37 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Plantel24/12/2035
101 dias de fora para Lucas Lloyd depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nadi vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nadi, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nadi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gabriel Popovic. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nadi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoAlex Hunter colocado na lista de transferências
PlantelOs relatórios de treino sobre Jeremy Foo não são bons
MercadoA bancada continua a encher-se por Michael Barnes
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nadi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nadi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gino Grootfaam estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel10/12/2035
Sam Watson sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Will McKay tem a sua resposta do Nadi; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Will McKay, e o treinador deixou.
Jeremy Foo lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nadi, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alex Hunter será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nadi as despedidas começaram em silêncio.
Corey Hollman e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
18 jogos e 4 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nadi, mais uma semana sem a assinatura de Jeremy Foo.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gabriel Popovic está nela.
Jeremy Foo lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Rewa segue em frente e o Nadi vai para casa, com um 0‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nadi pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
As bancadas26/11/2035
O Nadi é desmontado pelo Rewa — e a cidade quer respostas
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Jogo21/11/2035
O Nadi torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A primeira derrota em 6 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Rewa; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nadi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel19/11/2035
16 dias de fora para Felix Scott depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nadi vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Corey Hollman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nadi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Corey Hollman não desaparece
O bancoAlex Hunter tornou-se um homem de confiança do treinador
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nadi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nadi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Nadi vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Nadi, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nadi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Nadi pode pedir e sobe o salário que Jeremy Foo pode exigir.
Emprestados12/11/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de John Murphy
4 golos em 18 jogos no Suva — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Nadi alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nadi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Harry Souttar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/11/2035
Corey Hollman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gabriel Popovic está nela.
Jeremy Foo lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A enfermaria confirma 14 dias de paragem para Harry Souttar, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel29/10/2035
Uma lesão muscular afasta Henry Gray durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Nadi vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jeremy Foo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoOliver Wood pede uma conversa com o treinador
60 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nadi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 44 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Corey Hollman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nadi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoAlex Hunter tornou-se um homem de confiança do treinador
Jeremy Foo lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nadi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nadi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nadi, mais uma semana sem a assinatura de Jeremy Foo.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Vejo todos os jogos do Nadi daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Nasinu segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Chris Payne treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
74 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nadi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nadi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alex Hunter será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nadi as despedidas começaram em silêncio.
Corey Hollman e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco08/10/2035
Gabriel Popovic tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Nadi dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Payne assinar alguma coisa — um contrato no Nadi ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nadi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Corey Hollman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Gabriel Popovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
88 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nadi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nadi, e não vai ser retirado.
Gabriel Popovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Mason Burns agiu, no Nadi, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Jeremy Foo lesiona os ligamentos do joelho — 95 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 95 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Gabriel Popovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Lachlan Middleton agiu, no Nadi, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gabriel Popovic assinar alguma coisa — um contrato no Nadi ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 5 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Nadi.
Emprestados17/09/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de John Murphy
4 golos em 18 jogos no Suva — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Nadi alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nadi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel10/09/2035
86 dias de fora para Felix Scott depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nadi vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel10/09/2035
Henry Gray consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Henry Gray acabou de assinar pelo Nadi e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nadi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Navua vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Michael Barnes pré-acordou a mudança para o Nadi, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jeremy Foo, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nadi, mais uma semana sem a assinatura de Ronnie Stutter.
Mercado10/09/2035
A ambição de Godwin John fica grande para o Nadi cedo demais
Os reforços chegam com uma imagem do clube na cabeça, e a deste era maior do que o edifício. Vai jogar bem e vai-se embora, por essa ordem, e toda a gente o sabe.
Jeremy Foo lesiona os ligamentos do joelho — 109 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 109 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel03/09/2035
93 dias de fora para Felix Scott depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nadi vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
37 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Verba acordada, salário acordado, e o Nadroga à espera com uma camisola. No Nadi ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Direção03/09/2035
O Nadi fecha o mercado com um plantel feito por si
12 entradas e 20 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Michael Woud lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel27/08/2035
100 dias de fora para Felix Scott depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nadi vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Nadi já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Popovic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Alex Hunter e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryan Cacace, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jeremy Foo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoAlex Hunter tornou-se um homem de confiança do treinador
137 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nadi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel06/08/2035
121 dias de fora para Felix Scott depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nadi vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Popovic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Idowu Aremu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nadi, mais uma semana sem a assinatura de Chris Payne.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
128 dias de fora para Felix Scott depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nadi vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Nadi já se começa a dizer o nome dele no passado.
Gabriel Popovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Não pode pagar-se um valor por ninguém, precise o plantel do que precisar. Todos os rumores sobre este clube até o embargo ser levantado são rumores sobre um negócio que não se pode fazer.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michael McCowatt estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jeremy Foo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O banco30/07/2035
Alex Hunter tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Nadi dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Seydil Touré
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nadi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Nadi perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Popovic estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A primeira derrota em 6 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Rewa; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Seydil Touré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Michael Woud, e o treinador deixou.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nadi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel19/02/2035
Gabriel Popovic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Idowu Aremu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nadi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Gabriel Popovic apontou a data.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Nadi pode pedir e sobe o salário que Ronnie Stutter pode exigir.
Em resumo
MercadoA história de Alex Bolton recusa-se a morrer
Michael Woud lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Jeremy Foo agiu, no Nadi, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Gabriel Popovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Felix Scott e o Nadi acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ronnie Stutter treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco12/02/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Michael Collins
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Team Wellington perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Evidence Manyama será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Team Wellington as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Team Wellington fez a parte difícil com o Auckland City, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.