Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kássio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ramadan Trezeguet, e o treinador deixou.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Mohamed Hassan pôs o Masr El Makasa de novo em igualdade em 3 minutos, e o Aswan nunca chegou a jogar com vantagem.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Abdallah Zaki está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Omar Hassan não desaparece
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Kássio
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Charles Noël Gnamian produziu-o, e o 8.48 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Abdallah Zaki não precisou: 7.86, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 33 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.91, e ninguém melhor em campo.
Plantel01/10/2035
Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kássio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Disseram uma coisa a Mohamed Hassan e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Stephen Hall podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kássio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Masr El Makasa perguntou e o Hertha BSC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kássio está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Omar Hassan. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Masr El Makasa vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
O Masr El Makasa passou o mercado a tentar colocar Sadeeq Abdulahi e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Aswan tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Masr El Makasa nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel06/08/2035
Kássio desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco06/08/2035
Kássio tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Masr El Makasa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Omar Hassan assinar alguma coisa — um contrato no Masr El Makasa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Omar Hassan produziu-o, e o 8.90 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Omar Hassan e o Masr El Makasa acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. El Sayed Salah tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um 2‑0 sobre o Military Production, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
O banco09/04/2035
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Stephen Hall, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um amarelo a mais e Sadeeq Abdulahi fica de fora. O Masr El Makasa perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.
O banco09/04/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Hussein Taimour
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
A proposta do El Dakhleya por Paul Owede Onowakpo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kássio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Emad Hamdi é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Walid Hegazi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mahmoud Warda é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kássio produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kássio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Masr El Makasa perguntou e o Ghazl El Mahalla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Stephen Hall sobre uma tarde de 4‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Em resumo
O bancoWalid Hassan tornou-se um homem de confiança do treinador
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Masr El Makasa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Masr El Makasa podem fingir não ter ouvido.
Já ia em 6 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.
Plantel22/01/2035
Kássio desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Djoliba fica com o seu homem, e o Masr El Makasa volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Masr El Makasa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Masr El Makasa, e não vai ser retirado.
Plantel18/12/2034
Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kássio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco18/12/2034
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Stephen Hall escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Ninguém no Masr El Makasa sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Ninguém no Masr El Makasa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Masr El Makasa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Faltavam 89 minutos e o Ismaily tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Masr El Makasa não parou para dar explicações.
Plantel06/11/2034
Kássio desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Karim Ashour sai dessa comparação dentro da equipa, e o Masr El Makasa beneficiou de cada uma dessas tardes.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Stephen Hall podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Ninguém no Masr El Makasa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoA história de Omar Hassan recusa-se a morrer
PlantelEstreia na equipa principal aos 16 anos para Walid Elneny
Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kássio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohamed Hassan. 1‑0 sobre o Haras El Hodoud, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores30/10/2034
Mohamed Hassan jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.28. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco30/10/2034
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Stephen Hall foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
O banco30/10/2034
Walid Hassan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Masr El Makasa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amr El Nenny, e o treinador deixou.
Segue-se o Ismaily, e há um homem no balneário do Masr El Makasa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Masr El Makasa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Masr El Makasa, e não vai ser retirado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ramadan Trezeguet, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Stephen Hall depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Segue-se o Haras El Hodoud, e há um homem no balneário do Masr El Makasa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Dos campos da formação para uma ficha de jogo da equipa principal aos 19 anos. A estreia é a parte fácil; o segundo jogo é o que todos os jovens têm de merecer.
Não se vê o fim da espera do Masr El Makasa por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Masr El Makasa tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Masr El Makasa, e não vai ser retirado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Masr El Makasa já falam dele no passado.
Plantel25/09/2034
Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kássio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
8 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Karim Hegazi, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ramadan Trezeguet está nela.
Antevisão11/09/2034
O Masr El Makasa mede-se com a equipa que todos perseguem
O Zamalek chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Omar Hassan assinar alguma coisa — um contrato no Masr El Makasa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Segue-se o Zamalek, e há um homem no balneário do Masr El Makasa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Masr El Makasa passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Masr El Makasa vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Masr El Makasa podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kássio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Asante Kotoko fica com o seu homem, e o Masr El Makasa volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ali Gabr e o Masr El Makasa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Shikabala Soliman está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Masr El Makasa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Masr El Makasa já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel05/06/2034
Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kássio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Hearts of Oak para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Asante Kotoko para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Disseram uma coisa a Abdul Razak Yusif e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Toda a gente deixou de fingir: o Ittihad vai fazer a chamada por Paul Owede Onowakpo esta semana. O Masr El Makasa tem um número em mente, e o número não é tímido.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Masr El Makasa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Masr El Makasa podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kássio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Masr El Makasa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Walid Hassan. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
5.º lugar com 63 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ramadan Marwan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Masr El Makasa as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Masr El Makasa pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kássio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Omar Hassan. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Masr El Makasa gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Masr El Makasa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Masr El Makasa fez saber ao mercado que Mostafa Soliman está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel24/04/2034
Kássio desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Ninguém no Masr El Makasa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Emad El Hadary, 17 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Masr El Makasa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Masr El Makasa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles Noël Gnamian estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Stephen Hall depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O banco17/04/2034
Walid Hassan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Masr El Makasa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Hussein Taimour: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Masr El Makasa a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Abdallah Sobhi, 18 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
10 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paul Owede Onowakpo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Masr El Makasa as despedidas começaram em silêncio.
Isto não é rotação. Emad Hassan está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Masr El Makasa finge o contrário.
Plantel10/04/2034
Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kássio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.40, e nem uma objeção no estádio.
O banco10/04/2034
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Stephen Hall foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ramadan Marwan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Masr El Makasa as despedidas começaram em silêncio.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Charles Noël Gnamian compromete-se com o Masr El Makasa por mais 3 anos.
Plantel20/03/2034
Kássio desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Wadi Degla tentou reorganizar-se, o Masr El Makasa não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Stephen Hall podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Walid Hassan está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Masr El Makasa podem fingir não ter ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Masr El Makasa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles Noël Gnamian estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Disseram uma coisa a Shikabala Soliman e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Shikabala Soliman está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Masr El Makasa, mais uma semana sem a assinatura de Abdul Razak Yusif.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Stephen Hall depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Mostafa Salah
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Omar Hassan produziu-o, e o 8.76 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Masr El Makasa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Masr El Makasa tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel20/02/2034
Kássio desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Aswan obrigou o Masr El Makasa a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.
O banco20/02/2034
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Stephen Hall, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Ramadan Marwan não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paul Owede Onowakpo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Masr El Makasa as despedidas começaram em silêncio.
Isto não é rotação. Emad Hassan está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Masr El Makasa finge o contrário.
Jogo11/02/2034
O Masr El Makasa torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
58 dias de fora para Abdallah Sobhi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Masr El Makasa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o El Dakhleya à espera com uma camisola. No Masr El Makasa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Emad Hassan e o Masr El Makasa acertam mais 1 anos.
Plantel06/02/2034
Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kássio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Issiaka Dembele e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Omar Hassan. 1‑0 sobre o Police Union, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Emad Hassan tem a sua resposta do Masr El Makasa; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Masr El Makasa, e não vai ser retirado.
Isto não é rotação. Emad Hassan está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Masr El Makasa finge o contrário.
Plantel16/01/2034
Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kássio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 6 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Issiaka Dembele e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Masr El Makasa podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Shikabala Soliman e o Masr El Makasa acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charles Noël Gnamian estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.
Plantel12/12/2033
Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Charles Noël Gnamian está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Issiaka Dembele e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Stephen Hall podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Ninguém no Masr El Makasa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mostafa Salah tem a sua resposta do Masr El Makasa; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Shikabala Soliman e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel05/12/2033
Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kássio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Military Production passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.