«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Partizani Tirana podem fingir não ter ouvido.
David Atanaskoski e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sékou Sidibé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Gerald Ara sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Partizani Tirana pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darius Zadeja será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Partizani Tirana as despedidas começaram em silêncio.
David Atanaskoski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Eridon Qardaku, e o treinador deixou.
O banco13/12/2027
Arafat Doumbia tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Partizani Tirana dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelMateo Çipi desentende-se com um colega por causa das exigências
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Partizani Tirana ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
David Atanaskoski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sékou Sidibé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Partizani Tirana foi explícito quanto à situação de David Atanaskoski, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Albers Keko, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Partizani Tirana, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Partizani Tirana admitiria. Nota-se aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Partizani Tirana, e não vai ser retirado.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Partizani Tirana tem de arrancar um resultado de algum lado.
David Atanaskoski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sékou Sidibé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Panajot Qirko, e o treinador deixou.
Kazeem Ogunleye e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Çipi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sékou Sidibé assinar alguma coisa — um contrato no Partizani Tirana ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Rinaldo Nela pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
A próxima visita é de uma equipa no 6.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Partizani Tirana podem fingir não ter ouvido.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Eslit Sala agiu, no Partizani Tirana, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darius Zadeja será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Partizani Tirana as despedidas começaram em silêncio.
David Atanaskoski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente deixou de fingir: o Korabi Peshkopi vai fazer a chamada por Mateo Çipi esta semana. O Partizani Tirana tem um número em mente, e o número não é tímido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco20/09/2027
Arafat Doumbia tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Partizani Tirana dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelMateo Çipi desentende-se com um colega por causa das exigências
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel29/03/2027
Rowan Human desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
David Fadairo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que David Atanaskoski está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vüsal İsgəndərli, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rowan Human assinar alguma coisa — um contrato no Partizani Tirana ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Partizani Tirana fez saber ao mercado que Darius Zadeja está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andi Janjeva treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Partizani Tirana perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
David Atanaskoski e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Partizani Tirana lida com um homem que quer outro país.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Archange Bintsouka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Xhuliano Skuka está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mercado08/03/2027
Darius Zadeja regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
0 jogos e 0 balizas a zeros. Um guarda-redes só aprende o ofício a jogá-lo, e uma época que não lhe deu nem os jogos nem as balizas a zeros é um ano arrancado ao início de uma carreira.
Mercado08/03/2027
Erno Mustafa regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
0 jogos e 0 balizas a zeros. Um guarda-redes só aprende o ofício a jogá-lo, e uma época que não lhe deu nem os jogos nem as balizas a zeros é um ano arrancado ao início de uma carreira.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Partizani Tirana perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Partizani Tirana sabem-no.
David Atanaskoski e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rowan Human está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 golos em 21 jogos no Etar — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Partizani Tirana alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Ninguém no Partizani Tirana dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mercado01/03/2027
Darius Zadeja regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
0 jogos e 0 balizas a zeros. Um guarda-redes só aprende o ofício a jogá-lo, e uma época que não lhe deu nem os jogos nem as balizas a zeros é um ano arrancado ao início de uma carreira.
Saiu para defender uma baliza todas as semanas e voltou com 0 jogos, 0 deles sem sofrer. Alguém no Partizani Tirana defendeu este empréstimo no verão passado; agora não o defende ninguém.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rowan Human assinar alguma coisa — um contrato no Partizani Tirana ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Partizani Tirana perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
David Atanaskoski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Partizani Tirana, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
O banco15/02/2027
Sékou Sidibé tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Partizani Tirana dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Partizani Tirana ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Partizani Tirana sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Burreli, e não vai ser retirado.
Direção01/02/2027
O Burreli fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Burreli fez a parte difícil com o Nasarawa United, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Shane Duffy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Burreli perguntou e o São Luiz disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O novo treinador do Burreli já trabalhou com Lorenxho Murra e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.