 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No SM Caen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Omari Kellyman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No SM Caen ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Arnaud Bodart está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andréa Vennettilli, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no SM Caen, mais uma semana sem a assinatura de Christian Patitucci.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no SM Caen falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O AS Saint-Etienne vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Minuto 117. Jean-Luc Leroux encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Quevilly-Rouen passou do ponto ao nada num só movimento.
Jogo11/11/2034
O SM Caen torna a sua casa um sítio difícil de visitar
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kieran Morrison produziu-o, e o 8.40 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No SM Caen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A bola do jogo é de Dell, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.
Jogo28/10/2034
O SM Caen torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No SM Caen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dell. 4‑3 sobre o Le Havre AC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o SM Caen e o Le Havre AC, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel30/10/2034
Omari Kellyman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SM Caen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Kieran Morrison no seu melhor
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não há pior forma de perder um futebolista. Don Ndombele pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel09/10/2034
Omari Kellyman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dell esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Omari Kellyman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SM Caen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SM Caen, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Vincent Renault não precisou: 8.02, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 8 jogos sem derrota são uma base que o SM Caen não tinha no outono.
Jogo23/09/2034
O SM Caen torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Não há pior forma de perder um futebolista. Alexandre Leclercq pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Dell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O SM Caen perguntou e o Inter disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vincent Renault será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no SM Caen as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel18/09/2034
Joe Rodon desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O SM Caen perguntou e o Olympique Lyonnais disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Jogo16/09/2034
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o SM Caen. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O SM Caen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No SM Caen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joe Rodon estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no SM Caen a ouviu como outra coisa.
Dell esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O SM Caen perguntou e o Paris Saint-Germain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sohaib Naïr, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no SM Caen
O bancoArnaud Bodart tornou-se um homem de confiança do treinador
Niklas Schneider lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O SM Caen marcou aos 92, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Verba acordada, salário acordado, e o Le Puy Foot 43 à espera com uma camisola. No SM Caen ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $373.6K do que o SM Caen pagou por Enzo Mbangue Mbom é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Direção04/09/2034
O prazo passa com 38 contratações e 44 saídas
Está feito o negócio no SM Caen até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Plantel04/09/2034
Aly Traoré consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Aly Traoré acabou de assinar pelo SM Caen e, por uma vez, a resposta importava.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O SM Caen perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Stade Briochin à espera com uma camisola. No SM Caen ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dell produziu-o, e o 8.56 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kieran Morrison produziu-o, e o 8.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O SM Caen fez a parte difícil com o FC Nantes, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SM Caen, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AS Saint-Etienne fica com o seu homem, e o SM Caen volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel28/08/2034
Borja Calvo consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Borja Calvo acabou de assinar pelo SM Caen e, por uma vez, a resposta importava.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O SM Caen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta seguiu esta semana para o RC Strasbourg, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SM Caen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Real Sociedad vai fazer a chamada por Jean-Luc Leroux esta semana. O SM Caen tem um número em mente, e o número não é tímido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olympique Lyonnais fica com o seu homem, e o SM Caen volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel14/08/2034
Sohaib Naïr desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Baptiste Macon lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do SM Caen já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O SM Caen fez a parte difícil com o AS Saint-Etienne, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gabin Skrela será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no SM Caen as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joe Rodon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SM Caen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Jean-Luc Leroux tem a sua resposta do SM Caen; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Baptiste Macon lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do SM Caen já se começa a dizer o nome dele no passado.
Joe Rodon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O SM Caen ofereceu $610.0K; o RC Strasbourg disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O SC Bastia vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. David Tufekçiç pré-acordou a mudança para o SM Caen, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Plantel24/07/2034
Sohaib Naïr desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O SM Caen perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joe Rodon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olympique de Marseille fica com o seu homem, e o SM Caen volta a uma lista com um nome riscado.
Joshua Dago esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sohaib Naïr, e o treinador deixou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bahia perdeu-o em tudo menos nos papéis.
1‑4 para o Bragantino, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kwame Sosu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bahia as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bahia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Bahia foi ao Caxias com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
67 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O SM Caen perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O SM Caen perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O FC Annecy pagou $3.2M e o SM Caen aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O SM Caen foi ao Stade de Reims com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joe Rodon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.