95 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Casertana perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 94 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Foggia à espera com uma camisola. No Casertana ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
$840.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Como pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Casertana perguntou e o Cagliari disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel18/08/2036
Antonio Valentino desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adriano Canali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Casertana perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel11/08/2036
101 dias de fora para Iker Piedra depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Casertana vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Posição 3, 49 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Casertana fez a parte difícil com o Atalanta, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Niccolò Gariani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/08/2036
Palavras no treino do Casertana sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antonio Valentino está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 108 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Casertana fez a parte difícil com o Frosinone, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Casertana ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Como fica com o seu homem, e o Casertana volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antonio Valentino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Casertana coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Antonio Valentino, e o treinador deixou.
Plantel04/08/2036
No Casertana ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 122 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Casertana perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Casertana, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Casertana coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Casertana perguntou e o Cagliari disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel21/07/2036
Palavras no treino do Casertana sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antonio Valentino está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Rojo, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Adriano Canali treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
129 dias de fora para Iker Piedra depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Casertana vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Posição 3, 49 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A proposta do Lecco por Tom Hocdé foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antonio Valentino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arnaud Poirier, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Casertana podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Como fica com o seu homem, e o Casertana volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel07/07/2036
Palavras no treino do Casertana sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antonio Valentino está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Casertana coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Casertana não o segura a fingir o contrário.
Plantel07/07/2036
5 caras novas e o Casertana ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Casertana, e não vai ser retirado.
49 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.
Alvos de mercado16/06/2036
$300.0K põem os clubes de acordo sobre Gennaro Conti
O Frosinone aceitou o dinheiro. O que o Casertana ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Casertana ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Timéo Ghipponi acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Casertana substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Shakhtar fica com o seu homem, e o Casertana volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel16/06/2036
Antonio Valentino desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Yanis Ouidir esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Posição 3, 49 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gianmaria Fei será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Casertana as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antonio Valentino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Casertana coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Antonio Valentino, e o treinador deixou.
3.º lugar com 49 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Posição 3, 49 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 9 jogos sem derrota são uma base que o Casertana não tinha no outono.
Notas dos jogadores21/04/2036
Um golo de defesa dá a vitória ao Casertana — 7.55
1 para Franco Velázquez, avaliado com 7.55, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Casertana ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Niccolò Gariani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Casertana e do Sorrento por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Casertana sobre quem trabalha
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Casertana ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel24/03/2036
Palavras no treino do Casertana sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jacopo Mazzarotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adriano Canali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco24/03/2036
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Casertana também ninguém o escondia.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jacopo Mazzarotto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Casertana as despedidas começaram em silêncio.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.04 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jacopo Mazzarotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Casertana ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Niccolò Gariani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Alejandro Rojo acabou de assinar pelo Casertana e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel25/02/2036
Antonio Valentino desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alejandro Rojo e o Casertana acertam mais 3 anos.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
O aperto de mão com o Empoli está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 11 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gianmaria Fei será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Casertana as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Antonio Valentino e o Casertana acertam mais 4 anos.
Niccolò Gariani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Casertana perguntou e o Lazio disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel28/01/2036
Théo Collin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Giugliano continuou a vir porque nada o travou, e ao Casertana vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Casertana falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Casertana já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.92 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
O Avellino segue em frente e o Casertana vai para casa, com um 0‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
A série chega a 5 e as perguntas em torno do Casertana já não são delicadas.
Plantel05/11/2035
Palavras no treino do Casertana sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Théo Collin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 ações combinadas e 6.72. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Adriano Canali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Casertana podem fingir não ter ouvido.
O aperto de mão com o Como está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Perugia queria mais do que $240.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Casertana perguntou e o Udinese disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 34 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Plantel25/06/2035
Palavras no treino do Casertana sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leonardo Perković está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Amir Richardson está em marcha
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Vincenzo Alfieri marcou, foi avaliado com 7.77 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Niccolò Gariani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Andrea Palmieri está a viver essa versão no Casertana, e costuma notar-se no primeiro mês.
73 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Casertana perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Casertana, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrea Iovine e o Casertana acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Casertana coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/10/2034
Gianmaria Fei consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Gianmaria Fei acabou de assinar pelo Casertana e, por uma vez, a resposta importava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Frane Nekić, e o treinador deixou.