Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do FCI Levadia U21 já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o FCI Levadia U21 lida com um homem que quer outro país.
Afonso Martins esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O FCI Levadia U21 aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Victory Iboro tem a sua resposta do FCI Levadia U21; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
48 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Enrique Esono e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FCI Levadia U21, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
PlantelVictory Iboro passou a ter companhia no lugar
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marcel Gawłowski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FCI Levadia as despedidas começaram em silêncio.
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCI Levadia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o FCI Levadia lida com um homem que quer outro país.
Em resumo
JogoAo fim de 4 jogos, o FCI Levadia volta a perder
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Serxho Vogli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FCI Levadia as despedidas começaram em silêncio.
Cristian Campagna e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Serxho Vogli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco29/10/2029
Egor Mychelkin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FCI Levadia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FCI Levadia podem fingir não ter ouvido.
Efa Enabulele esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de FCI Levadia foi explícito quanto à situação de Marcel Gawłowski, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No FCI Levadia sabem-no, e também todos os que o veem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o FCI Levadia terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FCI Levadia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCI Levadia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Žygimantas Baltrūnas e o FCI Levadia acertam mais 4 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Serxho Vogli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Igor Carvalho está nela.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do FCI Levadia já se começa a dizer o nome dele no passado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Flora ninguém diz, e no FCI Levadia ninguém gosta de estar a adivinhar.
Cristian Campagna esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O FCI Levadia perguntou e o Slovan Bratislava disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No FCI Levadia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Serxho Vogli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Igor Carvalho está nela.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o FCI Levadia sabe em que fase está.
Verba acordada, salário acordado, e o Narva Trans à espera com uma camisola. No FCI Levadia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
4.º lugar com 29 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FCI Levadia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Notas dos jogadores07/05/2029
Um golo de defesa dá a vitória ao FCI Levadia — 7.73
1 para Dmitriy Sibilev, avaliado com 7.73, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCI Levadia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o FCI Levadia lida com um homem que quer outro país.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FCI Levadia podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FCI Levadia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bozhidar Tomovski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o FCI Levadia lida com um homem que quer outro país.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Bamba Susso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bozhidar Tomovski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FCI Levadia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no FCI Levadia a diferença vê-se da última fila.
A coisa menos glamorosa que um reforço estrangeiro faz e a que decide a maioria deles. Um jogador que percebe o grito que vem atrás dele é outro futebolista diferente daquele que não percebe.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FCI Levadia podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCI Levadia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador reorganizou as ideias e Kirill Apanasevich saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dawid Pietruszka está nela.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o FCI Levadia sabe em que fase está.
O FCI Levadia fez saber ao mercado que Kristofer Käit está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No FCI Levadia ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nomme Kalju podem fingir não ter ouvido.
Modou Tambedou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
18 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel01/01/2029
Palavras no treino do Nomme Kalju sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Frensi Mali está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco01/01/2029
Kristjan Kask volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Nomme Kalju já trabalhou com Kristjan Kask e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Tiago Baptista está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kaspar Rõõmussaar treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Nomme Kalju U21 lida com um homem que quer outro país.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Enrique Esono pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nomme Kalju U21 podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stanislav Tsõmbaljuk está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nomme Kalju U21, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Nomme Kalju U21 vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nomme Kalju U21 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Nomme Kalju U21 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nomme Kalju U21, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Enrique Esono treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Nomme Kalju U21 pode pedir e sobe o salário que Enrique Esono pode exigir.
O Nomme Kalju U21 fez saber ao mercado que Enrique Esono está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Nomme Kalju U21 lida com um homem que quer outro país.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 85 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FCI Levadia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Enrique Esono acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o FCI Levadia substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Maksim Gussev e o FCI Levadia acertam mais 2 anos.
Ninguém no FCI Levadia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não há pior forma de perder um futebolista. Enrique Esono pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Nomme Kalju lida com um homem que quer outro país.
Plantel09/10/2028
Palavras no treino do Nomme Kalju sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Frensi Mali está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco09/10/2028
Kristjan Kask volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Nomme Kalju já trabalhou com Kristjan Kask e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Plantel09/10/2028
Oleg Kovalev sofre uma lesão muscular — 20 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 20 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Nomme Kalju, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nomme Kalju U21, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Enrique Esono será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nomme Kalju U21 as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stanislav Tsõmbaljuk, e o treinador deixou.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Enrique Esono tem de reconquistar o que julgava seu. O Nomme Kalju U21 não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Posição 9 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Enrique Esono treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Enrique Esono assinar alguma coisa — um contrato no Nomme Kalju U21 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Nomme Kalju U21 lida com um homem que quer outro país.
Verba acordada, salário acordado, e o Elva à espera com uma camisola. No Nomme Kalju U21 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Nomme Kalju U21 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nomme Kalju U21, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alex Boronilštšikov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Enrique Esono esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Posição 9 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
0‑5 para o Harju JK Laagri, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
9.º lugar com 6 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Nomme Kalju U21 sabe dizer em que semana.
Mais um nome na lista: o Elva fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Alex Boronilštšikov. A resposta do Nomme Kalju U21 não mudou — para já.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nomme Kalju U21, e não vai ser retirado.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 6 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Jogo01/07/2028
Ninguém conseguiu parar de marcar
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Nomme Kalju U21 e do Elva por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Nomme Kalju U21 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
0‑9 para o FCI Levadia U21, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nomme Kalju U21 podem fingir não ter ouvido.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 3 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Nomme Kalju U21 sabem-no.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o Nomme Kalju U21 e o FCI Levadia U21, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniil Sotšugov, e o treinador deixou.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Enrique Esono. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
0‑4 para o FC Tallinn, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nomme Kalju U21 podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Plamen Petrov sai dessa comparação dentro da equipa, e o Nomme Kalju U21 beneficiou de cada uma dessas tardes.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nomme Kalju U21, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Nomme Kalju U21 pode pedir e sobe o salário que Enrique Esono pode exigir.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nomme Kalju U21 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nomme Kalju U21 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Enrique Esono treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Notas dos jogadoresEnrique Esono tinha sempre o passe
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Plamen Petrov marcou, foi avaliado com 7.56 e voltou antes de alguém dar pela falta.
8 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Tallinna Kalev U21. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Plamen Petrov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Nomme Kalju U21 sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Daniil Sotšugov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 24 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑4 para o Viimsi, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 8 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alex Boronilštšikov, e o treinador deixou.
Segue-se o Tallinna Kalev U21, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Nomme Kalju U21 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Derrota por 0‑3 com o Harju JK Laagri, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo06/05/2028
Não se vê o fim da espera do Nomme Kalju U21 por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nomme Kalju U21 tem de arrancar um resultado de algum lado.
7 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Nomme Kalju U21 vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nomme Kalju U21 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 6 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Nomme Kalju U21 e o Elva, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Nomme Kalju U21 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alex Boronilštšikov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nomme Kalju U21 as despedidas começaram em silêncio.
Jogo22/04/2028
Não se vê o fim da espera do Nomme Kalju U21 por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nomme Kalju U21 tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nomme Kalju U21 sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Posição 9 e 3 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Nomme Kalju U21 sabe dizer em que semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nomme Kalju U21, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Nomme Kalju U21 lida com um homem que quer outro país.
Enrique Esono e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Nomme Kalju U21 sabe dizer em que semana.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 16 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 14 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑10 frente ao Tammeka U21, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Jogo18/03/2028
Ninguém conseguiu parar de marcar
10 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Nomme Kalju U21 e do Tammeka U21 por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Dribles concretizados: 10. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Tallinna Kalev U21 foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Karl Liivak podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Enrique Esono assinar alguma coisa — um contrato no Nomme Kalju U21 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maksim Pavlov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Nomme Kalju U21 vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Nomme Kalju U21 passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maksim Pavlov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nomme Kalju U21 as despedidas começaram em silêncio.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Nomme Kalju U21 sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maksim Pavlov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Nomme Kalju U21 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alex Boronilštšikov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nomme Kalju U21 as despedidas começaram em silêncio.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Nomme Kalju U21 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Posição 8 e 12 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maksim Pavlov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Enrique Esono tem de reconquistar o que julgava seu. O Nomme Kalju U21 não prometeu nada — nesta fase raramente promete.