A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Viimsi perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Daniel Luts e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Richard Aland e o Viimsi acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Sant, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gregor Vigla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Viimsi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Daniel Sant
PlantelOs relatórios de treino sobre Daniel Sant não são bons
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Viimsi, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o FCI Levadia fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Joonas Vahermägi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/07/2030
Uma lesão muscular afasta Martin Seppik durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Viimsi vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel22/07/2030
Richard Aland desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Erik Mets pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Viimsi pode pedir e sobe o salário que Richard Aland pode exigir.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Richard Aland estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Makar Lermontov lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Tem 18 anos, média de 7.15, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nomme Kalju fica com o seu homem, e o Viimsi volta a uma lista com um nome riscado.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Viimsi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Viimsi, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Viimsi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Viimsi perguntou e o Nomme Kalju disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Viimsi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jakub Masopust apontou a data.
O Viimsi abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Dmitry Pigulevskiy fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.
Tem 18 anos, média de 7.15, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Viimsi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nomme Kalju fica com o seu homem, e o Viimsi volta a uma lista com um nome riscado.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Viimsi, mais uma semana sem a assinatura de Joonas Vahermägi.
Uma sondagem ao FCI Levadia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Viimsi já telefonou ao Nomme Kalju. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gregor Vigla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
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Jakub Masopust lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Daniel Luts e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/04/2029
Richard Aland desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco30/04/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Martin Klavan escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aleksander Švedovski treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.