Charles Owusu

Lateral Direito - Aposentado
18 Abr 2036
Sexta-feira
Processo

Marcado para Charles Owusu

442 Edição

O Diário de Castellón

15/01/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Tiziano Lattante lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Castellón por uma vitória

Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Castellón tem de arrancar um resultado de algum lado.

Mercado

Samir Gasanov pede para sair do Castellón

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Notas dos jogadores

Álvaro Martín dos velhos tempos — 8.02

Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.02, e ninguém melhor em campo.

Plantel

Palavras no treino do Castellón sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pablo Santiago está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Real Madrid avisa o Castellón: Sergio Gómez não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

Não há esconderijo para Rafael Sanchez

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rafael Sanchez, e o treinador deixou.

Direção

A dívida de Castellón chega aos $108.8M

Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.

Jogo

A meio da época: o Castellón está no 18.º lugar

18 pontos à viragem. A primeira volta de uma época é uma promessa; a segunda é uma fatura, e a cidade está prestes a descobrir qual das duas foi esta.

Em resumo

Edições anteriores
435 Edição

O Diário de Castellón

27/11/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Braian Cabral está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Castellón ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Mercado

Jakub Burkowski entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Castellón podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Pablo Santiago desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Castellón fica aquém diante do Levante

O Levante levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Troca de palavras no Castellón

Marco Curto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Charles Owusu tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Castellón lida com um homem que quer outro país.

Plantel

No Castellón ainda são estranhos uns para os outros

11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

O Castellón escolhe outro à frente de Juan Idarraga

Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.

Em resumo

426 Edição

O Diário de Castellón

25/09/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Pêpê parte um osso — 83 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Castellón por uma vitória

Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Castellón tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Castellón

Mario Rivas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

4 jogos sem marcar para o Castellón

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

Plantel

Pablo Santiago desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Castellón fica aquém diante do Córdoba

O Córdoba levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Charles Owusu tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Castellón lida com um homem que quer outro país.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.

Mercado

Mohanad Mohamed avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Mohanad Mohamed foi informado de que não entra nos planos do treinador do Castellón.

Em resumo

415 Edição

O Diário de Castellón

10/07/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Samir Gasanov diz que o Castellón não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

Charles Owusu põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Castellón, e não vai ser retirado.

Mercado

Colin Pawlak tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Castellón já falam dele no passado.

Alvos de mercado

Tiziano Perrotta vai a exames médicos no Castellón

Tudo acordado com o Espanyol, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Castellón

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pablo Santiago estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

O Castellón leva uma nega por Agustín Venezia

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Valladolid fica com o seu homem, e o Castellón volta a uma lista com um nome riscado.

O banco

O treinador faz de Oumar Camara Sinaba um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Castellón não podem contratar ninguém

A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.

Direção

Castellón devem $112.6M

O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.

Em resumo

408 Edição

O Diário de Castellón

22/05/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

Cresce a pressão na direção do Castellón

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Mercado

Nahuel González põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Castellón, e não vai ser retirado.

Jogo

O Castellón acaba com a espera diante do Bilbao Athletic

Já ia em 11 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Plantel

Pablo Santiago desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Castellón encontra maneira de passar pelo Bilbao Athletic

O Bilbao Athletic obrigou o Castellón a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑1 e a tabela não pergunta como.

Direção

Em Castellón, 206% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Juan Idarraga

Nota 8.35 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Notas dos jogadores

Rodrigo Haruki jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.02. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Pablo Santiago

8 golos e uma média de 7.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Em resumo