Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Largo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Cerro Largo e o Liverpool Montevideo, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Direção16/02/2032
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Cerro Largo
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Largo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/02/2032
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joaquín Di Caprio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cerro Largo, mais uma semana sem a assinatura de Diego Fagúndez.
Plantel02/02/2032
13 caras novas e o Cerro Largo ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Diego Fagúndez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Largo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel26/01/2032
Alejo Cicconi lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Diego Fagúndez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joaquín Di Caprio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Diego Fagúndez está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rodrigo Alvarez, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 125 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel19/01/2032
Alejo Cicconi lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Cerro Largo ficou sem tempo com o Colon. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Plantel19/01/2032
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Benjamín Giachero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Santiago Franca está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maximo Gamboa, e o treinador deixou.
Alejo Cicconi lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Cerro Largo perguntou e o Penarol disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Cerro Largo ficou sem tempo com o Boston River. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Plantel12/01/2032
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joaquín Di Caprio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Axel Prado está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Cerro Largo vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O aperto de mão com o Boston River está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Largo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As bancadas05/01/2032
Os adeptos revoltam-se com a venda de Ignacio Molina por $420.0K
Vai para o Miramar Misiones, o clube tem $420.0K que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Baba Moro Abdulai acabou de assinar pelo Cerro Largo e, por uma vez, a resposta importava.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Miramar Misiones paga $420.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Miramar Misiones à espera com uma camisola. No Cerro Largo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Plantel29/12/2031
Nilder Zapata consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Nilder Zapata acabou de assinar pelo Cerro Largo e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Fenix vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Miguel Caicedo pré-acordou a mudança para o Cerro Largo, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel29/12/2031
No Cerro Largo ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
51 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As regras permitem-no e dói na mesma. Luciano Salomón acertou condições com o Montevideo City Torque para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A perseguição a Anthony Segovia terminou com $50.0K a mudar de mãos e o Central Espanol sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Progreso à espera com uma camisola. No Cerro Largo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As bancadas15/12/2031
Os adeptos revoltam-se com a venda de Ian Glavinovich por $830.0K
Vai para o Penarol, o clube tem $830.0K que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Largo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Largo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Cerro Largo já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel08/12/2031
Ignacio Molina desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brian Lozano lesiona os ligamentos do joelho — 93 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 93 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/12/2031
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joaquín Di Caprio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cerro Largo, mais uma semana sem a assinatura de Diego Fagúndez.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Diego Fagúndez está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Benjamín Giachero, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ian Glavinovich. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Brian Lozano lesiona os ligamentos do joelho — 100 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 100 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel24/11/2031
30 dias de fora para Nahuel Rivera depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maximiliano Jofre será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/11/2031
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Paunero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Cerro Largo disse a Axell de los Santos que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Brian Lozano lesiona os ligamentos do joelho — 117 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 117 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Largo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/11/2031
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joaquín Di Caprio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco10/11/2031
Ian Glavinovich tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cerro Largo, mais uma semana sem a assinatura de Luciano Salomón.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cerro Largo sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Alejo Cicconi lesiona os ligamentos do joelho — 103 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 103 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel03/11/2031
52 dias de fora para Nahuel Rivera depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sebastián Assis e o Cerro Largo acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco03/11/2031
Diego Fagúndez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Benjamín Giachero treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/10/2031
Ramiro Paunero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Santiago Franca está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rodrigo Alvarez, e o treinador deixou.
117 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Largo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/10/2031
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mauro Martín está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cerro Largo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ignacio Molina. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Tiago Suanez apontou a data.
Alejo Cicconi lesiona os ligamentos do joelho — 124 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 124 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/10/2031
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Paunero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Cerro Largo ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco13/10/2031
Ian Glavinovich tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cerro Largo sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ramiro Paunero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ignacio Molina está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O banco06/10/2031
Diego Fagúndez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/09/2031
Santiago Franca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cerro Largo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O empréstimo devia dar-lhe jogos. 4 partidas e 0 golos depois, está de volta ao Cerro Largo sem ter avançado, e todos os envolvidos vão explicar por que não foi obra sua.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ignacio Molina. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Cerro Largo pode pedir e sobe o salário que Mauro Martín pode exigir.
Sebastián Assis lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ramiro Paunero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel15/09/2031
No Cerro Largo ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco15/09/2031
Ian Glavinovich tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mercado15/09/2031
Ian Glavinovich regressa de um empréstimo que não lhe deu nada
4 jogos e 0 golos não são uma época: são um ano que alguém perdeu. Se a culpa é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do assunto é a discussão das próximas semanas.
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo06/09/2031
Não se vê o fim da espera do Cerro Largo por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cerro Largo tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mauro Martín estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Sebastián Assis lesiona os ligamentos do joelho — 58 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 58 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo30/08/2031
Não se vê o fim da espera do Cerro Largo por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cerro Largo tem de arrancar um resultado de algum lado.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Sebastián Assis lesiona os ligamentos do joelho — 65 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 65 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel25/08/2031
Ramiro Paunero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
72 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo16/08/2031
Não se vê o fim da espera do Cerro Largo por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cerro Largo tem de arrancar um resultado de algum lado.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Cerro Largo e do Racing por igual; os restantes divertiram-se imenso.
79 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
27 golos e uma média de 7.38 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
Diego Fagúndez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Plantel11/08/2031
Ramiro Paunero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sebastián Assis lesiona os ligamentos do joelho — 87 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Nicolás Azambuja não será o apontado, mas ninguém no Cerro Largo escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
94 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Largo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
24 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Cerro Largo e o Danubio, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nacional fica com o seu homem, e o Cerro Largo volta a uma lista com um nome riscado.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Cerro Largo vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Danubio pode já não estar a vender.
Notas dos jogadores28/07/2031
Ignacio Molina jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.39. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
102 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Largo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Uma média de 7.31 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A proposta do Defensor Sporting por Facundo da Costa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
Direção21/07/2031
O prazo passa com 6 contratações e 9 saídas
Está feito o negócio no Cerro Largo até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Cerro Largo vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o River Plate pode já não estar a vender.
110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑4 para o Penarol, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Cerro Largo já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Miramar Misiones queria mais do que $2.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Cerro Largo perguntou e o Danubio disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ignacio Molina estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
117 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Largo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Cerro Largo já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Cerro Largo e o River Plate acertaram em $1.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Cerro Largo foi ao Miramar Misiones com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$62.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Montevideo City Torque pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Juan Millán fica onde está
Sebastián Assis lesiona os ligamentos do joelho — 125 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 125 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Largo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nicolás Azambuja produziu-o, e o 8.75 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
22 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O aperto de mão com o Boston River está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O La Luz queria mais do que $74.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Sebastián Assis lesiona os ligamentos do joelho — 132 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 132 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Plaza Colonia vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Cerro Largo foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Largo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Federico Pintado será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.29 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O Cerro Largo foi ao Miramar Misiones com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Adilson Lezcano acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Cerro Largo substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
139 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nicolás Azambuja produziu-o, e o 8.69 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Cerro Largo perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Uma média de 7.26 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
146 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Plaza Colonia à espera com uma camisola. No Cerro Largo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O River Plate aceitou o dinheiro. O que o Cerro Largo ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
153 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Fagúndez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ignacio Molina tem a sua resposta do Cerro Largo; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
161 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1‑4 para o Nacional, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Largo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Metade do calendário jogado, 12.º lugar, 14 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Progreso vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Cerro Largo foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 62 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luke Montebello será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Largo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/05/2031
Ignacio Molina desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sebastián Assis, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Kevin De Arrascaeta depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nicolás Azambuja produziu-o, e o 9.19 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Federico Pintado será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Nicolás Azambuja tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresIgnacio Molina em notas de excelência
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel28/04/2031
54 dias de fora para Lucas Barrera depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo26/04/2031
Não se vê o fim da espera do Cerro Largo por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cerro Largo tem de arrancar um resultado de algum lado.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Cerro Largo e do Boston River por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Brian Lozano lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel21/04/2031
61 dias de fora para Lucas Barrera depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luke Montebello será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/04/2031
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ignacio Molina está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Cerro Largo foi explícito quanto à situação de Román Peralta, o que é mais do que muitos recebem.
O banco21/04/2031
Diego Fagúndez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brian Lozano lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑5 para o Danubio, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Plantel14/04/2031
68 dias de fora para Lucas Barrera depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo12/04/2031
Não se vê o fim da espera do Cerro Largo por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cerro Largo tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Cerro Largo e do Danubio por igual; os restantes divertiram-se imenso.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
Plantel14/04/2031
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Paunero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Largo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 75 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Federico Pintado será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sebastián Assis e o Cerro Largo acertam mais 2 anos.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel31/03/2031
83 dias de fora para Lucas Barrera depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Largo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nicolás Azambuja e o Cerro Largo acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Cerro Largo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Nicolás Azambuja
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Largo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luke Montebello será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cerro Largo sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejo Macelli, e o treinador deixou.
Brian Lozano lesiona os ligamentos do joelho — 60 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Federico Pintado será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Federico Pintado acertou condições com o Nacional para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/03/2031
Mauro Martín desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Largo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.90 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nicolás Azambuja. 4‑2 sobre o Central Espanol, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Cerro Largo
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Matías Gallardo produziu-o, e o 8.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Cerro Largo e do Montevideo City Torque por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel24/02/2031
Diego Fagúndez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Jogo15/02/2031
Não se vê o fim da espera do Cerro Largo por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cerro Largo tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Cerro Largo e o Defensor Sporting, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
6 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Diego Perez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Nahuel Rivera está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Brian Lozano lesiona os ligamentos do joelho — 90 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Fagúndez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mauro Martín treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco10/02/2031
Santiago Franca tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Defensor Sporting com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
97 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Largo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/02/2031
Diego Fagúndez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Diego Fagúndez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mauro Martín treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nicolás Azambuja. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Direção$453.8K por ano a mais nas contas de Cerro Largo
MercadoContinua sem haver assinatura de Alejo Macelli
111 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Largo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/01/2031
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Fagúndez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Slovan Bratislava fica com o seu homem, e o Cerro Largo volta a uma lista com um nome riscado.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
Plantel20/01/2031
No Cerro Largo ainda são estranhos uns para os outros
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cerro Largo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoFederico Pintado tornou-se um homem de confiança do treinador
Brian Lozano lesiona os ligamentos do joelho — 118 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 118 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lucas Correa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Fagúndez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Godknows Dzakpasu acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Cerro Largo substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O Cerro Largo perguntou e o Newcastle United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Benjamín Giachero e o Cerro Largo acertam mais 3 anos.
125 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Cerro Largo aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Benjamín Giachero agiu, no Cerro Largo, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Montevideo City Torque queria mais do que $63.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Montevideo City Torque vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Korben Rojas pré-acordou a mudança para o Cerro Largo, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Brian Lozano lesiona os ligamentos do joelho — 132 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 132 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Penarol por Federico Pintado foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Cerro Largo vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
A proposta seguiu esta semana para o Montevideo City Torque, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Fagúndez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
140 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Cerrito tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O telefone voltou a tocar por causa de Federico Pintado, e desta vez do outro lado está o Penarol. No Cerro Largo ouvem com educação e não prometem nada.
A proposta do Defensor Sporting por Gerardo Ordoñez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/12/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Fagúndez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
148 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Cerro Largo perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Cerro Largo aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lucas Correa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Diego Fagúndez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/12/2030
Uma transferência que Mauro Martín teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mauro Martín está a viver essa versão no Cerro Largo, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Diego Fagúndez e o Cerro Largo acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/12/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Fagúndez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Penarol para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Defensor Sporting para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tiziano Correa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/11/2030
Santiago Franca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Axel Prado tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ian Glavinovich. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cerro Largo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Cerro Largo. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/11/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Fagúndez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matías Gallardo, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cerro Largo sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Cerro Largo terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Cerro Largo pode pedir e sobe o salário que Lucas Correa pode exigir.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Joaquín Varela não são bons
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/11/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Fagúndez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cerro Largo, mais uma semana sem a assinatura de Ian Glavinovich.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Disseram uma coisa a Gastón Rodríguez e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Largo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/11/2030
Santiago Franca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/10/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Fagúndez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ian Glavinovich, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Federico Pintado está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Federico Pintado treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Do centro de treinos dizem que foi o mais afiado da semana inteira. É a notícia mais silenciosa de um jornal e costuma sair na semana anterior a alguém entrar no onze.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/10/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santiago Franca está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cerro Largo, mais uma semana sem a assinatura de Federico Pintado.
O banco14/10/2030
Diego Fagúndez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Federico Pintado. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Fagúndez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tiziano Correa, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cerro Largo, mais uma semana sem a assinatura de Ian Glavinovich.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ian Glavinovich está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Largo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/09/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Fagúndez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matías Gallardo, e o treinador deixou.
O banco30/09/2030
Axel Prado tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ian Glavinovich assinar alguma coisa — um contrato no Cerro Largo ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/09/2030
Santiago Franca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel23/09/2030
No Cerro Largo ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thiago Rodríguez, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tiziano Correa treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Cerro Largo pode pedir e sobe o salário que Lucas Correa pode exigir.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/09/2030
Diego Fagúndez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Cerro Largo foi explícito quanto à situação de Lucas Correa, o que é mais do que muitos recebem.
O banco16/09/2030
Diego Fagúndez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cerro Largo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Federico Pintado. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Cerro Largo essa pergunta é mais difícil de responder.
Uma média de 7.42 na época, com 26 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
11.º lugar com 42 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Sebastián Assis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Cerro Largo e do Nacional por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel09/09/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Fagúndez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.12 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/08/2030
Diego Fagúndez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel26/08/2030
No Cerro Largo ainda são estranhos uns para os outros
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
25 golos e uma média de 7.41 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 17 anos e ninguém em Cerro Largo o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
O banco19/08/2030
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Kevin De Arrascaeta, sobre uma vitória por 5‑3 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Gastón Rodríguez lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
22 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Federico Martinez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Gabriel Santos é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Emiliano Hernandez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ramon Sanchez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Plantel12/08/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santiago Franca está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco12/08/2030
Ian Glavinovich tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Largo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/08/2030
Diego Fagúndez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Largo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Cerro Largo perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Penarol segue em frente e o Cerro Largo vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
21 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Gastón Rodríguez lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Cerro Largo já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Cerro Largo pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção22/07/2030
Fecha o mercado: 7 entradas, 10 saídas no Cerro Largo
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 7, saíram 10, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cerro Largo fez a parte difícil com o Porto, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Diego Fagúndez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Lennon Miller fica onde está
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 14 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Plantel15/07/2030
Gastón Rodríguez lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Nicolás Azambuja não será o apontado, mas ninguém no Cerro Largo escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nicolás Azambuja produziu-o, e o 8.42 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Verba acordada, salário acordado, e o Boston River à espera com uma camisola. No Cerro Largo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
20 golos e uma média de 7.37 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Sebastián Assis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/07/2030
Diego Fagúndez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sporting CP fica com o seu homem, e o Cerro Largo volta a uma lista com um nome riscado.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Largo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
18 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Gastón Rodríguez lesiona os ligamentos do joelho — 69 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Largo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Iván González acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Cerro Largo substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Largo podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Dinamo Batumi por Joaquín Menafra foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Uma média de 7.31 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cerro Largo fez a parte difícil com o Feyenoord, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$33.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Atenas pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel17/06/2030
Diego Fagúndez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel10/06/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Gallardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Correa, e o treinador deixou.
O Cerro Largo já telefonou ao Porto. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cerro Largo, mais uma semana sem a assinatura de Lucas Correa.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Fagúndez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Cerro Largo foi explícito quanto à situação de Alejo Macelli, o que é mais do que muitos recebem.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Um 1‑0 sobre o Defensor Sporting, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Notas dos jogadores03/06/2030
Lucas Carrizo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.10. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Federico Pintado: 4 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Vitória por 2‑2 sobre o Danubio, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Largo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jorge Barrios pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Sebastián Assis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/05/2030
Diego Fagúndez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelLucas Carrizo vive a melhor forma da carreira
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
14 golos e uma média de 7.28 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel20/05/2030
Matías Gallardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O golo que pôs o Progreso na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Cerro Largo empatou, 4 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cerro Largo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 89, e o Rentistas passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Nicolás Azambuja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
500 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.
Plantel13/05/2030
Diego Fagúndez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
13 golos e uma média de 7.26 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Largo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 10.00, e nem uma objeção no estádio.
Plantel06/05/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Fagúndez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alan Luque, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cerro Largo, mais uma semana sem a assinatura de Federico Pintado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nicolás Azambuja produziu-o, e o 9.15 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Facundo da Costa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Largo as despedidas começaram em silêncio.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Nicolás Azambuja tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.36, e nem uma objeção no estádio.
Plantel29/04/2030
Matías Gallardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Largo, e não vai ser retirado.
Jogo20/04/2030
Não se vê o fim da espera do Cerro Largo por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cerro Largo tem de arrancar um resultado de algum lado.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/04/2030
Diego Fagúndez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Alan Luque foi informado de que não entra nos planos do treinador do Cerro Largo.
O banco22/04/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Kevin De Arrascaeta saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anderson Brum, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Diego Fagúndez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
0‑1 para o Liverpool Montevideo, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel08/04/2030
Palavras no treino do Cerro Largo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Gallardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco08/04/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Kevin De Arrascaeta saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Federico Pintado está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Largo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nicolás Azambuja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Penarol levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel01/04/2030
Ignacio Molina desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco01/04/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Kevin De Arrascaeta a uma sala que já as tinha ouvido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ayrton Castro tem a sua resposta do Cerro Largo; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nicolás Azambuja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Fagúndez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matías Gallardo, e o treinador deixou.