Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.26 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jogo07/11/2026
Não se vê o fim da espera do Nea Salamis por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nea Salamis tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nea Salamis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Florent Hanin, e o treinador deixou.
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Grigoris Laban não o escondia depois do 3‑3, e no balneário do Nea Salamis também ninguém o escondia.
Palavras no treino do Nea Salamis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. José Artiles está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alexis Theocharous esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco12/10/2026
Andreas Frangos tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Nea Salamis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nea Salamis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Nea Salamis ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Maximiliano Carrasco pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nea Salamis, e não vai ser retirado.
Direção07/09/2026
O Nea Salamis fecha o mercado com um plantel feito por si
18 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Panserraikos ninguém diz, e no Nea Salamis ninguém gosta de estar a adivinhar.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Denys Vakulyk regressa a Nea Salamis com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
$74.0K em cima da mesa do Olympiakos Nicosia. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Nea Salamis perguntou e o Club Brugge disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Sergio González está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Em resumo
PlantelNo Nea Salamis ainda são estranhos uns para os outros
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Nea Salamis perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nea Salamis, e não vai ser retirado.
7.97, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e José Artiles estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Nea Salamis perguntou e o Panserraikos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao Panserraikos se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Cultural Leonesa para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
O bancoA vista do banco
DireçãoO Nea Salamis diz não ao dinheiro para o centro de treinos
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bandirmaspor fica com o seu homem, e o Nea Salamis volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nea Salamis coisas que levam mais de uma semana a retirar.