A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Birkirkara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Floriana ninguém diz, e no Birkirkara ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Birkirkara perguntou e o Hibernians disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Zach Muscat e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Birkirkara nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
O banco14/08/2028
Jere Vrcić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Birkirkara dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Franklin Sasere. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
JogoO futebol europeu está ao alcance do Birkirkara
Verba acordada, salário acordado, e o Swieqi United à espera com uma camisola. No Birkirkara ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Birkirkara podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Hibernians, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Birkirkara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntou-se ao Hibernians se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jere Vrcić está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Franklin Sasere. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Birkirkara já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Busuttil será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Birkirkara as despedidas começaram em silêncio.
O telefone voltou a tocar por causa de Werner Oosthuizen, e desta vez do outro lado está o Mosta. No Birkirkara ouvem com educação e não prometem nada.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Birkirkara sabem-no.
Perguntou-se ao Hibernians se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O banco26/06/2028
Franklin Sasere tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Birkirkara dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Birkirkara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Birkirkara podem fingir não ter ouvido.
Zach Muscat e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco19/06/2028
Jere Vrcić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Birkirkara dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Alessandro Coppola pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Franklin Sasere. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Birkirkara já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Birkirkara podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hibernians fica com o seu homem, e o Birkirkara volta a uma lista com um nome riscado.
Skhanyiso Ncwane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Toda a gente deixou de fingir: o Pieta Hotspurs vai fazer a chamada por Oltis Shabani esta semana. O Birkirkara tem um número em mente, e o número não é tímido.
O banco12/06/2028
Macula tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Birkirkara dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jake Vassallo, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Birkirkara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco15/05/2028
Macula tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Birkirkara dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Birkirkara admitiria. Nota-se aos sábados.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Birkirkara sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
6.º lugar com 29 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
3 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Vitória por 4‑4 sobre o Hibernians, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Busuttil será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Birkirkara as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Birkirkara nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo01/03/2028
Não se vê o fim da espera do Birkirkara por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Birkirkara tem de arrancar um resultado de algum lado.
Nota de 7.78. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Franklin Sasere, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Birkirkara, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Birkirkara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alessandro Coppola e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Birkirkara sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
6.º lugar com 29 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Skhanyiso Ncwane treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Birkirkara podem fingir não ter ouvido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Birkirkara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Birkirkara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Birkirkara ficou sem tempo com o Floriana. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Birkirkara sabe dizer em que semana.
Luis Mario Córdova esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Birkirkara, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Birkirkara já se começa a dizer o nome dele no passado.
Zach Muscat e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Skhanyiso Ncwane e o Birkirkara acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Verba acordada, salário acordado, e o Pieta Hotspurs à espera com uma camisola. No Birkirkara ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
$2.1M era o máximo que o clube pagaria, e o Floriana pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Birkirkara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Birkirkara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Birkirkara perguntou e o Zabbar St. Patrick disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Oltis Shabani, e desta vez do outro lado está o Fgura United. No Birkirkara ouvem com educação e não prometem nada.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Hamrun Spartans está fora e o Birkirkara segue em frente, com um 3‑2 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Birkirkara já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rafa Santos produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Floriana ninguém diz, e no Birkirkara ninguém gosta de estar a adivinhar.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oltis Shabani não precisou: 7.87, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Birkirkara, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mtarfa fica com o seu homem, e o Birkirkara volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Jere Vrcić tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Birkirkara, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Birkirkara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kemar Reid, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kemar Reid está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jere Vrcić assinar alguma coisa — um contrato no Birkirkara ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Birkirkara falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Zach Muscat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Monwabisi Mwondla agiu, no Birkirkara, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Tem 18 anos e ninguém em Birkirkara o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.