“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hearts of Oak, e não vai ser retirado.
Benjamin Asare e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Hearts of Oak perguntou e o Ajax Cape Town disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel21/06/2027
David Oppong desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Djoliba para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kelvin Osei Asibey treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Hearts of Oak terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
Emprestados3 golos por empréstimo para Kelvin Appiah
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Sharif Shuaib
Benjamin Asare esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mamelodi Sundowns fica com o seu homem, e o Hearts of Oak volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Oppong, e o treinador deixou.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Benjamin Asare continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Perguntou-se ao Mamelodi Sundowns se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Hearts of Oak já telefonou ao Dinamo Tbilisi. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stephen Appiah Asare será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hearts of Oak as despedidas começaram em silêncio.
Benjamin Asare e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel31/05/2027
David Oppong desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Hearts of Oak pode pedir e sobe o salário que Benjamin Asare pode exigir.
Benjamin Asare e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamza Issah, e o treinador deixou.
Plantel24/05/2027
David Oppong desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hearts of Oak foi explícito quanto à situação de Abdul-Aziz Adam, o que é mais do que muitos recebem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hearts of Oak ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gibson Okocha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Emprestados17/05/2027
12 balizas a zeros por empréstimo para Sharif Shuaib
28 jogos no Bechem United e os golos deixaram de entrar. O Hearts of Oak emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Hearts of Oak, e 6 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Hearts of Oak vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Gordon Cudjoe não são bons
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Sharif Shuaib
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hearts of Oak ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Benjamin Asare e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel03/05/2027
David Oppong desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hearts of Oak, mais uma semana sem a assinatura de Adams Friday.
Disseram uma coisa a Desmond Ojietefian e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Prince Kwabena Owusu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hearts of Oak as despedidas começaram em silêncio.
Benjamin Asare e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamza Issah, e o treinador deixou.
Avaliado com 8.09. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Hearts of Oak.
O banco26/04/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Amos Boakye foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
8 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.
Jogo03/04/2027
Ninguém quer jogar contra o Hearts of Oak neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Benjamin Asare esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gibson Okocha. 2‑1 sobre o Heart of Lions, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stephen Appiah Asare será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hearts of Oak as despedidas começaram em silêncio.
Benjamin Asare esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nota 8.03 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Emprestados08/03/2027
11 balizas a zeros por empréstimo para Sharif Shuaib
22 jogos no Bechem United e os golos deixaram de entrar. O Hearts of Oak emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hearts of Oak, mais uma semana sem a assinatura de Hamza Issah.
O banco08/03/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Amos Boakye foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Disseram uma coisa a Edwin Ayiba e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Hearts of Oak marcou aos 93, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Prince Kwabena Owusu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hearts of Oak as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hearts of Oak coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hearts of Oak foi explícito quanto à situação de Mawuli Wayo, o que é mais do que muitos recebem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hearts of Oak perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hearts of Oak, e não vai ser retirado.
Direção01/02/2027
O Hearts of Oak fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stephen Appiah Asare será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hearts of Oak as despedidas começaram em silêncio.
O negócio com o Mamelodi Sundowns está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Mamelodi Sundowns ninguém diz, e no Hearts of Oak ninguém gosta de estar a adivinhar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O IK Start fica com o seu homem, e o Hearts of Oak volta a uma lista com um nome riscado.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Benjamin Asare e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Benjamin Asare, e o treinador deixou.
Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O banco28/12/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Amos Boakye escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stephen Appiah Asare estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hearts of Oak coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para George Paaku, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hearts of Oak, mais uma semana sem a assinatura de Ibrahim Sodiq.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Amos Boakye podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
PlantelStephen Appiah Asare desentende-se com um colega por causa das exigências
Benjamin Asare esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e George Paaku treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco16/11/2026
Abdul Karim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hearts of Oak dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e David Oppong apontou a data.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hearts of Oak coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thomas Agyepong, e o treinador deixou.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Amos Boakye, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
AntevisãoO Hearts of Oak mede-se com a equipa que todos perseguem
Benjamin Asare e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ibrahim Sodiq, e o treinador deixou.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Raphael Amponsah. 1‑0 sobre o Wa All Stars, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hearts of Oak, mais uma semana sem a assinatura de Ibrahim Sodiq.
Nota 7.86 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Hearts of Oak, o melhor em campo era deles.
O banco05/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Amos Boakye, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Plantel05/10/2026
Palavras no treino do Hearts of Oak sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stephen Appiah Asare está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O golo que pôs o Medeama na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Hearts of Oak empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edwin Ayiba, e o treinador deixou.
Um 1‑1 com o Medeama deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco14/09/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Amos Boakye escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stephen Appiah Asare estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Ransford Mensah
Benjamin Asare e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Hearts of Oak não o segura a fingir o contrário.
Uma sondagem ao Mamelodi Sundowns para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Hearts of Oak já telefonou ao Mamelodi Sundowns. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Hearts of Oak já telefonou ao SuperSport United. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Hearts of Oak sobre quem trabalha