Patrik Měkota desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jan Feit esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Banik Ostrava B lida com um homem que quer outro país.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tomáš Sirotek assinar alguma coisa — um contrato no Banik Ostrava B ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Vlasiy Sinyavskiy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A forma vai e vem; esta não foi. Jonathan Okebugwu tem 21 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel06/09/2027
Patrik Měkota desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ismaël Sylla, e o treinador deixou.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Banik Ostrava B vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
0‑3 para o Ústí nad Labem, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrik Měkota está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matúš Kmeť, e o treinador deixou.
Aos 20 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Aos 30 anos conquistou um lugar em vez de o receber, e outro tem de arranjar alguma coisa para dizer sobre isso. O Banik Ostrava B tem uma decisão que se tomou sozinha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Banik Ostrava B, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tomáš Sirotek e o Banik Ostrava B acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrik Měkota está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Banik Ostrava B ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco09/08/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Matej Schick a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Filip Rajčan, e o treinador deixou.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ismaël Sylla não precisou: 7.70, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Banik Ostrava B podem fingir não ter ouvido.
7 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Slavia Prague B. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrik Měkota está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Banik Ostrava B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 17 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Toda a gente deixou de fingir: o MFK Ruzomberok vai fazer a chamada por Matúš Kmeť esta semana. O Banik Ostrava B tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Banik Ostrava B ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Šimon Drozd treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tomáš Sirotek assinar alguma coisa — um contrato no Banik Ostrava B ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Banik Ostrava B fez saber ao mercado que Filip Šancl está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.