Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel20/08/2029
Exequiel Zeballos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
12 golos em 27 jogos no Ferro Carril Oeste — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Boca Juniors alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Boca Juniors nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo04/08/2029
Jacob Ambæk ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 92. Jacob Ambæk encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Tristán Suárez passou do ponto ao nada num só movimento.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jacob Ambæk não precisou: 8.04, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O Agropecuario Argentino está fora e o Boca Juniors segue em frente, com um 2‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Pedro Velurtas pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/07/2029
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jacob Ambæk, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sebastián Villa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
O telefone voltou a tocar por causa de Joaquín Piñeyro, e desta vez do outro lado está o Estudiantes. No Boca Juniors ouvem com educação e não prometem nada.
Não há pior forma de perder um futebolista. Norberto Briasco pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/07/2029
Exequiel Zeballos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alan Velasco, e o treinador deixou.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Boca Juniors pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/06/2029
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente deixou de fingir: o Huachipato vai fazer a chamada por Miguel Merentiel esta semana. O Boca Juniors tem um número em mente, e o número não é tímido.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 89, e o Estudiantes passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Lautaro Di Lollo. 1‑0 sobre o Estudiantes, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel14/05/2029
Marco Pellegrino desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jacob Ambæk, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.13
Um 8.13 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Boca Juniors pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Boca Juniors já falam dele no passado.
Plantel07/05/2029
Exequiel Zeballos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gonzalo Gelini, e o treinador deixou.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Joaquín Piñeyro lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel30/04/2029
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Boca Juniors perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leonel Flores será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Plantel16/04/2029
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alan Velasco, e o treinador deixou.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Em resumo
Notas dos jogadoresJacob Ambæk podia ter feito três
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Boca Juniors perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Notas dos jogadores09/04/2029
Jacob Ambæk, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.91
Um 7.91 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Boca Juniors já falam dele no passado.
Plantel09/04/2029
Exequiel Zeballos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jacob Ambæk e o Boca Juniors acertam mais 5 anos.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jabes Saralegui. 1‑0 sobre o San Lorenzo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jacob Ambæk não precisou: 7.61, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Boca Juniors já falam dele no passado.
Plantel19/03/2029
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Paredes, e o treinador deixou.
Plantel19/03/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Lautaro Di Lollo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Boca Juniors já falam dele no passado.
Plantel05/03/2029
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jacob Ambæk, e o treinador deixou.
34 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jacob Ambæk não precisou: 8.04, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A proposta do Austin FC por Rodrigo Bacidalupe foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Exequiel Zeballos, e o treinador deixou.
33 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O Central Córdoba SdE vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Boca Juniors foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Notas dos jogadores12/02/2029
Jacob Ambæk, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.36
Um 8.36 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Boca Juniors pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel12/02/2029
Exequiel Zeballos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leonel Flores será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Plantel22/01/2029
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miguel Merentiel, e o treinador deixou.
A proposta do Ajax por Jacob Ambæk foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Boca Juniors falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Camilo Rey Domenech e o Boca Juniors acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
O San Lorenzo está fora e o Boca Juniors segue em frente, com um 3‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Boca Juniors falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Boca Juniors beneficiou disso.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jacob Ambæk não precisou: 7.87, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A proposta do Nacional por Gonzalo Morales foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Em resumo
Notas dos jogadoresGonzalo Gelini encarou-os todo o jogo
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Boca Juniors falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta ficou muito aquém e em Boca Juniors não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel11/12/2028
Alan Velasco sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Joaquín Ruiz, e desta vez do outro lado está o Alvarado. No Boca Juniors ouvem com educação e não prometem nada.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Leandro Brey: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Vitória por 0‑0 sobre o Argentinos Juniors, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Heredia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/10/2028
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Julián Carrasco lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ariel Molas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Plantel23/10/2028
Exequiel Zeballos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Boca Juniors, e 10 jogos em 38 dizem que merece ser ouvido.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Boca Juniors perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jacob Ambæk não precisou: 7.91, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Leandro Paredes e o Boca Juniors acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel09/10/2028
Exequiel Zeballos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Jacob Ambæk tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
30 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jacob Ambæk não precisou: 7.63, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Leandro Paredes e o Boca Juniors acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel02/10/2028
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
Plantel25/09/2028
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alex Verón está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Boca Juniors, e 7 jogos em 34 dizem que merece ser ouvido.
Ninguém no Boca Juniors dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
29 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ángel Romero será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/09/2028
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Boca Juniors, e 7 jogos em 36 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O Boca Juniors torna a sua casa um sítio difícil de visitar
28 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kevin Zenón produziu-o, e o 8.84 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Mercado11/09/2028
Tão perto: a transferência de Jacob Ambæk morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Ajax seguiu em frente, Jacob Ambæk apresenta-se de volta no Boca Juniors, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel11/09/2028
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
27 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Boca Juniors falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Heredia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alan Velasco, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel28/08/2028
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Vejo todos os jogos do Boca Juniors daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Atlético Madrid segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Alan Velasco
26 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Faltavam 86 minutos e o Talleres tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Boca Juniors não parou para dar explicações.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Boca Juniors lida com um homem que quer outro país.
Plantel21/08/2028
Exequiel Zeballos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alan Velasco. 1‑0 sobre o Talleres, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Alan Velasco
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Cruz Payal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
25 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A série sem derrotas chega aos 18 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Boca Juniors pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lautaro Di Lollo e o Boca Juniors acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Boca Juniors torna a sua casa um sítio difícil de visitar
23 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Boca Juniors falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo22/07/2028
Aconteça o que acontecer, o Boca Juniors não perde
Já são 15 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jacob Ambæk produziu-o, e o 8.44 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As regras permitem-no e dói na mesma. Agustín Heredia acertou condições com o Newell's Old Boys para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Boca Juniors pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alan Velasco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 105 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Boca Juniors, e não vai ser retirado.
A proposta do Aldosivi por Iker Zufiaurre foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Ramírez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/06/2028
Exequiel Zeballos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Boca Juniors lida com um homem que quer outro país.
“Vejo todos os jogos do Boca Juniors daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Qadisiyah segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Joaquín Piñeyro
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Gonzalo Morales agarrou este contra o Defensores. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Boca Juniors.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Boca Juniors falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo22/04/2028
O Boca Juniors torna a sua casa um sítio difícil de visitar
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Notas dos jogadores24/04/2028
Jacob Ambæk, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.60
Um 7.60 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Leandro Paredes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Boca Juniors perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 110 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo15/04/2028
O Boca Juniors torna a sua casa um sítio difícil de visitar
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Posição 3, 21 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jacob Ambæk não precisou: 8.15, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Lucas Janson acertou condições com o Tigre para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Boca Juniors lida com um homem que quer outro país.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Boca Juniors perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Boca Juniors falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jacob Ambæk e o Boca Juniors acertam mais 5 anos.
Leandro Paredes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thiago Perruisset será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
17 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Boca Juniors, e 2 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.
Marcelo Weigandt lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O San Lorenzo vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Boca Juniors, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/04/2028
Exequiel Zeballos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Boca Juniors que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Boca Juniors perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Notas dos jogadores27/03/2028
Jacob Ambæk, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.85
Um 7.85 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Ramírez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Leandro Paredes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/03/2028
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Zeballos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Boca Juniors daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Mirassol segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Marcelo Weigandt lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Boca Juniors pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Notas dos jogadores20/03/2028
Jacob Ambæk, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.71
Um 7.71 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boca Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
64 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Boca Juniors perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Boca Juniors pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Notas dos jogadores06/03/2028
Jacob Ambæk, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.81
Um 7.81 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Leandro Paredes e o Boca Juniors acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Notas dos jogadoresUma tarde que Carlos Palacios vai querer de volta
DireçãoO Boca Juniors liberta $5.0M para o treinador
82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Boca Juniors perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Jogo19/02/2028
Ninguém quer jogar contra o Boca Juniors neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 23 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Marcelo Weigandt lesiona os ligamentos do joelho — 90 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jacob Ambæk não precisou: 8.11, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Leandro Paredes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 23 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
A proposta do Güemes por Juan Ramírez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Depor seguiu em frente, Fernando Rodriguez apresenta-se de volta no Boca Juniors, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Leandro Paredes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Boca Juniors lida com um homem que quer outro país.
“Vejo todos os jogos do Boca Juniors daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no CFR Cluj segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel27/12/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Boca Juniors
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Jacob Ambæk
O Tigre segue. A tabela disse durante meses que esta equipa era suficientemente boa, e ao formato não interessa o que a tabela disse: a discussão que todos os clubes eliminados têm consigo próprios desde que existem playoffs.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nicolás Figal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Boca Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Leandro Paredes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alan Velasco, e o treinador deixou.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Boca Juniors fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
O Voluntari segue em frente e o CFR Cluj vai para casa, com um 3‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Notas dos jogadores22/11/2027
Jacob Ambæk, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.55
Um 8.55 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
As bancadas22/11/2027
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 8 dos 31 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Paul Deac quer futebol continental; se o CFR Cluj o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Paul Deac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/11/2027
Palavras no treino do CFR Cluj sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Meriton Korenica está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Boca Juniors perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Independiente Rivadavia está fora e o Boca Juniors segue em frente, com um 2‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 117. O Independiente Rivadavia vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Jogo27/10/2027
Aconteça o que acontecer, o Boca Juniors não perde
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Leandro Paredes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Paul Deac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nota 8.75 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel25/10/2027
Palavras no treino do CFR Cluj sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Karlo Muhar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrei Cordea, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lorenzo Biliboc e o CFR Cluj acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Leandro Paredes lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Boca Juniors, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boca Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 18. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel25/10/2027
Palavras no treino do Boca Juniors sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Malcom Braida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Boca Juniors daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Newell's Old Boys segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jacob Ambæk não precisou: 7.69, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CFR Cluj coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em CFR Cluj, e 4 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Jacob Ambæk tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Plantel04/10/2027
Karlo Muhar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Leandro Paredes lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 26 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Leandro Paredes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Paul Deac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do CFR Cluj sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Meriton Korenica está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tidiane Keita, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
16 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.