Verba acordada, salário acordado, e o Lokomotivi à espera com uma camisola. No Iberia 1999-2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Iberia 1999-2 podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davi Góes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Verba acordada, salário acordado, e o Sioni à espera com uma camisola. No Iberia 1999-2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 35 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Iberia 1999-2 podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores07/07/2036
Um golo de defesa dá a vitória ao Iberia 1999-2 — 7.88
1 para Davi Góes, avaliado com 7.88, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davi Góes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Patrick Osterhage e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/06/2036
Douglas Iyowuna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel19/05/2036
36 dias de fora para Leander Chadli depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Iberia 1999-2 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Iberia 1999-2 lida com um homem que quer outro país.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Iberia 1999-2 não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Iberia 1999-2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Iberia 1999-2 falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tommaso Sibona será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Iberia 1999-2 as despedidas começaram em silêncio.
Três pontos para o Iberia 1999-2: um 3‑1 diante do Dila num duelo decidido por pormenores.
Plantel12/05/2036
Palavras no treino do Iberia 1999-2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Douglas Iyowuna está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Iberia 1999-2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dorian-Peter Kasparek treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 76 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel07/04/2036
78 dias de fora para Leander Chadli depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Iberia 1999-2 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dorian-Peter Kasparek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 19 anos do Iberia 1999-2 que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 88. O Dinamo Batumi tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Iberia 1999-2 disse a Tommaso Sibona que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Iberia 1999-2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Simon Tisch-Rottensteiner produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Iberia 1999-2 podem fingir não ter ouvido.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Iberia 1999-2 e o Merani, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Em resumo
PlantelIacopo Marrocco desentende-se com um colega por causa das exigências
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Matthew Baker não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Simon Tisch-Rottensteiner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Iberia 1999-2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Daniel van Vianen tem de reconquistar o que julgava seu. O Iberia 1999-2 não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Verba acordada, salário acordado, e o Spaeri à espera com uma camisola. No Iberia 1999-2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Daniel van Vianen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Torpedo Kutaisi tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, salário acordado, e o Samtredia à espera com uma camisola. No Iberia 1999-2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Iberia 1999-2 podem fingir não ter ouvido.
Empate aos 91 minutos, depois de uma tarde que o Iberia 1999-2 tinha praticamente arrumada. O Samtredia vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Foi preciso Simon Tisch-Rottensteiner marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Samtredia, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Plantel25/06/2035
Palavras no treino do Iberia 1999-2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandre Janelidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Dinamo Batumi vai querer esquecer isto depressa: 6‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Iberia 1999-2 foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Iberia 1999-2 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Leander Chadli não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
7 golos num jogo, Zoltán Pesti na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Iberia 1999-2 nem ao Dinamo Batumi.
Uma exibição de 9.66 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel11/06/2035
Zoltán Pesti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Lokomotivi vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Iberia 1999-2 foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A proposta do Samtredia por Joaquín Mancuso foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Iberia 1999-2 vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Iberia 1999-2 vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel14/05/2035
Um jovem do Iberia 1999-2 leva o prémio de melhor sub-21
Lasha Mikautadze tem 20 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Iberia 1999-2 vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Leander Chadli, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.95
Um 7.95 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
8 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Dinamo Tbilisi-2 foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Plantel07/05/2035
Zoltán Pesti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Zoltán Pesti. 1‑0 sobre o Dinamo Tbilisi-2, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Leander Chadli não precisou: 7.95, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Dorian-Peter Kasparek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zoltán Pesti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 88. O Rustavi tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Já são 7 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Notas dos jogadores23/04/2035
Lasha Mikautadze, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.63
Um 7.63 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lasha Mikautadze treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Simon Tisch-Rottensteiner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O treinador reorganizou as ideias e Simon Tisch-Rottensteiner saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Leander Chadli está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Segue-se o Dinamo Batumi, e há um homem no balneário do Iberia 1999-2 que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Zoltán Pesti assinar alguma coisa — um contrato no Iberia 1999-2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acabou 2‑2, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
Antevisão12/03/2035
O Iberia 1999-2 mede-se com a equipa que todos perseguem
O Gagra chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Sadyg Bagiev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luigi Caputo, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Zoltán Pesti assinar alguma coisa — um contrato no Iberia 1999-2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Dribles concretizados: 11. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ninguém no Iberia 1999-2 sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Zoltán Pesti assinar alguma coisa — um contrato no Iberia 1999-2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.