44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kawasaki Frontale perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kawasaki Frontale podem fingir não ter ouvido.
A proposta do FC Tokyo por Ryusei Sato foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kawasaki Frontale perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Shonan Bellmare por Elias Ali foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kawasaki Frontale coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Ryusei Sato regressa a Kawasaki Frontale com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
83 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kawasaki Frontale perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pejman Nekounam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kawasaki Frontale as despedidas começaram em silêncio.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luka Vrbančić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kawasaki Frontale as despedidas começaram em silêncio.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Olzhas Baibek regressa a Kawasaki Frontale com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kawasaki Frontale podem fingir não ter ouvido.
Soma Kanda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do Urawa Reds por Gregor Schmidt foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kawasaki Frontale coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kawasaki Frontale ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuto Ozeki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Soma Kanda
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kawasaki Frontale falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Soma Kanda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kawasaki Frontale ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jiri Holes. 3‑1 sobre o Urawa Reds, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kawasaki Frontale falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta ficou muito aquém e em Kawasaki Frontale não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel29/07/2041
Uma transferência que Ryusei Sato teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Ryusei Sato está a viver essa versão no Kawasaki Frontale, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kawasaki Frontale podem fingir não ter ouvido.
Soma Kanda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kawasaki Frontale ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Em resumo
PlantelYuto Ozeki desentende-se com um colega por causa das exigências
Mohammed Abbas lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hamad Obaid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Ain as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ain coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ritsu Miyoshi e o Al Ain acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
MercadoAl Jazira estão prestes a pegar no telefone
Mohammed Abbas lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ryusei Sato esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eyad Houssa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Ain as despedidas começaram em silêncio.
Em resumo
PlantelZidane Iqbal desentende-se com um colega por causa das exigências
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Ain perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 86 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Al Jazira por Christian Zakaria foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ain coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Đurić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Ain perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al Ain toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Ain falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Ain, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Zidane Iqbal e o Al Ain acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ryusei Sato esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
67 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Ain perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 102 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
João Costa lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 109 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Ryusei Sato esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É esta a época com que a cidade vai medir as vinte seguintes. O troféu viaja para casa com o plantel, e o percurso pelas ruas está combinado há dias.
Plantel13/05/2041
João Costa lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Renato Júnior esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mohammed Abbas lesiona os ligamentos do joelho — 115 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 115 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Christian Zakaria será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Ain as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Ain pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel15/04/2041
Uma lesão muscular afasta Renato Júnior durante 17 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Al Ain vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ain coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Ain ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ain coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ido Shahar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de João Costa. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.