Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giannis Doiranlis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
David Nwachukwu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nfansu Njie, e o treinador deixou.
Segue-se o ETO Győr, e há um homem no balneário do Debrecen que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Josua Mejías assinar alguma coisa — um contrato no Debrecen ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Debrecen, mais uma semana sem a assinatura de Patrick Egeonu.
Posição 11 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giannis Doiranlis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Fran Manzanara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Debrecen perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Honved fica com o seu homem, e o Debrecen volta a uma lista com um nome riscado.
O Debrecen ofereceu $6.0K; o Puskas Akademia disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ákos Szendrei, e o treinador deixou.
O Kisvárda aceitou o dinheiro. O que o Debrecen ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Debrecen foi ao Bekescsaba com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Leon Myrtaj e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Puskas Akademia queria mais do que $6.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bekescsaba fica com o seu homem, e o Debrecen volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel23/07/2029
Giannis Doiranlis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proposta do Debrecen por Kristóf Pálfi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ivan Milosavljević estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel25/06/2029
10 caras novas e o Fehervar ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O Fehervar já telefonou ao NK Osijek. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Fehervar já telefonou ao Partizan. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Fehervar vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Fehervar sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Donát Zsótér lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Puskas Akademia à espera com uma camisola. No Fehervar ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Fehervar fez a parte difícil com o Debrecen, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fehervar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Krisztián Kovács estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Denis Makarov e o Fehervar acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Marino Žeravica está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Veljko Prodanić está em marcha
Donát Zsótér lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zsolt Kojnok será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Fehervar as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fehervar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O nome de Đorđe Jovanović apareceu em conversas de que o Fehervar não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel04/06/2029
Palavras no treino do Fehervar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Milosavljević está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Fehervar perguntou e o Szeged-Csanád GA disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Fehervar já telefonou ao Ujpest. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Debrecen toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Attila Szalai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco07/05/2029
Josua Mejías perde o treinador que acreditava nele
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Josua Mejías: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Debrecen, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bence Takács está nela.
Attila Szalai anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Debrecen. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Fran Manzanara assinar alguma coisa — um contrato no Debrecen ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Plamen Andreev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Santino Andino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Debrecen joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Debrecen, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.