O aperto de mão com o Internacional está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Jogo19/06/2027
Marcos Correia ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 93. Marcos Correia encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Mirassol passou do ponto ao nada num só movimento.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Athletico Paranaense fez a parte difícil com o Coritiba, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alex Telles e o Athletico Paranaense acertam mais 3 anos.
Toda a gente no Athletico Paranaense viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Bruninho agarrou este contra o Manauara. 5‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Athletico Paranaense.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Athletico Paranaense e o Santos, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Leider Pacheco tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gastón Benavídez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Gastón Benavídez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Empate aos 93 minutos, depois de uma tarde que o Athletico Paranaense tinha praticamente arrumada. O Vitória vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Junior Balbuena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Athletico Paranaense, e 4 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Habraão, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Athletico Paranaense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Caio Barbosa sobre o empate
Juan Camilo Portilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A formação existe exatamente para esta manhã. Márcio Peixoto passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Rafael Monteiro é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dudu Marques estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Athletico Paranaense, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matheus Felipe está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Athletico Paranaense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Athletico Paranaense sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Athletico Paranaense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheus Felipe quer futebol continental; se o Athletico Paranaense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Arthur e o Athletico Paranaense acertam mais 4 anos.
Juan Camilo Portilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Diego Ribeiro passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gastón Benavídez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Athletico Paranaense daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Maricá segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Arthur está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Stiven Mendoza assinar alguma coisa — um contrato no Athletico Paranaense ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Junior Balbuena apontou a data.
Juan Camilo Portilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dudu Marques estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Athletico Paranaense, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Athletico Paranaense, mais uma semana sem a assinatura de Bruninho.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Athletico Paranaense sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Junior Balbuena apontou a data.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Athletico Paranaense essa pergunta é mais difícil de responder.
O Athletico Paranaense ofereceu $8.2M; o Atlético Mineiro disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Mycael não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do Boavista por Bruninho foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Juan Camilo Portilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Caio Borges passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Pedro Barbosa é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Habraão e o Athletico Paranaense acertam mais 4 anos.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
$8.2M em cima da mesa do Atlético Mineiro. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
$6.1M era o máximo que o clube pagaria, e o Cruzeiro pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O relógio fez o que o Fluminense não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
O Sport Recife não queria vender e o número é a razão por que o fez. $2.5M por Carlos Coronel, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
21 golos em 16 jogos no América Mineiro — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Athletico Paranaense alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Athletico Paranaense aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Juan Camilo Portilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Erik Bessa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Rio Branco sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jeferson Lopes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais um nome na lista: o Lagarto fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Tuta. A resposta do Rio Branco não mudou — para já.
Plantel21/12/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Rio Branco
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Athletico Paranaense pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Athletico Paranaense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Athletico Paranaense é como lidar com um homem a quem deve muito.
Juan Camilo Portilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Stiven Mendoza produziu-o, e o 8.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Felipe Chiqueti não precisou: 9.55, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Athletico Paranaense e o Cuiabá, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Verba acordada, salário acordado, e o Puebla à espera com uma camisola. No Athletico Paranaense ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Felipe Chiqueti produziu-o, e o 9.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Levadia tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Nota 8.22 aos 18 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.
Plantel17/08/2026
Uma transferência que Max Walef teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Max Walef está a viver essa versão no Athletico Paranaense, e costuma notar-se no primeiro mês.
Juan Camilo Portilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Internacional vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Kauan pré-acordou a mudança para o Athletico Paranaense, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.