Leandro Milito

Atacante - Jogador Livre
5 Set 2036
Sexta-feira
Processo

Marcado para Leandro Milito

511 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

12/05/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Mathías Tomás parte um osso — 131 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 131 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Matías Salaberry está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rapperswil-Jona ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Um desentendimento no Rapperswil-Jona

Hugo Parra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Rapperswil-Jona

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Ghia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Melvin Mastil sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora

A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.

Direção

Em Rapperswil-Jona, 110% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

Não há esconderijo para Lois Batshuayi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lois Batshuayi, e o treinador deixou.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Rapperswil-Jona e Leandro Milito

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rapperswil-Jona, mais uma semana sem a assinatura de Leandro Milito.

O banco

Jonas Schwanke pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

Edições anteriores
509 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

28/04/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Mathías Tomás parte um osso — 145 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 145 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Matías Salaberry pede para sair do Rapperswil-Jona

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Só falta a fotografia para Leandro Milito

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leandro Milito será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rapperswil-Jona as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Os ânimos aquecem no Rapperswil-Jona

Hugo Parra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Rapperswil-Jona

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Ghia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Vitinho ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Mathías Tomás não encaixa no Rapperswil-Jona

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

Mercado

Matías Salaberry deixa correr o contrato

Faltam 1 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Rapperswil-Jona.

Mercado

Rapperswil-Jona e Mathías Tomás falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Em resumo

507 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

14/04/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Iago Scott-Abel

27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rapperswil-Jona perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Matías Salaberry está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rapperswil-Jona ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Um desentendimento no Rapperswil-Jona

Hugo Parra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Matías Salaberry ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

Em Rapperswil-Jona, 113% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

O Rapperswil-Jona cumpre a palavra dada a Matías Salaberry

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

O banco

Hugo Parra pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

O relógio negoceia por Leandro Milito

Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Rapperswil-Jona pode pedir e sobe o salário que Leandro Milito pode exigir.

O banco

Quando importa, Vladimir Prijović joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

505 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

31/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Iago Scott-Abel

41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rapperswil-Jona perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Leandro Milito está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rapperswil-Jona ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Os ânimos aquecem no Rapperswil-Jona

Hugo Parra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Luca Pellegrini está a abrandar

Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Rapperswil-Jona

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Ghia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Leandro Milito pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

503 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

17/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

O joelho: Iago Scott-Abel fora por 55 dias

55 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapperswil-Jona perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Mercado

Só falta a fotografia para Matías Salaberry

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matías Salaberry será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rapperswil-Jona as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Um desentendimento no Rapperswil-Jona

Hugo Parra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Juan Ghia desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Os salários levam 128% do que Rapperswil-Jona recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Não há esconderijo para Marco Bertini

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marco Bertini, e o treinador deixou.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Leandro Milito

Faltam 2 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Rapperswil-Jona poderiam receber por ele.

Plantel

Uma temporada à margem para Émile Collet

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Rapperswil-Jona ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

O banco

Quando importa, Vladimir Prijović joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

501 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

03/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Iago Scott-Abel lesiona os ligamentos do joelho — 69 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Leandro Milito tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Rapperswil-Jona já falam dele no passado.

Direção

$1.2M do bolso do dono em Rapperswil-Jona

O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.

O banco

Tomi Horvat ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Troca de palavras no Rapperswil-Jona

Martin Otta e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

Rapperswil-Jona e Leandro Milito falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Plantel

Juan Ghia perde a braçadeira

A capitania foi retirada a Juan Ghia. O Rapperswil-Jona vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.

Plantel

O Rapperswil-Jona começou a construir à volta de Émile Collet

Era uma das opções. Agora é um dos homens à volta de quem as opções se escolhem, e a mudança foi tão silenciosa que no dia só o balneário reparou.

Mercado

Luca Pellegrini deixa correr o contrato

Faltam 1 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Rapperswil-Jona.

Em resumo

499 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

18/02/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Iago Scott-Abel

83 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rapperswil-Jona perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Só falta a fotografia para Matías Salaberry

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matías Salaberry será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rapperswil-Jona as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Um desentendimento no Rapperswil-Jona

Hugo Parra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Juan Ghia desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Os salários engolem 136% das receitas do Rapperswil-Jona

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

O treinador faz de Leandro Milito um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Alexandr Orekhov sofre uma lesão muscular — 17 dias de fora

A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 17 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.

Mercado

Conversas entre Rapperswil-Jona e Jonas Schwanke empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Matías Salaberry bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matías Salaberry treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

497 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

04/02/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Iago Scott-Abel lesiona os ligamentos do joelho — 97 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Direção

Interim Coach tem até à próxima reunião da direção

O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Rapperswil-Jona toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.

Mercado

Leandro Milito tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Rapperswil-Jona já falam dele no passado.

Mercado

Silvan Comert põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rapperswil-Jona, e não vai ser retirado.

Direção

O prazo passa com 0 contratações e 4 saídas

Está feito o negócio no Rapperswil-Jona até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Émile Collet

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Rapperswil-Jona fez a parte difícil com o Bellinzona, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Juan Ghia assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Juan Ghia e o Rapperswil-Jona acertam mais 2 anos.

Mercado

Luca Pellegrini quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Rapperswil-Jona ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Os ânimos aquecem no Rapperswil-Jona

Hugo Parra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Em resumo

494 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

14/01/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Edwin Rosero lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Jogo

Para o Rapperswil-Jona, cada ponto é agora uma discussão

Posição 9 e 10 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.

Mercado

Kevin Viveros entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rapperswil-Jona podem fingir não ter ouvido.

Alvos de mercado

Matthias Baumann está a uns exames médicos do Rapperswil-Jona

O negócio com o Servette está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Plantel

Um desentendimento no Rapperswil-Jona

Daan Reiziger e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Rapperswil-Jona sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Ghia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Rapperswil-Jona leva uma nega por Sergi Altimira

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Basel fica com o seu homem, e o Rapperswil-Jona volta a uma lista com um nome riscado.

O banco

O treinador faz de Hugo Parra um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Embargo no Rapperswil-Jona

Não pode pagar-se um valor por ninguém, precise o plantel do que precisar. Todos os rumores sobre este clube até o embargo ser levantado são rumores sobre um negócio que não se pode fazer.

Em resumo

493 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

07/01/2036
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

O joelho: Edwin Rosero fora por 34 dias

34 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapperswil-Jona perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Mercado

Leandro Milito tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Rapperswil-Jona já falam dele no passado.

Mercado

Noah Comert pede para sair do Rapperswil-Jona

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Tomi Horvat assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Tomi Horvat compromete-se com o Rapperswil-Jona por mais 2 anos.

Plantel

Um desentendimento no Rapperswil-Jona

Caden Voice e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Rapperswil-Jona

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Ghia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

O dono mete $1.1M em Rapperswil-Jona

É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.

Alvos de mercado

O Zurich avisa o Rapperswil-Jona: Vladislav Blănuţă não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Direção

Rapperswil-Jona devem $27.6M

O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.

Em resumo

492 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

31/12/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Rapperswil-Jona

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Plantel

O joelho: Edwin Rosero fora por 41 dias

41 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapperswil-Jona perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Rapperswil-Jona

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Mercado

Caden Voice está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rapperswil-Jona ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Troca de palavras no Rapperswil-Jona

Hugo Parra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Rapperswil-Jona

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vitinho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Ashton McWilliams

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ashton McWilliams, e o treinador deixou.

O banco

Leandro Milito bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Leandro Milito treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

O sistema deixou Alexandr Orekhov para trás

Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Rapperswil-Jona vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.

Em resumo

491 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

24/12/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Edwin Rosero lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Daan Reiziger em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapperswil-Jona coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Juan Ghia desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Em Rapperswil-Jona, 178% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

O treinador faz de Martin Otta um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Leandro Milito bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Leandro Milito treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

Kevin Viveros não encaixa no Rapperswil-Jona

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

Mercado

Alexandr Orekhov traz os cabelos brancos que faltavam ao Rapperswil-Jona

Aos 33, já viu todas as situações que esta época pode produzir, duas vezes. As pernas serão geridas; a compra é a cabeça.

Mercado

Experiência a entrar pela porta do Rapperswil-Jona

Kevin Viveros chega aos 35 anos sem nada por provar e muito por transmitir. As pernas são moeda de jovem; saber onde estar não envelhece.

Em resumo

489 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

10/12/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

O Rapperswil-Jona acaba com a espera diante do Étoile Carouge

Já ia em 35 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Plantel

O joelho: Edwin Rosero fora por 62 dias

62 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapperswil-Jona perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

Apito final na época do Rapperswil-Jona

9.º lugar com 10 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.

Mercado

Só falta a fotografia para Leandro Milito

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leandro Milito será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rapperswil-Jona as despedidas começaram em silêncio.

Notas dos jogadores

Ryan Longman, 35 anos, faz recuar o relógio — 8.12

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.12 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.

Direção

O Rapperswil-Jona vai perder Leandro Milito de graça

Não há pior forma de perder um futebolista. Leandro Milito pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.

Plantel

Troca de palavras no Rapperswil-Jona

Daan Reiziger e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Leandro Milito leva o Rapperswil-Jona a superar o Étoile Carouge

Terminou 3‑1, e a tarde foi de Leandro Milito: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Rapperswil-Jona.

O banco

Não há esconderijo para Iago Scott-Abel

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Iago Scott-Abel, e o treinador deixou.

Em resumo

478 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

24/09/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

27 jogos sem vencer para o Rapperswil-Jona

A série chega a 27 e as perguntas em torno do Rapperswil-Jona já não são delicadas.

Mercado

Luca Pellegrini entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rapperswil-Jona podem fingir não ter ouvido.

Jogo

Para o Rapperswil-Jona, cada ponto é agora uma discussão

Posição 9 e 5 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.

Plantel

Luca Pellegrini em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapperswil-Jona coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Malick Mbaye passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Juan Ghia desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Rapperswil-Jona não podem contratar ninguém

A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.

Antevisão

Um jogo de seis pontos para o Rapperswil-Jona

Segue-se o Servette, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.

Jogo

O Rapperswil-Jona a meio do caminho

Metade do calendário jogado, 9.º lugar, 5 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.

Em resumo

477 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

17/09/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

26 jogos sem vencer para o Rapperswil-Jona

A série chega a 26 e as perguntas em torno do Rapperswil-Jona já não são delicadas.

Plantel

Troca de palavras no Rapperswil-Jona

Luca Pellegrini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Alvos de mercado

O Basel avisa o Rapperswil-Jona: Kevin Steffen não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Notas dos jogadores

Malick Mbaye estava imparável

Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Jogo

Stade Nyonnais leva os pontos ao Rapperswil-Jona

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

Não há esconderijo para Iago Scott-Abel

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Iago Scott-Abel, e o treinador deixou.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Rapperswil-Jona e Leandro Milito

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rapperswil-Jona, mais uma semana sem a assinatura de Leandro Milito.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

O Rapperswil-Jona escolhe outro à frente de Daan Reiziger

Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.

Em resumo

476 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

10/09/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Rapperswil-Jona

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Mercado

Martin Otta pede para sair do Rapperswil-Jona

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Troca de palavras no Rapperswil-Jona

Daan Reiziger e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Palavras no treino do Rapperswil-Jona sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Ghia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Rapperswil-Jona leva uma nega por Noah Vargas

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Basel fica com o seu homem, e o Rapperswil-Jona volta a uma lista com um nome riscado.

Direção

Rapperswil-Jona devem $28.0M

O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.

Mercado

Rapperswil-Jona e Caden Voice falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Plantel

Carlo Evangelista não encaixa no Rapperswil-Jona

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Jelle Bataille

Faltam 1 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Rapperswil-Jona poderiam receber por ele.

Em resumo

475 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

03/09/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

A espera do Rapperswil-Jona continua

Já são 25 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Mercado

Alex Pineda põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rapperswil-Jona, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Leandro Milito marca duas vezes — 8.55

Dois golos e um 8.55 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Direção

O Rapperswil-Jona fecha o mercado com um plantel feito por si

27 entradas e 25 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Alvos de mercado

Simon Rieder vai a exames médicos no Rapperswil-Jona

Tudo acordado com o St. Gallen, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Alex Pineda tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Rapperswil-Jona lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um desentendimento no Rapperswil-Jona

Daan Reiziger e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Rapperswil-Jona sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luca Pellegrini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Direção

O dono mete $1.1M em Rapperswil-Jona

É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.

Em resumo

472 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

13/08/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

21 jogos sem vencer para o Rapperswil-Jona

A série chega a 21 e as perguntas em torno do Rapperswil-Jona já não são delicadas.

As bancadas

O ânimo no Rapperswil-Jona mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Mercado

Lukas Pinckert põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rapperswil-Jona, e não vai ser retirado.

Plantel

Um desentendimento no Rapperswil-Jona

Caden Voice e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Rapperswil-Jona

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luca Pellegrini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

Porta fechada: Noah Vargas fica onde está

O Rapperswil-Jona perguntou e o Basel disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Jogo

Rapperswil-Jona fica aquém diante do Stade Lausanne-Ouchy

O Stade Lausanne-Ouchy levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Direção

O endividamento do Rapperswil-Jona chega aos $27.3M

Acima do limite que o banco impôs, que é a linha entre um clube financiado e um clube em apuros. $27.3M é agora o número com que todas as conversas sobre este clube vão começar.

O banco

Tiago Almeida ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

463 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

11/06/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Luca Pellegrini

59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rapperswil-Jona perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Luca Pellegrini põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rapperswil-Jona, e não vai ser retirado.

Plantel

Um desentendimento no Rapperswil-Jona

Daan Reiziger e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Rapperswil-Jona sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Ghia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Sion avisa o Rapperswil-Jona: Admir Akanji não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

Não há esconderijo para Leandro Milito

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Milito, e o treinador deixou.

Direção

Em Rapperswil-Jona, 119% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Direção

O endividamento do Rapperswil-Jona chega aos $26.8M

Acima do limite que o banco impôs, que é a linha entre um clube financiado e um clube em apuros. $26.8M é agora o número com que todas as conversas sobre este clube vão começar.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Rapperswil-Jona e Leandro Milito

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rapperswil-Jona, mais uma semana sem a assinatura de Leandro Milito.

Em resumo

461 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

28/05/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

O joelho: Juan Cruz Álvarez fora por 61 dias

61 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapperswil-Jona perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Os ânimos aquecem no Rapperswil-Jona

Daan Reiziger esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Rapperswil-Jona sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Ghia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

O Rapperswil-Jona promove Christian Vargas de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Christian Vargas passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

Granit Comert sobe da formação do Rapperswil-Jona

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Granit Comert está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Mercado

Ricardo Akanji sobe da formação do Rapperswil-Jona

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ricardo Akanji está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Mercado

O Rapperswil-Jona promove Admir Elvedi de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Admir Elvedi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

O banco

Juan Cruz Álvarez ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Daan Reiziger bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rapperswil-Jona, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

460 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

21/05/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

O joelho: Juan Cruz Álvarez fora por 68 dias

68 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapperswil-Jona perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

As bancadas

O ânimo no Rapperswil-Jona mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Plantel

Troca de palavras no Rapperswil-Jona

Daan Reiziger e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Martin Otta consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Martin Otta acabou de assinar pelo Rapperswil-Jona e, por uma vez, a resposta importava.

Plantel

Palavras no treino do Rapperswil-Jona sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Ghia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Alex Pineda ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Conversas entre Rapperswil-Jona e Alex Pineda empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Danny Namaso pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

Alex Pineda deixa correr o contrato

Faltam 4 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Rapperswil-Jona.

Em resumo