17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Zenit perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
64 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Nino era uma das razões por que as pessoas vinham, e $21.7M não substitui isso sozinho.
Sergey Chernov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Zenit perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Angusht à espera com uma camisola. No Zenit ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Zenit perguntou e o CSKA Moscow disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Nikola Vlašić agiu, no Zenit, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zenit perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta seguiu esta semana para o Torino, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Nizhniy Novgorod vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Zenit foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Zenit pagou $17.4M por Eduard Spertsyan, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zenit, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Konstantin Tyukavin produziu-o, e o 8.85 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zenit 2 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo30/01/2027
Oleg Bulgakov ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 90. Oleg Bulgakov encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Kolomna passou do ponto ao nada num só movimento.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O mais difícil de ter 15 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oleg Bulgakov não precisou: 7.74, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Linar Khanov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zenit 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As bancadas01/02/2027
A bancada visitante no Kolomna volta para casa feliz
3-2, e um canto do estádio dos outros que cantou mais alto do que o resto. Aqueles autocarros saem antes do amanhecer, e fora deles ninguém fala disso.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Matvey Ivanov não precisou: 8.14, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zenit 2, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.03 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Zenit 2 têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Nikita Trapitsyn esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco25/01/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Platon Okulov a uma sala que já as tinha ouvido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Derrota por 0‑1 com o Spartak Moscow 2 no único jogo que nunca é só um jogo. No trabalho, na escola, no café — desta não haverá como fugir esta semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zenit 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ivan Shilenok assinar alguma coisa — um contrato no Zenit 2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Em resumo
Notas dos jogadoresO apito seguiu Nikita Vershinin por todo o lado
Nada na semana que aí vem é normal. O Spartak Moscow 2 no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
O banco11/01/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Platon Okulov a uma sala que já as tinha ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Zenit 2 dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aos 19 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Matvey Ivanov não precisou: 8.39, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
1 para Kirill Glazunov, avaliado com 7.24, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Danila Gaivoronskiy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O Zvezda obrigou o Zenit 2 a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel04/01/2027
Kirill Glazunov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Platon Okulov podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Matvey Ivanov não precisou: 7.73, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Danila Gaivoronskiy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
O Dinamo Vologda levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Platon Okulov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Ninguém no Zenit 2 dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Bulat Sadykov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Zenit 2 sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Ninguém no Zenit 2 sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Nikita Trapitsyn e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Metade do calendário jogado, 8.º lugar, 17 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Matvey Ivanov sai dessa comparação dentro da equipa, e o Zenit 2 beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco07/12/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Platon Okulov não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Zenit 2 também ninguém o escondia.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.06, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores30/11/2026
Matvey Ivanov, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.89
Um 7.89 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Nikita Trapitsyn esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Linar Khanov, e o treinador deixou.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Platon Okulov podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Plantel30/11/2026
Um jovem do Zenit 2 leva o prémio de melhor sub-21
Bogdan Levandovskiy tem 18 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Em resumo
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Linar Khanov
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Zenit 2 pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Notas dos jogadores23/11/2026
Matvey Ivanov fez o trabalho que ninguém conta — 7.19
13 ações combinadas e 7.19. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Bulat Sadykov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Danila Gaivoronskiy, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Platon Okulov depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
17 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco26/10/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Platon Okulov foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Nikita Trapitsyn e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Platon Okulov a uma sala que já as tinha ouvido.
Disseram uma coisa a Bulat Sadykov e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nikita Vershinin produziu-o, e o 8.94 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores31/08/2026
Matvey Ivanov, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.33
Um 8.33 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Sergey Chernov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Nikita Trapitsyn tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
2 golos em vinte minutos com Nikita Vershinin no meio de tudo, e o Zvezda sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
As bancadas31/08/2026
A bancada visitante no Zvezda volta para casa feliz
3-1, e um canto do estádio dos outros que cantou mais alto do que o resto. Aqueles autocarros saem antes do amanhecer, e fora deles ninguém fala disso.
17 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco31/08/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Platon Okulov foi breve depois da vitória por 3‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ivan Shilenok e o Zenit 2 acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Konstantin Voinkov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Zenit 2, mais uma semana sem a assinatura de Ivan Shilenok.
Plantel03/08/2026
20 caras novas e o Zenit 2 ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Danila Gaivoronskiy continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Antevisão03/08/2026
O Zenit 2 mede-se com a equipa que todos perseguem
O Dinamo Vologda chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Torpedo Vladimir defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Em resumo
Notas dos jogadoresMatvey Ivanov encarou-os todo o jogo