Igor Lemos lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel08/11/2027
82 dias de fora para Alisson Farias depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sampaio Corrêa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jefferson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Ajul estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Sampaio Corrêa daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Gabala segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 114 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Jefferson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/10/2027
Marcelo Ajul desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Henrique Rafael, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sampaio Corrêa, e 2 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sampaio Corrêa, mais uma semana sem a assinatura de Henrique Rafael.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alisson Farias treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
1‑2 frente ao Bodo/Glimt. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nomme Kalju ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Danyl Mashchenko volta a ser jogador do Nomme Kalju, e a cidade tem a sua história do verão.
Caíque esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Nomme Kalju sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandr Nikolajev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Nomme Kalju já trabalhou com Danyl Mashchenko e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
O banco20/09/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Rauno Antonov a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel20/09/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Nomme Kalju
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sampaio Corrêa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sampaio Corrêa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/09/2027
Palavras no treino do Sampaio Corrêa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcelo Ajul está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Alexandre Aruá tem a sua resposta do Sampaio Corrêa; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sampaio Corrêa disse a Marcelo Ajul que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alexandre Aruá treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Juan González
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sampaio Corrêa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/08/2027
Marcelo Ajul desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vinícius Fávero e o Sampaio Corrêa acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco09/08/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Henrique Moreira escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Rafael Galhardo lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Sillamae Kalev por Aleksandr Nikolajev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Nomme Kalju perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Juan González não precisou: 8.39, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nomme Kalju ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nomme Kalju ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Modou Tambedou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Carlão fica onde está
Rafael Galhardo lesiona os ligamentos do joelho — 84 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nomme Kalju podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Nomme Kalju já se começa a dizer o nome dele no passado.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O negócio com o Brasil de Pelotas está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Modou Tambedou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Rafael Galhardo lesiona os ligamentos do joelho — 91 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Flora por Aleksandr Nikolajev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Juan González não precisou: 8.15, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
107 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nomme Kalju perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nomme Kalju coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/05/2027
Modou Tambedou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O FCI Tallinn obrigou o Nomme Kalju a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑1 e a tabela não pergunta como.
Notas dos jogadores24/05/2027
Matheus Araújo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.15. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco24/05/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Rauno Antonov foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
115 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nomme Kalju perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O Levadia vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Kristjan Kask e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/05/2027
Palavras no treino do Nomme Kalju sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Modou Tambedou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan González, e o treinador deixou.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sampaio Corrêa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 114 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel12/04/2027
Jardson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gustavo Furtado treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA história de Deyson Copete recusa-se a morrer
O bancoNeto tornou-se um homem de confiança do treinador
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nikita Ivanov produziu-o, e o 8.22 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Modou Tambedou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Henri Perk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nomme Kalju ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O Tammeka vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Nomme Kalju foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Juan González produziu-o, e o 8.67 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Héctor López não precisou: 8.98, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Matheus Araújo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do Nomme Kalju sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandr Nikolajev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nomme Kalju ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Kristjan Kask e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Modou Tambedou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Nomme Kalju daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Flora segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Juan González treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Modou Tambedou assinar alguma coisa — um contrato no Nomme Kalju ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Nomme Kalju e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
7.72, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nomme Kalju coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/03/2027
Modou Tambedou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nomme Kalju ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel22/03/2027
5 jogadores do Nomme Kalju ao serviço das seleções
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 5 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sampaio Corrêa, e 2 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jardson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Deyson Copete assinar alguma coisa — um contrato no Sampaio Corrêa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Neto está nela.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Sampaio Corrêa vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Deyson Copete e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sampaio Corrêa, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Igor Lemos treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Deyson Copete assinar alguma coisa — um contrato no Sampaio Corrêa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Neto está nela.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Sampaio Corrêa terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A proposta do Bhayangkara Presisi por Luiz Fabiano foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cruzeiro fica com o seu homem, e o Sampaio Corrêa volta a uma lista com um nome riscado.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Sampaio Corrêa vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel18/01/2027
Jardson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Deyson Copete assinar alguma coisa — um contrato no Sampaio Corrêa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Sampaio Corrêa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Sampaio Corrêa vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nomme Kalju falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Bogdan Vaštšuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Johannes Lillemets, e desta vez do outro lado está o Tammeka. No Nomme Kalju ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel18/01/2027
Modou Tambedou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Nomme Kalju já telefonou ao Ceará. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Nomme Kalju já telefonou ao Torpedo-BelAZ. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
PlantelJuan González já ficou grande para esta divisão
A proposta do Persis por Juan González foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Sampaio Corrêa beneficiou disso.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sampaio Corrêa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sampaio Corrêa perguntou e o Atlético Mineiro disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O treinador reorganizou as ideias e Alexis Sinisterra saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Wendel treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
88 dias de fora para Bogdan Vaštšuk depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nomme Kalju vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Flora por Rommi Siht foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nomme Kalju ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Bogdan Vaštšuk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/01/2027
Modou Tambedou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Nomme Kalju foi explícito quanto à situação de Aleksandr Nikolajev, o que é mais do que muitos recebem.
Uma sondagem ao Flora para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sampaio Corrêa pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Sampaio Corrêa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Igor Lemos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Atlético Mineiro se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Perguntou-se ao Athletico Paranaense se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Sampaio Corrêa terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Sampaio Corrêa beneficiou disso.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o Londrina; o Sampaio Corrêa volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
O negócio com o Athletico Paranaense está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Jefferson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Sampaio Corrêa perguntou e o Juventude disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sampaio Corrêa sobre quem trabalha
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sampaio Corrêa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isack estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ball está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Murilo sai dessa comparação dentro da equipa, e o Sampaio Corrêa beneficiou de cada uma dessas tardes.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daniel Mazerochi está nela.
Em resumo
DireçãoAberto para negócios: o Sampaio Corrêa entra no mercado
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sampaio Corrêa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan González, e o treinador deixou.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Alisson Farias ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Sampaio Corrêa terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Ninguém no Sampaio Corrêa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Jefferson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Sampaio Corrêa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Victor Braga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
25 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O banco28/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Henrique Moreira não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Sampaio Corrêa também ninguém o escondia.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Manauara? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Em resumo
O bancoJuan González pede uma conversa com o treinador
MercadoA história de Deyson Copete recusa-se a morrer
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sampaio Corrêa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Alexis Sinisterra está a viver essa versão no Sampaio Corrêa, e costuma notar-se no primeiro mês.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alexis Sinisterra e o Sampaio Corrêa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Sampaio Corrêa sabe em que fase está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gui Franca, e o treinador deixou.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adriano Rodrigues está nela.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Everton agiu, no Sampaio Corrêa, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Everton e o Sampaio Corrêa acertam mais 3 anos.
Jefferson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Sampaio Corrêa sabe em que fase está.
Tem 20 anos e ninguém em Sampaio Corrêa o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Em resumo
O bancoAdriano Rodrigues tornou-se um homem de confiança do treinador