“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Kim Taewon não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 19 contratações e 12 saídas
Está feito o negócio no Portimonense até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Portimonense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O negócio que levaria Nélson Campali para o Paredes caiu na fase final e ele reapresenta-se no Portimonense com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O Portimonense ofereceu $160.0K; o Farense disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bragantino fica com o seu homem, e o Portimonense volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Verba acordada, salário acordado, e o Paredes à espera com uma camisola. No Portimonense ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Gabriel Feliciano está a viver essa versão no Portimonense, e costuma notar-se no primeiro mês.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $160.0K — um clube que quer Fran Delgado ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Farense, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Zé Hugo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Heitor quer futebol continental; se o Portimonense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Carlinhos e o Portimonense acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Carlinhos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Napoli fica com o seu homem, e o Portimonense volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel03/08/2026
Thauan Lara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Portimonense, mais uma semana sem a assinatura de Tiago Mamede.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Portimonense lida com um homem que quer outro país.
Uma sondagem ao AZ para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tiago Mamede treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoNélson Campali está livre para procurar outro sítio