Uma média de 7.16 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Gornik Leczna têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gornik Leczna coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yegor Pogostnov, e o treinador deixou.
Plantel14/04/2036
Palavras no treino do Gornik Leczna sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bartosz Jukowski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Gornik Leczna, mais uma semana sem a assinatura de Arkadiusz Moder.
Ninguém proibiu o clube de gastar; simplesmente não tem nada para gastar que não tenha primeiro arrecadado. Cada nome que entra vem com outro agarrado à saída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Gornik Leczna ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yegor Pogostnov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikodem Rogowski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Gornik Leczna sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Kornel Dębski foi informado de que não entra nos planos do treinador do Gornik Leczna.
O banco31/03/2036
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Borys Mołdach
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yegor Pogostnov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoKornel Dębski tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Gornik Leczna falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Uma média de 7.14 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Gornik Leczna sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gornik Leczna coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Gornik Leczna não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Gornik Leczna
34 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Gornik Leczna perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel11/02/2036
82 dias de fora para Thomas Bryant depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Gornik Leczna vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Yegor Pogostnov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Puszcza Niepołomice levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel11/02/2036
Bartosz Jukowski desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Chejdysz, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Gornik Leczna, mais uma semana sem a assinatura de Yegor Pogostnov.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Alejandro García depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
DireçãoEm Gornik Leczna não entra ninguém enquanto não sair alguém
111 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Gornik Leczna perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Yegor Pogostnov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Jogo08/12/2035
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Gornik Leczna. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marius Paulauskas e o Gornik Leczna acertam mais 2 anos.
Yegor Pogostnov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o Gornik Leczna não tinha no outono.
Plantel03/12/2035
Bartosz Jukowski desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Yegor Pogostnov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Segue-se o Polonia Warszawa, e há um homem no balneário do Gornik Leczna que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yegor Pogostnov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Gornik Leczna. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Gornik Leczna pode pedir e sobe o salário que Nicolas Dohojda pode exigir.
O Gornik Leczna fez saber ao mercado que Borys Mołdach está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Łukasz Plichta marcou, foi avaliado com 7.76 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gornik Leczna coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Łukasz Plichta. 1‑0 sobre o Puszcza Niepołomice, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel01/10/2035
Palavras no treino do Gornik Leczna sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bartosz Jukowski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Chejdysz, e o treinador deixou.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Yegor Pogostnov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O telefone voltou a tocar por causa de Adam Brejnak, e desta vez do outro lado está o Radomiak Radom. No Gornik Leczna ouvem com educação e não prometem nada.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pogon fica com o seu homem, e o Gornik Leczna volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel06/08/2035
Palavras no treino do Gornik Leczna sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Sowiecki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Chejdysz, e o treinador deixou.
Yegor Pogostnov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Wisla Krakow, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikodem Kuzera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Gornik Leczna joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Uma sondagem ao Pogoń Grodzisk Mazowiecki para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel11/06/2035
5 caras novas e o Gornik Leczna ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Zalewski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Gornik Leczna as despedidas começaram em silêncio.
Yegor Pogostnov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fabian Sowiecki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Gornik Leczna. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Arkadiusz Frankowski treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Rafal Blaszczykowski não precisou: 7.64, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Gornik Leczna, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arkadiusz Frankowski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Gornik Leczna as despedidas começaram em silêncio.
Yegor Pogostnov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
Plantel30/10/2034
Lucas Delorge desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Gornik Leczna é como lidar com um homem a quem deve muito.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luciano Márquez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Gornik Leczna as despedidas começaram em silêncio.
Yegor Pogostnov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Delorge estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Gornik Leczna vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Wisla Krakow pode já não estar a vender.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Gornik Leczna, mais uma semana sem a assinatura de Borys Mołdach.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Gornik Leczna joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Plantel11/09/2034
Demasiada mudança demasiado depressa no Gornik Leczna
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Ksawery Kukułka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cracovia fica com o seu homem, e o Stal Rzeszów volta a uma lista com um nome riscado.
O Miedź Legnica levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel21/08/2034
Palavras no treino do Stal Rzeszów sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Szymon Salamon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Stal Rzeszów e lutar pelo meu lugar.» 1 jogos em 9 no Polonia Warszawa dizem o resto.
O banco21/08/2034
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Stephan Krüger saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O Stal Rzeszów já telefonou ao Wisła Płock. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Stal Rzeszów vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Stal Rzeszów pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stal Rzeszów ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo22/07/2034
Não se vê o fim da espera do Stal Rzeszów por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Stal Rzeszów tem de arrancar um resultado de algum lado.
Ksawery Kukułka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção24/07/2034
8 jogadores da formação sobem à equipa principal do Stal Rzeszów
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
O Stal Rzeszów perguntou e o Legia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Stal Rzeszów vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stal Rzeszów coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel10/07/2034
Barnabás Menyhárt desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Wisła Płock se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Oliwier Latosi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stal Rzeszów falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Direção26/06/2034
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Stal Rzeszów
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Chejdysz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stal Rzeszów as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Maciej Famulak e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Arka Gdynia fica com o seu homem, e o Stal Rzeszów volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel26/06/2034
Barnabás Menyhárt desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção26/06/2034
Em Stal Rzeszów, 108% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
125 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Gornik Leczna perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gornik Leczna coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Fabian Mikolaj Krawczyk está a viver essa versão no Gornik Leczna, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Stal Rzeszów vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Daniel Chejdysz pré-acordou a mudança para o Gornik Leczna, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Delorge estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Adam Brejnak apontou a data.
O Gornik Leczna fez saber ao mercado que Nuurdin Ali Mohudin está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stal Rzeszów falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Direção29/05/2034
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Stal Rzeszów
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Não há pior forma de perder um futebolista. Daniel Chejdysz pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Maciej Famulak e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção29/05/2034
Em Stal Rzeszów, 136% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Plantel29/05/2034
Szymon Salamon desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stal Rzeszów falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stal Rzeszów podem fingir não ter ouvido.
Maciej Famulak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Karol Buksa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Stal Rzeszów sabem-no.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Stal Rzeszów. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.