Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aris Thessaloniki falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Rachid Kouda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aris Thessaloniki falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Rachid Kouda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
16 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
14 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aris Thessaloniki falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tomás Rodrigues e o Aris Thessaloniki acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Rachid Kouda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Dimitrios Siovas sai dessa comparação dentro da equipa, e o Aris Thessaloniki beneficiou de cada uma dessas tardes.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aris Thessaloniki falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Aris Thessaloniki perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.18 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Toda a gente deixou de fingir: o AEL Larisa vai fazer a chamada por Mario Peña esta semana. O Aris Thessaloniki tem um número em mente, e o número não é tímido.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Aris Thessaloniki perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Aris Thessaloniki ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aris Thessaloniki coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Omar Bully está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ben Purches e o Aris Thessaloniki acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.