Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/08/2029
Roman Zobnin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 21 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Tbilisi podem fingir não ter ouvido.
Giorgi Zaria esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Tbilisi podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dinamo Tbilisi pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
27 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 26 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
A proposta do Shukura por Mate Ghaghvishvili foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
24 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jonas Lössl e o Dinamo Tbilisi acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Tbilisi, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dinamo Tbilisi pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A proposta do Shukura por Nikoloz Ugrekhelidze foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/06/2029
Roman Zobnin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Iyed Haj Khalifa, e o treinador deixou.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 16 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Em resumo
MercadoTskhinvali estão prestes a pegar no telefone
Notas dos jogadoresUma tarde de defesa para Nikita Pershin
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/06/2029
Roman Zobnin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Tbilisi daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Torpedo Kutaisi segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roman Zobnin, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Tbilisi podem fingir não ter ouvido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Dinamo Tbilisi lida com um homem que quer outro país.
Plantel05/02/2029
Palavras no treino do Dinamo Tbilisi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandre Kalandadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adrián Arregui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais um nome na lista: o Sioni fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Mate Ghaghvishvili. A resposta do Dinamo Tbilisi não mudou — para já.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/12/2028
Palavras no treino do Dinamo Tbilisi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandre Kalandadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel25/12/2028
Giorgi Zaria tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Tbilisi dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Tskhinvali está fora e o Dinamo Tbilisi segue em frente, com um 2‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Tbilisi, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Matej Tadič não precisou: 8.75, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jonas Lössl e o Dinamo Tbilisi acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Giorgi Zaria esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Dinamo Tbilisi sabem-no.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/11/2028
Roman Zobnin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Tbilisi podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/11/2028
Palavras no treino do Dinamo Tbilisi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandre Kalandadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Tbilisi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sultan Djamilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Zugdidi sobre quem trabalha
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/10/2028
Roman Zobnin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Dinamo Tbilisi lida com um homem que quer outro país.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Tbilisi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dinamo Tbilisi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os balanços não querem saber de forma nem de à volta de quem o treinador tencionava construir. A direção decidiu que é precisa uma venda, e só falta saber que nome acaba por carregá-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.02 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Mattia Villa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
22 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dinamo Tbilisi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Tbilisi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.62 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zugdidi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
As regras permitem-no e dói na mesma. Raymond Daniels acertou condições com o Merani para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Sultan Djamilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A perseguição a Rezo Lomidze terminou com $190.0K a mudar de mãos e o Guria sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zugdidi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mate Ghaghvishvili, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Zugdidi daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Lokomotivi segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A proposta do Torpedo Kutaisi por Sultan Djamilov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Halid Doltmourziev não precisou: 7.86, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Irakli Kakabadze será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Zugdidi as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zugdidi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/07/2028
Saba Chakvetadze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sultan Djamilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mattia Villa, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raymond Daniels está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Zugdidi dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zugdidi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sultan Djamilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Irakli Kakabadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Mate Ghaghvishvili está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O Dinamo Tbilisi segue em frente e o Zugdidi vai para casa, com um 1‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Posição 3, 29 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zugdidi, e não vai ser retirado.
Toda a estreia é uma de duas histórias e esta foi a outra. 5.69, e o único consolo disponível é que nenhuma carreira foi alguma vez decidida por noventa minutos com uma camisola acabada de entregar.
Giorgi Zivzivadze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As bancadas26/06/2028
O Zugdidi gasta $240.0K na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $240.0K por Halid Doltmourziev, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.66 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zugdidi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zugdidi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mattia Villa. 1‑0 sobre o Tskhinvali, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giorgi Zivzivadze, e o treinador deixou.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 28 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel22/05/2028
Roman Zobnin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
7.76, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Dinamo Tbilisi tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
Plantel22/05/2028
Giorgi Zaria tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Tbilisi dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 15 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Lokomotivi? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Giorgi Zaria esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mate Ghaghvishvili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Tbilisi as despedidas começaram em silêncio.
Plantel15/05/2028
Nikoloz Ninua desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Turki Al-Ghamil tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dinamo Tbilisi, e 7 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mate Ghaghvishvili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Tbilisi as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Tbilisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nota 8.79 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Dinamo Tbilisi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giorgi Kharebashvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Halid Doltmourziev, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Tbilisi daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Saburtalo segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Giorgi Zaria esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Tbilisi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel20/03/2028
Palavras no treino do Dinamo Tbilisi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roman Zobnin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Turki Al-Ghamil, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Tbilisi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Turki Al-Ghamil não conseguiu
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo Tbilisi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Giorgi Zaria esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/02/2028
Palavras no treino do Dinamo Tbilisi sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roman Zobnin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Dinamo Tbilisi não o segura a fingir o contrário.