O Poltava e o Rukh acertaram em $27.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Poltava fez a parte difícil com o Kolos, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Mykola Myroniuk e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kristian Bilovar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel11/07/2033
Benedek Katona sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Danylo Polonskyi, e o treinador deixou.
Ninguém no Poltava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Kristian Bilovar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Metalist fica com o seu homem, e o Poltava volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ivan Lykholit estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Oleksandr Yevtushenko e o Poltava acertam mais 3 anos.
Uma sondagem ao Shakhtar para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Poltava ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Poltava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dynamo Kyiv fica com o seu homem, e o Poltava volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Lykholit está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Poltava joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Uma sondagem ao Shakhtar para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Metalist para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Kristian Bilovar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Lykholit está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Poltava, mais uma semana sem a assinatura de Maksym Bahachanskyi.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Oleksandr Yevtushenko está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Poltava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Poltava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A tabela consulta-se antes de os resultados estarem fechados, o que é sempre o sinal. No Poltava ninguém diz a palavra e todos os jogadores seniores da casa a pensam.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Poltava
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Poltava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção30/05/2033
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Poltava
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Poltava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/05/2033
Ivan Lykholit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mykola Kyrychok, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Maksym Burlakov está nela.
Adam Petrák lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Poltava, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Poltava ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Poltava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/05/2033
Ivan Lykholit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Danylo Davydenko está nela.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Poltava pode pedir e sobe o salário que Maksym Stadnik pode exigir.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Poltava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Kristian Bilovar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Danylo Davydenko, e o treinador deixou.
Ninguém no Poltava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Poltava pode pedir e sobe o salário que Dan Happe pode exigir.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Poltava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
A coisa menos glamorosa que um reforço estrangeiro faz e a que decide a maioria deles. Um jogador que percebe o grito que vem atrás dele é outro futebolista diferente daquele que não percebe.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Poltava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 14 e 23 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Kristian Bilovar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/05/2033
Ivan Lykholit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Poltava ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Poltava, mais uma semana sem a assinatura de Maksym Bahachanskyi.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roman Yuvkhymets assinar alguma coisa — um contrato no Poltava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Poltava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Poltava está a esgotar-se.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Poltava toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Poltava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Kristian Bilovar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Lykholit está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Poltava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Poltava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dan Happe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Poltava é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alagie Wally treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Oleksandr Yevtushenko está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Poltava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adam Petrák lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Poltava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Poltava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/04/2033
Ivan Lykholit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maksym Bahachanskyi, e o treinador deixou.
82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Poltava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Poltava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Poltava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/03/2033
Ivan Lykholit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Poltava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Poltava pode pedir e sobe o salário que Maksym Stadnik pode exigir.
89 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Poltava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Poltava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Kristian Bilovar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/03/2033
Ivan Lykholit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mykola Kyrychok, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Oleksandr Yevtushenko está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Poltava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
103 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Poltava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção07/03/2033
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Poltava
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Kristian Bilovar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Shakhtar fica com o seu homem, e o Poltava volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ivan Lykholit estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Poltava vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o LNZ pode já não estar a vender.
110 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Poltava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $37.7K do que o Poltava pagou por Vasyl Lutsiv é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 8, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A proposta seguiu esta semana para o LNZ, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Oleksandr Yevtushenko volta a ser jogador do Poltava, e a cidade tem a sua história do verão.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Poltava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Inhulets à espera com uma camisola. No Poltava ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Kristian Bilovar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kryvbas fica com o seu homem, e o Poltava volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Poltava sobre quem trabalha
Yehor Kniazev lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 14 e 19 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Poltava, e não vai ser retirado.
Kristian Bilovar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/01/2033
Ivan Lykholit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Bohdan Matvienko depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Yehor Kniazev lesiona os ligamentos do joelho — 70 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 70 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Mykola Myroniuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kristian Bilovar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kristian Bilovar treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o Zorya, e há um homem no balneário do Poltava que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
91 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Poltava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mykola Myroniuk e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kristian Bilovar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco27/12/2032
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Bohdan Matvienko não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Poltava também ninguém o escondia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Poltava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Metalist defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Poltava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Kristian Bilovar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yevhen Bespalko e o Poltava acertam mais 3 anos.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mykola Myroniuk. 1‑0 sobre o Veres, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel20/12/2032
Mykola Kyrychok desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores20/12/2032
Mykola Myroniuk jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.08. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
119 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Poltava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Kristian Bilovar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Kyrychok está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Poltava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Antevisão29/11/2032
O Poltava mede-se com a equipa que todos perseguem
O Shakhtar chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Yehor Kniazev lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dan Happe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Kuznetsov, e o treinador deixou.
Avaliado com 7.81. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikita Sednev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
133 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Poltava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas15/11/2032
A raiva no Poltava transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yehor Kniazev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Poltava as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Lykholit está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Danylo Polonskyi tem a sua resposta do Poltava; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Poltava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Poltava admitiria. Nota-se aos sábados.
Kristian Bilovar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Lykholit está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco25/10/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑4, ditas por Bohdan Matvienko a uma sala que já as tinha ouvido.
5 defesas não encerram a discussão sobre de quem foi a culpa, e a discussão vai durar a semana toda. Os guarda-redes carregam estes resultados, cause-os quem os causar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Poltava foi explícito quanto à situação de Yehor Kniazev, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
Notas dos jogadoresRoman Yuvkhymets passa por eles um de cada vez
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Poltava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mykola Kyrychok e o Poltava acertam mais 4 anos.
Plantel04/10/2032
Ivan Lykholit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maksym Burlakov, e o treinador deixou.
O banco04/10/2032
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Bohdan Matvienko escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Oleksandr Kashcheiev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Adam Petrák marcou, foi avaliado com 7.51 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Dan Happe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/09/2032
Kristian Bilovar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco27/09/2032
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Bohdan Matvienko foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Poltava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Vasyl Lutsiv não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Direção13/09/2032
O prazo passa com 17 contratações e 22 saídas
Está feito o negócio no Poltava até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Poltava ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Kristian Bilovar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/09/2032
Ivan Lykholit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Poltava vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Oleksandriya pode já não estar a vender.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 6.71, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Em resumo
PlantelNo Poltava ainda são estranhos uns para os outros
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Poltava, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ihor Blyzniuk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Poltava as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Poltava fez a parte difícil com o Oleksandriya, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Kristian Bilovar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A raiva no Poltava transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A proposta do LNZ por Danylo Varakuta foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Poltava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ivan Lykholit estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yehor Kniazev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Poltava as despedidas começaram em silêncio.
Dan Happe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/08/2032
Kristian Bilovar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Poltava, e não vai ser retirado.
O Poltava e o Epicentr acertaram em $66.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do Karpaty por Danylo Varakuta foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Poltava ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kristian Bilovar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção02/08/2032
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Poltava
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Poltava ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Poltava vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Karpaty fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A proposta seguiu esta semana para o Oleksandriya, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Kristian Bilovar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dynamo Kyiv fica com o seu homem, e o Poltava volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ivan Lykholit estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Poltava está a esgotar-se.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxim Budko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Poltava as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Poltava fez a parte difícil com o Oleksandriya, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Plantel21/06/2032
Uma transferência que Maksym Stadnik teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Maksym Stadnik está a viver essa versão no Poltava, e costuma notar-se no primeiro mês.
Dan Happe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Poltava foi ao LNZ com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Poltava foi ao Oleksandriya com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Poltava perguntou e o Victoriia Sumy disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Poltava sobre quem trabalha
Plantel7 caras novas e o Poltava ainda se está a conhecer
101 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Poltava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Poltava ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Poltava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/05/2032
Yevhen Pavliuk desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco24/05/2032
Yan Zheliba volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Poltava já trabalhou com Yan Zheliba e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Poltava pode pedir e sobe o salário que Maxim Budko pode exigir.
129 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Poltava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Poltava ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dan Happe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roman Yuvkhymets está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco26/04/2032
Yan Zheliba volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Poltava já trabalhou com Yan Zheliba e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Poltava ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dmytro Matsapura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/04/2032
Yevhen Pavliuk desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco19/04/2032
Ihor Blyzniuk tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Poltava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Poltava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mykola Kyrychok está a viver essa versão no Poltava, e costuma notar-se no primeiro mês.
Dan Happe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Poltava nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel08/03/2032
Yevhen Pavliuk desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.