Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Gaziantep vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Fabrizio Angileri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/09/2030
Palavras no treino do Gaziantep sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deian Sorescu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Gaziantep perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Fabrizio Angileri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Gaziantep ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel08/07/2030
Deian Sorescu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mervan Yiğit e o Gaziantep acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Ninguém no Gaziantep dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Fabrizio Angileri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andile Mokotjo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abakar Sylla está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gaziantep sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mücahit Serbest apontou a data.
1‑4 para o Galatasaray, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abakar Sylla e o Gaziantep acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Fabrizio Angileri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco25/03/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑4 Umut Turuc saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Ahmed Kutucu
111 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Gaziantep perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gaziantep coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ozan Ozdemir e o Gaziantep acertam mais 3 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ahmed Kutucu está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e İrfan Can Kahveci treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ahmet Emre Polat: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Gaziantep a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
MercadoKubilay Aktaş colocado na lista de transferências
57 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Gaziantep perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Demián Talavera: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Emil Riis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gaziantep coisas que levam mais de uma semana a retirar.
8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel01/10/2029
Palavras no treino do Gaziantep sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andile Mokotjo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Phellipe está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gaziantep sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Emil Riis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
0‑2 para o Trabzonspor, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel27/08/2029
Palavras no treino do Gaziantep sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andile Mokotjo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco27/08/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Umut Turuc saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Berkay Aslan, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
A proposta do Basaksehir por Christopher Lungoyi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Gaziantep, e não vai ser retirado.
O Antalyaspor queria mais do que $1.8M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gaziantep coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Giresunspor, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Devrim Şahin e o Gaziantep acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel11/06/2029
Palavras no treino do Gaziantep sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Berkay Aslan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Berkay Aslan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco21/05/2029
Abakar Sylla tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Gaziantep dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Berkay Aslan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gaziantep sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Gaziantep. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
21 golos e uma média de 7.37 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gaziantep coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Gaziantep sabem-no.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Emil Riis. 3‑1 sobre o Adana Demirspor, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco23/04/2029
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Mustafa Calhanoglu foi breve depois da vitória por 3‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mazyad Freeh lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Shonan Bellmare por Norman Díaz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Trabzonspor fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Fabrizio Angileri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emil Riis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hasan Ayyildiz e o Gaziantep acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mazyad Freeh lesiona os ligamentos do joelho — 96 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 96 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Gaziantep, e não vai ser retirado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 60 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Fabrizio Angileri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emil Riis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Gaziantep dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gaziantep sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
104 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Gaziantep perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Ozan Ozdemir agarrou este contra o Basaksehir. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Gaziantep.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Fabrizio Angileri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.