Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Simon Buggea será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Werder Bremen as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Werder Bremen pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alessandro Circati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bruno Ogbus, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Werder Bremen, mais uma semana sem a assinatura de Simon Buggea.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Simon Buggea e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/03/2036
Palavras no treino do Werder Bremen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enzo Sternal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Simon Buggea está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Werder Bremen, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Christ Dégnan Konan apontou a data.
6.º lugar, 47 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Werder Bremen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Werder Bremen e o Eintracht Braunschweig, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alessandro Circati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 8.25. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Werder Bremen.
Notas dos jogadores24/03/2036
Enzo Sternal jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.12. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel24/03/2036
No Werder Bremen ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
7.70, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Simon Buggea esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alessandro Circati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Werder Bremen lida com um homem que quer outro país.
«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.
O banco17/03/2036
Zito Luvumbo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Werder Bremen dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Werder Bremen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Werder Bremen, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Werder Bremen pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Simon Buggea e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/03/2036
Enzo Sternal desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Werder Bremen ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Simon Buggea e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alessandro Circati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Werder Bremen disse a Romeo Vermant que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Werder Bremen, mais uma semana sem a assinatura de João Mário.
O banco03/03/2036
Simon Buggea tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Werder Bremen dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi preciso Enzo Sternal marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Union Berlin, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Mercado03/03/2036
Tim Roth regressa de um empréstimo que não lhe deu nada
0 jogos e 0 golos não são uma época: são um ano que alguém perdeu. Se a culpa é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do assunto é a discussão das próximas semanas.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.40 para o resto.
Não há pior forma de perder um futebolista. Simon Buggea pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Mercado11/02/2036
Tão perto: a transferência de René Köhler morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Holstein Kiel seguiu em frente, René Köhler apresenta-se de volta no Werder Bremen, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Simon Buggea e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/02/2036
Palavras no treino do Werder Bremen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alessandro Circati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Christoph Werner está a viver essa versão no Werder Bremen, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Werder Bremen, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Werder Bremen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Werder Bremen já se começa a dizer o nome dele no passado.
O aperto de mão com o VfL Wolfsburg está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.14 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A verba é $970.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Fortuna Düsseldorf negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Werder Bremen podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Simon Buggea esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/01/2036
Palavras no treino do Werder Bremen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enzo Sternal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Holstein Kiel vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Joe O'Brien-Whitmarsh pré-acordou a mudança para o Werder Bremen, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Borussia Dortmund fica com o seu homem, e o Werder Bremen volta a uma lista com um nome riscado.
O Werder Bremen e o RB Leipzig acertaram em $4.8M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Paris Saint-Germain paga $4.2M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
A proposta do Hertha BSC por Marco Braun foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Víctor Mingo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Werder Bremen as despedidas começaram em silêncio.
Simon Buggea e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/01/2036
Palavras no treino do Werder Bremen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enzo Sternal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Werder Bremen beneficiou disso.
Tudo acordado com o Köln, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Plantel07/01/2036
Romeo Vermant desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Werder Bremen foi explícito quanto à situação de Zito Luvumbo, o que é mais do que muitos recebem.
Thom van Bergen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Borussia Mönchengladbach segue em frente e o Werder Bremen vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Luca Vozar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/12/2035
Palavras no treino do Werder Bremen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enzo Sternal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Werder Bremen ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Werder Bremen falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Werder Bremen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Bruno Gonzalez acertou condições com o Hertha BSC para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Simon Buggea e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/12/2035
Enzo Sternal desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Werder Bremen falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Simon Buggea e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/12/2035
Enzo Sternal desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Werder Bremen sabe dizer em que semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kjell Peersman está nela.
Em resumo
O bancoA vista do banco
PlantelNão há lugar para Max Albæk no desenho novo
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Werder Bremen falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Simon Buggea esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/11/2035
Palavras no treino do Werder Bremen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enzo Sternal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Max Albæk acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Werder Bremen substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Brayan Benítez quer futebol continental; se o Werder Bremen o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel05/11/2035
59 dias de fora para Víctor Mingo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Werder Bremen vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Werder Bremen a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Werder Bremen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/11/2035
Palavras no treino do Werder Bremen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enzo Sternal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Disseram uma coisa a Romeo Vermant e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Em resumo
Plantel17 caras novas e o Werder Bremen ainda se está a conhecer
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Werder Bremen falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Håkon Røsten será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Werder Bremen as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Werder Bremen, e não vai ser retirado.
Simon Buggea esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enzo Sternal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Werder Bremen falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Léo Bamballi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Werder Bremen as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Werder Bremen, e não vai ser retirado.
Simon Buggea e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enzo Sternal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Håkon Røsten tem a sua resposta do Werder Bremen; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Werder Bremen, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Werder Bremen falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Werder Bremen podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Werder Bremen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Víctor Mingo acertou condições com o SV Elversberg para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Werder Bremen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enzo Sternal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Magdeburg vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Bautista Mamousse pré-acordou a mudança para o Werder Bremen, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
Plantel08/10/2035
15 caras novas e o Werder Bremen ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Werder Bremen falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Håkon Røsten será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Werder Bremen as despedidas começaram em silêncio.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Enzo Sternal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thom van Bergen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thom van Bergen, e o treinador deixou.
2‑1 frente ao Hamburger SV, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Werder Bremen falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Javier Fernández será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Werder Bremen as despedidas começaram em silêncio.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Werder Bremen e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Luca Vozar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/09/2035
Palavras no treino do Werder Bremen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enzo Sternal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Werder Bremen falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Léo Bamballi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Werder Bremen as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Werder Bremen lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Werder Bremen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enzo Sternal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Borussia Dortmund fica com o seu homem, e o Werder Bremen volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Vozar, e o treinador deixou.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Werder Bremen será julgado por uma única coisa.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Werder Bremen fez a parte difícil com o RB Leipzig, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Håkon Røsten será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Werder Bremen as despedidas começaram em silêncio.
O Werder Bremen ofereceu $3.1M; o Bayer Leverkusen disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Direção03/09/2035
O Werder Bremen fecha o mercado com um plantel feito por si
30 entradas e 17 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
As regras permitem-no e dói na mesma. Tim Roth acertou condições com o Union Berlin para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Werder Bremen perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Werder Bremen ofereceu $15.8M; o VfB Stuttgart disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Peter Amoran será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Werder Bremen as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Werder Bremen fez a parte difícil com o Borussia Dortmund, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As regras permitem-no e dói na mesma. Louis Breunig acertou condições com o Heidenheim para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Werder Bremen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Werder Bremen ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Werder Bremen, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Werder Bremen já se começa a dizer o nome dele no passado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Simon Buggea esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Plantel30/07/2035
Jarleysom desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
$4.1M em cima da mesa do Borussia Dortmund. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
As regras permitem-no e dói na mesma. Javier Fernández acertou condições com o SC Freiburg para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Simon Buggea esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/07/2035
Kjell Peersman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Arminia Bielefeld vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Alessandro Pietrelli pré-acordou a mudança para o Werder Bremen, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Köln fica com o seu homem, e o Werder Bremen volta a uma lista com um nome riscado.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Werder Bremen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Karlsruher SC à espera com uma camisola. No Werder Bremen ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Simon Buggea e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/06/2035
Palavras no treino do Werder Bremen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kjell Peersman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Werder Bremen foi explícito quanto à situação de Immanuel Pherai, o que é mais do que muitos recebem.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Werder Bremen perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Werder Bremen, e não vai ser retirado.
O aperto de mão com o Bayern Munich está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Werder Bremen a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Werder Bremen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kjell Peersman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bayern Munich fica com o seu homem, e o Werder Bremen volta a uma lista com um nome riscado.
A raiva no Servette transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O Servette e o Young Boys acertaram em $3.0M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Basel queria mais do que $110.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibrahim Salah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Servette já se começa a dizer o nome dele no passado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jacob Slater acertou condições com o Luzern para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Simon Buggea e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Basel, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Servette sabem-no.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Edin Omeragic fica onde está
O Servette entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Servette ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Servette coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/07/2034
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Tom Gaal está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Servette perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Basel aceitou o dinheiro. O que o Servette ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Servette foi ao Stade Nyonnais com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lausanne-Sport fica com o seu homem, e o Servette volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel19/06/2034
Palavras no treino do Servette sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Salah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Servette, mais uma semana sem a assinatura de Andrej Vasović.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Servette perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Servette, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Servette ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Servette a ouviu como outra coisa.
43 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Servette perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Servette está a esgotar-se.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ibrahim Salah será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Servette as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ibrahim Salah acertou condições com o Sion para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Jamie Roche esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibrahim Salah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mercado29/05/2034
Simon Buggea regressa de um empréstimo que resultou
21 jogos e 7 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yvandro Borges Sanches treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Winterthur ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Simon Buggea e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Johannes Eggestein estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Winterthur vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Winterthur, mais uma semana sem a assinatura de Branimir Mlačić.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Servette perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jamie Roche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Servette, mais uma semana sem a assinatura de Noah Kruth.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ariel Muñoz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cluver Sambi Mbungu, e o treinador deixou.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Yahya Ben Khaleq apontou a data.