Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roei Alkukin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hapoel Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Chico sai dessa comparação dentro da equipa, e o Hapoel Tel Aviv beneficiou de cada uma dessas tardes.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Douglas Owusu produziu-o, e o 8.42 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hapoel Tel Aviv lida com um homem que quer outro país.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emmanuel Boateng está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Branco Salinardi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hapoel Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emmanuel Boateng está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Maccabi Haifa; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Vejo todos os jogos do Hapoel Tel Aviv daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Maccabi Tel Aviv segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco20/09/2027
Pierre Cornud tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hapoel Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Andrian Kraev pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hapoel Tel Aviv ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Douglas Owusu, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Hapoel Tel Aviv daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hapoel Kiryat Shmona segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Hapoel Tel Aviv. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emmanuel Boateng estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Pierre Cornud está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Yazan Nassar tem a sua resposta do Hapoel Tel Aviv; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Amit Lemkin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Or Israelov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hapoel Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
Daniel Dappa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hapoel Tel Aviv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
25 jogos no Bnei Yehuda e os golos deixaram de entrar. O Hapoel Tel Aviv emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Roy Korine apontou a data.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O banco03/05/2027
Pierre Cornud tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hapoel Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel03/05/2027
Stav Toriel vê um reforço ficar com a camisola que lhe prometeram
Aos 26 o caminho devia estar aberto. Em vez disso o Hapoel Tel Aviv foi ao mercado, e o leitor local faz a pergunta que o pessoal da formação é demasiado diplomático para fazer em voz alta.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Pierre Cornud assinar alguma coisa — um contrato no Hapoel Tel Aviv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Com 22 anos, Or Israelov passou por todos os escalões do clube e vê um jogador emprestado de nível semelhante ser titular todas as semanas. Na formação reparam nestas coisas — e nas bancadas também.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Douglas Owusu apontou a data.
“Pela primeira vez em anos jogo porque alguém me quer na equipa.” O Bnei Yehuda assenta-lhe bem; a conversa incómoda pertence ao Hapoel Tel Aviv, e o verão vai forçá-la.
Or Israelov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hapoel Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hapoel Tel Aviv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Daniel Dappa está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O banco05/04/2027
Pierre Cornud tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hapoel Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Hapoel Tel Aviv do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hapoel Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrian Kraev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Hapoel Tel Aviv disse a Branco Salinardi que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco22/03/2027
Mor Buskila tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hapoel Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stav Toriel. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Andrian Kraev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Hapoel Tel Aviv, e 0 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hapoel Tel Aviv perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Avaliado com 7.80. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco07/12/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Chico
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Pierre Cornud sai dessa comparação dentro da equipa, e o Hapoel Tel Aviv beneficiou de cada uma dessas tardes.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Daniel Dappa assinar alguma coisa — um contrato no Hapoel Tel Aviv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Segue-se o Hapoel Kiryat Shmona, e há um homem no balneário do Hapoel Tel Aviv que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Or Israelov está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anas Mahamid assinar alguma coisa — um contrato no Hapoel Tel Aviv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Hapoel Tel Aviv a diferença vê-se da última fila.
A próxima visita é de uma equipa no 12.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Verba acordada, salário acordado, e o Maccabi Netanya à espera com uma camisola. No Hapoel Tel Aviv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 13 contratações e 7 saídas
Está feito o negócio no Hapoel Tel Aviv até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Andrian Kraev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Athletico Paranaense fica com o seu homem, e o Hapoel Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Falcão está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hapoel Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.