“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do St. Gallen, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jozo Stanić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Finn Becker, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No St. Gallen ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel16/10/2028
No St. Gallen ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jozo Stanić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo16/09/2028
Não se vê o fim da espera do St. Gallen por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no St. Gallen tem de arrancar um resultado de algum lado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lausanne-Sport fica com o seu homem, e o St. Gallen volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jozo Stanić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carlo Boukhalfa, e o treinador deixou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O St. Gallen perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jorge Herrando será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no St. Gallen as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de St. Gallen ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Elias Havel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jamie Roche estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O St. Gallen vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no St. Gallen, mais uma semana sem a assinatura de Jorge Herrando.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Samuel Essende treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no St. Gallen admitiria. Nota-se aos sábados.
Em resumo
O bancoDarko Brašanac tornou-se um homem de confiança do treinador
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No St. Gallen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do St. Gallen, e não vai ser retirado.
Jogo04/09/2028
Para o St. Gallen, cada ponto é agora uma discussão
Posição 10 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
A proposta do Volendam por Néstor Caicedo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Direção04/09/2028
Fecha o mercado: 20 entradas, 12 saídas no St. Gallen
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 20, saíram 12, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Jogo02/09/2028
Não se vê o fim da espera do St. Gallen por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no St. Gallen tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/09/2028
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jozo Stanić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Aleksa Terzić
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Volendam tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A proposta do Farul Constanța por Rafael Lubach foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lausanne-Sport fica com o seu homem, e o St. Gallen volta a uma lista com um nome riscado.
Jorge Herrando e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Finn Becker estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Finn Becker, e o treinador deixou.
O telefone voltou a tocar por causa de Néstor Caicedo, e desta vez do outro lado está o Volendam. No St. Gallen ouvem com educação e não prometem nada.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no RC Lens ninguém diz, e no St. Gallen ninguém gosta de estar a adivinhar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andrin Hunziker e o St. Gallen acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Jorge Herrando e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no St. Gallen sabem-no.
Plantel14/08/2028
Jozo Stanić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O St. Gallen perguntou e o Lausanne-Sport disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
A verba é $550.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Stade Nyonnais negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Elias Havel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção24/07/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do St. Gallen
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Plantel24/07/2028
Jozo Stanić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A formação existe exatamente para esta manhã. Haris Steffen passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Cedric Freuler é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Jorge Herrando esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o St. Gallen lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel10/07/2028
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Finn Becker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Empoli fica com o seu homem, e o St. Gallen volta a uma lista com um nome riscado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lawrence Ati-Zigi assinar alguma coisa — um contrato no St. Gallen ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do St. Gallen, e não vai ser retirado.
O St. Gallen perguntou e o Lausanne-Sport disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A perseguição a Yassine Bouchama terminou com $300.0K a mudar de mãos e o Aarau sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Jorge Herrando e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/06/2028
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jozo Stanić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No St. Gallen ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no St. Gallen
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lausanne-Sport perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lausanne-Sport, e não vai ser retirado.
A perseguição a Tim Meyer terminou com $4.1M a mudar de mãos e o Winterthur sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Néstor Caicedo foi-se, as contas têm $2.2M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
O St. Gallen pagou $2.2M e o Lausanne-Sport aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tim Meyer era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $4.1M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Mihailo Stevanović não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O St. Gallen perguntou e o Vaduz disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O St. Gallen e o Aarau acertaram em $300.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A verba é $2.2M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Lausanne-Sport negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Alvos de mercado19/06/2028
Os exames médicos acabam com o negócio de Ilyas Azizi
Estava tudo acordado com o Étoile Carouge, e então o médico falou. O St. Gallen desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Jasper van der Werff volta a ser jogador do St. Gallen, e a cidade tem a sua história do verão.
Jorge Herrando e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/06/2028
Finn Becker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O St. Gallen perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O aperto de mão com o Lausanne-Sport está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $620.0K porque Julius Kade é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
A proposta seguiu esta semana para o Stade Nyonnais, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jorge Herrando esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Mihailo Stevanović, e desta vez do outro lado está o Wil. No St. Gallen ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel12/06/2028
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jozo Stanić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rapperswil-Jona fica com o seu homem, e o St. Gallen volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 68 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Lausanne-Sport foi ao Young Boys com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Lausanne-Sport e o Stade Lausanne-Ouchy acertaram em $1.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Lausanne-Sport foi explícito quanto à situação de Jamie Roche, o que é mais do que muitos recebem.
Plantel05/06/2028
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dominique Heintz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lausanne-Sport vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lausanne-Sport ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dominique Heintz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Lausanne-Sport ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco22/05/2028
Jamie Roche tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lausanne-Sport dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Miguel Reisinho. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Benjamin Kololli treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 91 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Lausanne-Sport ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Lausanne-Sport ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Jamie Roche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco15/05/2028
Miguel Reisinho tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lausanne-Sport dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andrej Ilić assinar alguma coisa — um contrato no Lausanne-Sport ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Benjamin Kololli treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lausanne-Sport vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jamie Roche esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adrian Rus estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Lausanne-Sport disse a Karlo Letica que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lausanne-Sport sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Lausanne-Sport fez saber ao mercado que Adrian Rus está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Lausanne-Sport a ouviu como outra coisa.
Karlo Letica esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Néstor Caicedo, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Miguel Reisinho está nela.
Plantel17/04/2028
Hamza Abdallah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Lausanne-Sport vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andrej Ilić assinar alguma coisa — um contrato no Lausanne-Sport ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicky Beloko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Jamie Roche e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/04/2028
Dominique Heintz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thomás Chacón, e o treinador deixou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Lausanne-Sport. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Em resumo
PlantelAndrej Ilić é a conversa do centro de treinos
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Morgan Poaty
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Jamie Roche esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/04/2028
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dominique Heintz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel03/04/2028
No Lausanne-Sport ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lausanne-Sport sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lausanne-Sport, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Bruno Caslei
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Lausanne-Sport sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dominique Heintz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Lausanne-Sport ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Robin Mantel apontou a data.
Jamie Roche esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nicky Beloko e o Lausanne-Sport acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel06/03/2028
6 caras novas e o Lausanne-Sport ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karlo Letica está nela.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
Mercado06/03/2028
Tim Hottiger regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
2 jogos e 1 balizas a zeros. Um guarda-redes só aprende o ofício a jogá-lo, e uma época que não lhe deu nem os jogos nem as balizas a zeros é um ano arrancado ao início de uma carreira.
Plantel06/03/2028
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hamza Abdallah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicky Beloko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Néstor Caicedo, e o treinador deixou.
Plantel28/02/2028
Dominique Heintz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Miguel Reisinho. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Fedor Chalov lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jamie Roche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lugano fica com o seu homem, e o Lausanne-Sport volta a uma lista com um nome riscado.
Toda a gente no Lausanne-Sport viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Plantel21/02/2028
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dominique Heintz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lausanne-Sport, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andrej Ilić assinar alguma coisa — um contrato no Lausanne-Sport ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lausanne-Sport perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O negócio que levaria Néstor Caicedo para o St. Gallen caiu na fase final e ele reapresenta-se no Lausanne-Sport com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Jamie Roche esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Wolfsberger AC fica com o seu homem, e o Lausanne-Sport volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dominique Heintz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jeffrey Gouweleeuw e o Lausanne-Sport acertam mais 2 anos.
90 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O St. Gallen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» St. Gallen nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção07/02/2028
Fecha o mercado: 4 entradas, 2 saídas no St. Gallen
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O St. Gallen vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Lausanne-Sport pode já não estar a vender.
Jorge Herrando e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lausanne-Sport, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Lausanne-Sport perguntou e o Red Bull Salzburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel31/01/2028
Ablie Jallow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dominique Heintz, e o treinador deixou.
O Lausanne-Sport já telefonou ao Benevento. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O St. Gallen perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que St. Gallen podem fingir não ter ouvido.
O St. Gallen foi ao Lausanne-Sport com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel31/01/2028
Lukas Görtler sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Jorge Herrando e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Elias Havel assinar alguma coisa — um contrato no St. Gallen ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
2 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lausanne-Sport podem fingir não ter ouvido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Lausanne-Sport sabem-no.
Karlo Letica e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Winterthur fica com o seu homem, e o Lausanne-Sport volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Basel por Andrej Ilić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Lausanne-Sport estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Lausanne-Sport ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jamie Roche esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
19 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lausanne-Sport, e não vai ser retirado.
Karlo Letica e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ablie Jallow estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ablie Jallow, e o treinador deixou.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Lausanne-Sport têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
O banco06/12/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Admir Rodriguez saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Nicky Beloko chama-lhe outra coisa em privado.
Karlo Letica esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Néstor Caicedo tem a sua resposta do Lausanne-Sport; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Andrej Ilić. 2‑0 sobre o Young Boys, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Lausanne-Sport sabem-no.
Notas dos jogadores22/11/2027
Andrej Ilić jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ablie Jallow estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thomás Chacón, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lausanne-Sport, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Andrej Ilić ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Segue-se o Young Boys, e há um homem no balneário do Lausanne-Sport que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Lausanne-Sport gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
5‑0 frente ao Radnik Surdulica, e uma exibição que vai mudar a forma como o resto da competição fala deste clube. No futebol continental as reputações constroem-se em noites soltas, e esta foi uma.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Lausanne-Sport ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Jamie Roche esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores08/11/2027
Andrej Ilić jogou uma tarde diferente da de toda a gente
10.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Um 2‑0 sobre o Servette, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel08/11/2027
Ablie Jallow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores08/11/2027
Brandon Soppy jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.12. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Alban Ajdini
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Miguel Reisinho no seu melhor
O Luzern está fora e o Lausanne-Sport segue em frente, com um 2‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adrian Rus estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
O bancoBrandon Soppy tornou-se um homem de confiança do treinador
1‑2 frente ao Radnik Surdulica, e uma noite que mediu a distância mais do que os noventa minutos. Nada nela foi uma vergonha, e nada nela esteve perto.
Jamie Roche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel25/10/2027
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ablie Jallow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Lausanne-Sport sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Metade do calendário jogado, 9.º lugar, 12 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
O bancoA vista do banco
O bancoKévin Mouanga tornou-se um homem de confiança do treinador
2‑1 frente ao FCSB, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Lausanne-Sport ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel04/10/2027
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ablie Jallow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jamie Roche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Néstor Caicedo. 1‑0 sobre o Neuchâtel Xamax, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Benjamin Kololli e o Lausanne-Sport acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Plantel27/09/2027
Benjamin Kololli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Lausanne-Sport daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Vaduz segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Florent Mollet, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoBrandon Soppy tornou-se um homem de confiança do treinador
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Benjamin Kololli
O Lausanne-Sport e o Austria Wien acertaram em $5.7M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lausanne-Sport, e não vai ser retirado.
Direção06/09/2027
O prazo passa com 13 contratações e 16 saídas
Está feito o negócio no Lausanne-Sport até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $253.8K — um clube que quer Justin Roth ao ponto de perguntar duas vezes.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Cremonese ninguém diz, e no Lausanne-Sport ninguém gosta de estar a adivinhar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Lausanne-Sport lida com um homem que quer outro país.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelRobin Mantel chega ao clube com que cresceu
PlantelJamie Roche desentende-se com um colega por causa das exigências
Alvos de mercadoPorta fechada: Loïc Lüthi fica onde está
A proposta seguiu esta semana para o Estrela da Amadora, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ablie Jallow estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tristan Muyumba, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lausanne-Sport podem fingir não ter ouvido.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Lausanne-Sport pagou $2.7M por Ablie Jallow, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Jamie Roche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Ablie Jallow do Servette por $2.7M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
O Lausanne-Sport perguntou e o Napoli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Philip Otele. 2‑1 sobre o Basel, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ablie Jallow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Benjamin Kololli e o Lausanne-Sport acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNéstor Caicedo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A perseguição a Philip Otele terminou com $5.7M a mudar de mãos e o Basel sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Lausanne-Sport fez a parte difícil com o Servette, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lausanne-Sport pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Bologna ninguém diz, e no Lausanne-Sport ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As bancadas26/07/2027
O Lausanne-Sport gasta $5.7M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $5.7M por Philip Otele, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Lausanne-Sport ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Lausanne-Sport ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Néstor Caicedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel05/07/2027
Jamie Roche desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lausanne-Sport, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Genoa fica com o seu homem, e o Lausanne-Sport volta a uma lista com um nome riscado.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Lausanne-Sport é como lidar com um homem a quem deve muito.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adrian Rus estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Reggiana se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O banco28/06/2027
Néstor Caicedo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lausanne-Sport dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Basel pagou $1.4M e o Lausanne-Sport aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Néstor Caicedo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adrian Rus estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adrian Rus, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Miguel Reisinho está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lausanne-Sport sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Néstor Caicedo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Lausanne-Sport perguntou e o Genoa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel14/06/2027
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jamie Roche está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Theo Bergvall foi informado de que não entra nos planos do treinador do Lausanne-Sport.
O banco14/06/2027
Andrej Ilić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lausanne-Sport dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lausanne-Sport, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lausanne-Sport perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lausanne-Sport, e não vai ser retirado.
Néstor Caicedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Lausanne-Sport perguntou e o Napoli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel07/06/2027
Jamie Roche desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente deixou de fingir: o Vaduz vai fazer a chamada por Morgan Poaty esta semana. O Lausanne-Sport tem um número em mente, e o número não é tímido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Nathan Butler-Oyedeji está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Adrien Thomasson está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Marco Hoffmann está em marcha
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lausanne-Sport perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Karlo Letica e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jamie Roche estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lausanne-Sport perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Néstor Caicedo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jamie Roche estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lausanne-Sport, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lausanne-Sport perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Néstor Caicedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adrian Rus estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Lausanne-Sport lida com um homem que quer outro país.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lausanne-Sport, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lausanne-Sport sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Mayka Okuka pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lausanne-Sport perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Lausanne-Sport lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Lausanne-Sport ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jamie Roche estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adrian Rus está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Karlo Letica treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lausanne-Sport perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Néstor Caicedo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/04/2027
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jamie Roche está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Lausanne-Sport daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Étoile Carouge segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco26/04/2027
Miguel Reisinho tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lausanne-Sport dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lausanne-Sport, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lausanne-Sport sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
PlantelAndrej Ilić treina como quem tem algo a provar
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lausanne-Sport perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Néstor Caicedo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adrian Rus estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kévin Mouanga está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Karlo Letica assinar alguma coisa — um contrato no Lausanne-Sport ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lausanne-Sport, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Sekou Fofana no Wil está a acabar
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 64 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente no Lausanne-Sport viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Plantel12/04/2027
Jamie Roche desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alban Ajdini, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrej Ilić está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lausanne-Sport, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
72 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lausanne-Sport perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Lausanne-Sport ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Karlo Letica esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Néstor Caicedo, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jamie Roche estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lausanne-Sport, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Néstor Caicedo está nela.
Em resumo
MercadoUm ano no balneário errado para Tim Hottiger
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lausanne-Sport perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Néstor Caicedo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/03/2027
Adrian Rus desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Lausanne-Sport e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 9 no Étoile Carouge dizem o resto.
O banco29/03/2027
Miguel Reisinho tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lausanne-Sport dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lausanne-Sport perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1‑4 frente ao Liverpool. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
Néstor Caicedo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
15 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jamie Roche estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoKarlo Letica pede uma conversa com o treinador
104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lausanne-Sport perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Miguel Reisinho e o Lausanne-Sport acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Néstor Caicedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Lausanne-Sport sabem-no.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
4 jogos e 0 golos não são uma época fora, são um ano perdido. Está de volta ao Lausanne-Sport sem ter avançado um passo, e todos os envolvidos vão explicar por que razão a culpa não foi deles.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Karim Sow tem a sua resposta do Lausanne-Sport; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
MercadoA história de Andrej Ilić recusa-se a morrer
O bancoAdrian Rus pede uma conversa com o treinador
111 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lausanne-Sport perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Lausanne-Sport lida com um homem que quer outro país.
Néstor Caicedo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Lausanne-Sport e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no Étoile Carouge dizem o resto.
O banco01/03/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Admir Rodriguez saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Adrian Rus no jogo grande
118 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lausanne-Sport perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Néstor Caicedo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jamie Roche estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lausanne-Sport, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Karlo Letica assinar alguma coisa — um contrato no Lausanne-Sport ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Lausanne-Sport vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Kévin Mouanga
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sion fica com o seu homem, e o Lausanne-Sport volta a uma lista com um nome riscado.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gaoussou Diakité está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Lausanne-Sport e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no Vaduz dizem o resto.
O banco15/02/2027
Andrej Ilić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lausanne-Sport dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lausanne-Sport, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
133 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lausanne-Sport perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Molde por Seydou Traoré foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Néstor Caicedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mainz 05 fica com o seu homem, e o Lausanne-Sport volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel08/02/2027
Jamie Roche desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco08/02/2027
Karlo Letica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lausanne-Sport dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lausanne-Sport sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Lausanne-Sport ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
140 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lausanne-Sport perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
36 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.
Direção01/02/2027
O Lausanne-Sport fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Néstor Caicedo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Lausanne-Sport perguntou e o Manchester United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel01/02/2027
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jamie Roche está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Lausanne-Sport vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
150 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lausanne-Sport perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lausanne-Sport podem fingir não ter ouvido.
Néstor Caicedo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Servette fica com o seu homem, e o Lausanne-Sport volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gaoussou Diakité estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lausanne-Sport, e 0 jogos em 24 dizem que merece ser ouvido.
Não há pior forma de perder um futebolista. Lorenzo Bittarelli pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Juventus fica com o seu homem, e o Lausanne-Sport volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do Lausanne-Sport sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jamie Roche está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lausanne-Sport, e 4 jogos em 19 dizem que merece ser ouvido.
Perguntou-se ao Rapid Wien se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Lausanne-Sport já telefonou ao Zurich. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A proposta do Young Boys por Brandon Soppy foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lorenzo Bittarelli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lausanne-Sport as despedidas começaram em silêncio.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Néstor Caicedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bari fica com o seu homem, e o Lausanne-Sport volta a uma lista com um nome riscado.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Lausanne-Sport é como lidar com um homem a quem deve muito.
Em resumo
PlantelJamie Roche desentende-se com um colega por causa das exigências
Notas dos jogadoresFulvio Duarte passa por eles um de cada vez
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Lausanne-Sport estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Lausanne-Sport ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Lausanne-Sport fez a parte difícil com o Aarau, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Lausanne-Sport ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Néstor Caicedo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O telefone voltou a tocar por causa de Brandon Soppy, e desta vez do outro lado está o Young Boys. No Lausanne-Sport ouvem com educação e não prometem nada.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Karlo Letica e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lausanne-Sport perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Lausanne-Sport daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no St. Gallen segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lausanne-Sport perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
3‑0 frente ao Koper, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 7.92, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores14/12/2026
Gabriel Sigua, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.71
Um 7.71 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Néstor Caicedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Néstor Caicedo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel07/12/2026
Jamie Roche desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lausanne-Sport, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
1‑1 frente ao Wolverhampton, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Andrej Ilić está no centro dessa descrição.
Plantel30/11/2026
43 dias de fora para Adrian Rus depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lausanne-Sport vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lausanne-Sport pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo29/11/2026
Não se vê o fim da espera do Lausanne-Sport por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Lausanne-Sport tem de arrancar um resultado de algum lado.
Néstor Caicedo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Segue-se o Lugano, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
50 dias de fora para Adrian Rus depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lausanne-Sport vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lausanne-Sport coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/11/2026
Gaoussou Diakité desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.