Samuel lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Frosinone coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yusuf Akçiçek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Frosinone, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Interim Coach sobre o empate
Samuel lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Frosinone podem fingir não ter ouvido.
A série chega a 4 e as perguntas em torno do Frosinone já não são delicadas.
Plantel24/09/2035
Petar Ratkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Luca Cura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Frosinone sabem-no.
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Frosinone perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Robbe Bryon será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Frosinone as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evan Letrouit estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Samuel lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Raffaele Huli regressa a Frosinone com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Frosinone, e não vai ser retirado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Baptiste Kilala acabou de assinar pelo Frosinone e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel10/09/2035
Petar Ratkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Frosinone perguntou e o Spezia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O relógio fez o que o Bari não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Baptiste Kilala esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
73 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Frosinone perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Spezia aceitou o dinheiro. O que o Frosinone ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Frosinone fez a parte difícil com o Genoa, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Yusuf Akçiçek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Samuel lesiona os ligamentos do joelho — 80 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Frosinone, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Robbe Bryon será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Frosinone as despedidas começaram em silêncio.
Benjamin Adrović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/08/2035
Petar Ratkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atalanta fica com o seu homem, e o Frosinone volta a uma lista com um nome riscado.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Frosinone vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Samuel lesiona os ligamentos do joelho — 94 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Frosinone já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Bologna vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Vladyslav Kravets pré-acordou a mudança para o Frosinone, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Udinese fica com o seu homem, e o Frosinone volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evan Letrouit estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Luca Cura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
122 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Frosinone perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Frosinone perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Lazio, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Frosinone, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o AS Roma, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A verba é $880.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Hellas Verona negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Plantel09/07/2035
Yusuf Akçiçek desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Francesco Vallarelli acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Frosinone substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Samuel lesiona os ligamentos do joelho — 129 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 129 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Frosinone, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rocco Žiković será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Frosinone as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Frosinone já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Frosinone fez a parte difícil com o Hellas Verona, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Frosinone sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yusuf Akçiçek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Daniel Maldini fica onde está
136 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Frosinone perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Frosinone perguntou e o Lazio disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Frosinone nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel25/06/2035
Evan Letrouit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Inter para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Frosinone já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Frosinone podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Lazio, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Lazio paga $1.0M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Plantel11/06/2035
Yusuf Akçiçek desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Bari vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Rasmus Christiansen pré-acordou a mudança para o Frosinone, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Arezzo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo12/05/2035
Não se vê o fim da espera do Arezzo por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Arezzo tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alessandro Renzi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Arezzo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/04/2035
Leonel Becerra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrea Facchini, e o treinador deixou.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Arezzo toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Arezzo está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Arezzo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Davide Atzeni e o Arezzo acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Davide Atzeni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/03/2035
Alessandro Renzi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Francesco Panico, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Davide Atzeni produziu-o, e o 8.37 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Arezzo está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Arezzo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Sassuolo fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Francesco Panico esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do Hellas Verona por Antonio David foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Frosinone falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Frosinone perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o Parma; o Frosinone volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Frosinone podem fingir não ter ouvido.
Matteo Cancellieri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yusuf Akçiçek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Pescara vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ismaël Konaté pré-acordou a mudança para o Frosinone, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
100 dias de fora para Silvio Rossi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Frosinone vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Frosinone podem fingir não ter ouvido.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Frosinone sabe dizer em que semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Frosinone ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Benjamin Adrović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Charlie Compton está a viver essa versão no Frosinone, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel11/12/2034
Yusuf Akçiçek desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matteo Cancellieri treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mattia Florio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/09/2034
Antonio David desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mario Vilardi, e o treinador deixou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Em resumo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Frosinone?
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Frosinone já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Frosinone podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Frosinone fez a parte difícil com o Fiorentina, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Pescara queria mais do que $840.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Mattia Florio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Raphael Di Matteo está a viver essa versão no Frosinone, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel28/08/2034
Palavras no treino do Frosinone sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yusuf Akçiçek está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Interim Coach a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Interim Coach recitou-a na perfeição.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ouseynou Sow será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Frosinone as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Frosinone, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Christian Gatti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Frosinone as despedidas começaram em silêncio.
O Frosinone foi ao Modena com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
As regras permitem-no e dói na mesma. Christian Gatti acertou condições com o Parma para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Mattia Florio esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antonio David estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Salernitana à espera com uma camisola. No Arezzo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bruno Vera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Frosinone para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Plantel5 caras novas e o Arezzo ainda se está a conhecer
Verba acordada, salário acordado, e o Juve Stabia à espera com uma camisola. No Frosinone ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O telefone voltou a tocar por causa de Gabriele Bracaglia, e desta vez do outro lado está o Lazio. No Frosinone ouvem com educação e não prometem nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Frosinone, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Niccolò Giangreco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Frosinone as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Frosinone fez a parte difícil com o Zurich, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Filippo Rinaldi, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelNicolás dos Santos desentende-se com um colega por causa das exigências
Verba acordada, salário acordado, e o Lecce à espera com uma camisola. No Frosinone ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Frosinone, e não vai ser retirado.
O Frosinone perguntou e o Napoli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Raffaele Sibilio e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/07/2034
Palavras no treino do Frosinone sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Bracaglia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Frosinone, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Frosinone podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Casertana à espera com uma camisola. No Frosinone ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Frosinone fez a parte difícil com o Udinese, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Casarano fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Yusuf Akçiçek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Zagreb fica com o seu homem, e o Frosinone volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Frosinone sobre quem trabalha
Plantel8 caras novas e o Frosinone ainda se está a conhecer
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Frosinone ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Frosinone já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Frosinone, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Napoli fica com o seu homem, e o Frosinone volta a uma lista com um nome riscado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Gabriele Bracaglia acertou condições com o AS Roma para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
$810.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Genoa pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Yusuf Akçiçek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Frosinone já se começa a dizer o nome dele no passado.
$3.9M era o máximo que o clube pagaria, e o Napoli pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Frosinone sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Frosinone coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bismark Anim será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foggia as despedidas começaram em silêncio.
Filippo Puletto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raffaele Huli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco15/05/2034
Samuele Sussi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Foggia ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Christian Fogliaro. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Filippo Puletto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/05/2034
Raffaele Huli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Johan Gudmundsson está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Foggia. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Frosinone ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Raffaele Huli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Johan Gudmundsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco24/04/2034
Filippo Puletto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Tommaso Ferraro lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2.º lugar com 61 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Aaron Ciammaglichella produziu-o, e o 8.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Filippo Puletto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Foggia e do Potenza por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raffaele Huli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Frosinone podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Frosinone ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yusuf Akçiçek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Isaac. 1‑0 sobre o Palermo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Frosinone ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Avaliado com 7.60. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foggia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1 para Aaron Ciammaglichella, avaliado com 7.96, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ionuţ Rus será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foggia as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mariano Fortunato e o Foggia acertam mais 4 anos.
Filippo Puletto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raffaele Huli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Frosinone podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fayyad Issilamou Hamza será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Frosinone as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Frosinone coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Frosinone ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Tommaso Ferraro lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Stefan Radosavljević e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raffaele Huli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ionuţ Rus, e o treinador deixou.
4.º lugar, 52 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Giugliano vai querer esquecer isto depressa: 7‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Foggia foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Filippo Puletto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Foggia e do Giugliano por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel13/03/2034
Raffaele Huli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ionuţ Rus será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foggia as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raffaele Huli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mariano Fortunato. 1‑0 sobre o Crotone, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Nota 7.93 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Foggia, o melhor em campo era deles.
O banco06/03/2034
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Adriano Cassano, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Frosinone podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Frosinone ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Stefan Iancu acertou condições com o Hellas Verona para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Frosinone coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Frosinone sabe dizer em que semana.
Stefan Radosavljević e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Foggia perguntou e o Lecco disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raffaele Huli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Raffaele Huli, e o treinador deixou.
O Picerno levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco20/02/2034
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Adriano Cassano saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Henrik Elyounoussi tem 19 anos, e o Foggia contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
A proposta do Como por Christian Fogliaro foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Foggia nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo11/02/2034
O Foggia torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Stefan Radosavljević esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Foggia perguntou e o AS Roma disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raffaele Huli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Frosinone ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Yusuf Akçiçek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Filippo Rinaldi, e o treinador deixou.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
11 jogos sem sofrer em 22 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Raffaele Huli tem tido muitas.
O banco13/02/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
PlantelNo Frosinone ainda são estranhos uns para os outros
Posição 2, 39 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Stefan Radosavljević e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raffaele Huli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jan Hoffmann e o Foggia acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O banco30/01/2034
Filippo Puletto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Foggia já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Altamura por Edoardo Silvestris foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Filippo Puletto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo21/01/2034
O Foggia torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Filippo Puletto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raffaele Huli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
0‑3 para o Juventus, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Frosinone, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Benjamin Adrović agiu, no Frosinone, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Yusuf Akçiçek e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/12/2033
Palavras no treino do Frosinone sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Bracaglia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mattia Florio, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.97 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Stefan Radosavljević esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raffaele Huli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raffaele Huli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Avaliado com 8.28. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Foggia.
O banco12/12/2033
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Adriano Cassano, sobre uma vitória por 3‑2 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.