“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Doncaster Rovers, e não vai ser retirado.
A proposta do Wigan Athletic por Callum Burton foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Hull City ninguém diz, e no Doncaster Rovers ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chizzy Ezenwata estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Doncaster Rovers perguntou e o Blackburn Rovers disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Doncaster Rovers ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nestos Chrysoupoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jan Vodháněl e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pavlos Dermitzakis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Fran González não desaparece
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Ioannis Manolas treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Jan Vodháněl esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Panagiotis Ballas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lefteris Gionis, e o treinador deixou.
O Nestos Chrysoupoli fez saber ao mercado que Franco Shea está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Filippos Dimitriadis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Nestos Chrysoupoli terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jacques Bayo e o Nestos Chrysoupoli acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Jan Vodháněl esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco08/03/2027
Jan Vodháněl perde o treinador que acreditava nele
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Jan Vodháněl: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pavlos Dermitzakis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Nestos Chrysoupoli ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Nestos Chrysoupoli. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Jan Vodháněl e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kyriakos Giaxis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Nestos Chrysoupoli foi explícito quanto à situação de Pavlos Dermitzakis, o que é mais do que muitos recebem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nestos Chrysoupoli sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Nestos Chrysoupoli. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
O Nestos Chrysoupoli fez saber ao mercado que Christos Siamatas está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pavlos Dermitzakis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Nestos Chrysoupoli gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nestos Chrysoupoli podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Nestos Chrysoupoli nada responderam, o que também é uma resposta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Filippos Dimitriadis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Kostas Tsamouris sai dessa comparação dentro da equipa, e o Nestos Chrysoupoli beneficiou de cada uma dessas tardes.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Nestos Chrysoupoli ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Franco Shea apontou a data.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Stylianos Pelkas deixa o Nestos Chrysoupoli pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nestos Chrysoupoli, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nestos Chrysoupoli pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Fran González esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nestos Chrysoupoli, e não vai ser retirado.
Jan Vodháněl esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Nestos Chrysoupoli já telefonou ao Panetolikos. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Spyros Glynos tem a sua resposta do Nestos Chrysoupoli; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 6 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Filippos Dimitriadis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pavlos Dermitzakis, e o treinador deixou.
Segue-se o Kavala, e há um homem no balneário do Nestos Chrysoupoli que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Nestos Chrysoupoli sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nestos Chrysoupoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco14/12/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Ioannis Manolas escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pavlos Dermitzakis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Anagennisi Karditsa com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.11 na ficha, e os adeptos do Nestos Chrysoupoli saíram a repetir um nome.
O banco23/11/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Ioannis Manolas não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Nestos Chrysoupoli também ninguém o escondia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pavlos Dermitzakis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O PAOK B defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Segue-se o Asteras Tripolis B, e há um homem no balneário do Nestos Chrysoupoli que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Jan Vodháněl esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/11/2026
Kyriakos Giaxis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Kyriakos Giaxis: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Nestos Chrysoupoli a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Faltavam 86 minutos e o Makedonikos tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Nestos Chrysoupoli não parou para dar explicações.
8 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Makedonikos foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Lefteris Astras está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Ioannis Manolas podia dar-se ao luxo de ser generoso.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 8 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Plantel26/10/2026
Kyriakos Giaxis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Ioannis Manolas depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christos Siamatas, e o treinador deixou.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Kampaniakos? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Kostas Tsamouris: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Nestos Chrysoupoli a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nestos Chrysoupoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pavlos Dermitzakis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Jorgji Muca tem a sua resposta do Nestos Chrysoupoli; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Filippos Dimitriadis: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Nestos Chrysoupoli a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Nestos Chrysoupoli. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Jan Vodháněl esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Ioannis Manolas saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pavlos Dermitzakis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Niki Volos chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Jan Vodháněl: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Nestos Chrysoupoli a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.